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Nº 17 - (FUNDADOR) ANTÔNIO DE AGUIAR BÔTTO DE MENEZES

Antônio de Aguiar BÔTTO DE MENEZES : Nasceu na capital do Estado da Paraíba, no ano de 1887 e faleceu em 08 de março de 1971 ; era filho do Desembargador Gonçalo de Aguiar Bôtto de Menezes e D. Maria da Piedade Bôtto de Menezes. Fez os preparatórios no Lyceu Paraibano, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade de Direito do Recife. Ingressou na imprensa paraibana através do Jornal A União, na época, sob a direção de Carlos Dias Fernandes. Começou como revisor, passou a repórter e a redator, fundando, depois, o seu próprio jornal, O Combate, tendo como colaborador na redação o jornalista Samuel Duarte. Foi eleito Deputado Federal e, em 1933, juntamente com Osias Gomes, fundou o Partido Libertador ; manteve a liderança e conseguiu eleger a maioria dos vereadores desta bancada. Exerceu diversos cargos públicos, entre os quais podemos citar: Secretário da Prefeitura de João Pessoa, Professor de Legislatura do Curso de Agrimensura, no Lyceu; Procurador dos Feitos da Fazenda Estadual, participante da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados; Presidente do Conselho Superior do Departamento Administrativo do Estado; Procurador Judicial do IAPB; Presidente do Instituto da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); Secretário de Educação e Secretário do Interior e Segurança Pública. Era membro do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano. Foi empossado na Academia Paraibana de Letras, em 17 de abril de 1952, saudado pelo acadêmico Osias Gomes. Aposentado, transferiu-se para o Rio de Janeiro, não esquecendo, porém, o bucolismo do bairro de Mandacaru onde viveu a sua infância, o que serviu de inspiração para escrever o livro de reminiscências Minha Terra, em 1945. Outras publicações de sua autoria: Meu pai, 1949; O canto do cisne (poesias), 1957.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Revista da Academia Paraibana de Letras, nº06, João Pessoa: 1955.

Revista do IHGP, nº 18, João Pessoa: 1971.

TARGINO, Itapuan Bôtto. A verdade de um homem público, João Pessoa: 1985.

 

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