Patrono: Afonso Rodrigues de Souza Campos (1881-1916)
Fundador: Hortênsio de Souza Ribeiro (1885-1961)
1º Sucessor: Adhemar Victor de Menezes Vidal (1897-1986)
2º Sucessor: Aluízio Afonso Campos (1914-2002)
3º Sucessor: Ascendino Leite (1915-2010)
4ª Sucessora: Maria Mercedes Ribeiro Pessoa Cavalcanti [Pepita] (atual ocupante)
1º Sucessor: Adhemar Victor de Menezes Vidal (1897-1986)
Ocupação: Procurador da República e jornalista
Eleito: 09/10/1971
Posse: 24/10/1979
Saudação: José Octávio de Arruda Mello
ADHEMAR Victor de Menezes VIDAL: Nasceu no dia 07 de outubro de 1897, na capital do Estado da Paraíba e faleceu no Rio de Janeiro no dia 30 de novembro de 1986. Deixou viúva a senhora Maria do Céu Vidal co cinco filhos . Eram seus pais o jornalista Francisco de Assis Vidal e D. Amélia Augusta Menezes Vidal; foi alfabetizado em casa, com a sua mãe, frequentando depois o Colégio Nossa Senhora das Neves, Colégio Diocesano Pio XII, preparando-se para ingressar no Lyceu com o poeta Augusto dos Anjos, cujas aulas eram ministradas na própria residência do poeta, à Rua Direita, 93, atual Duque de Caxias. Desse contato diário com Augusto dos Anjos, Adhemar Vidal armazenou lembranças que, mais tarde, lhe ofereceram subsídios para escrever o livro intitulado O outro EU de Augusto dos Anjos.
Formou-se em Direito pela Faculdade do Recife, em 1920, começando a advogar na capital do seu Estado, depois, transferiu-se para o Rio de Janeiro, submetendo-se a concurso público para o Itamaraty, tendo sido aprovado e nomeado para a Legação do Brasil na Holanda, porém, teve problema de saúde e renunciou ao cargo, retornando à Paraíba. Aqui chegando, foi nomeado Oficial de Gabinete do Presidente Sólon de Lucena ocupando, também, o cargo de Procurador da República.
Mais tarde, o Presidente João Pessoa convidou-o para assumir as pastas de Justiça e Segurança, permanecendo à frente dessas Secretarias até 1930. Aos doze anos, começou a trabalhar no jornal A União como revisor, ocupando, mais tarde, a direção do órgão. Fundou a Revista A Novela, que circulou na capital e foi classificada como precursora do movimento modernista no Nordeste. Escreveu em vários jornais do país e em revistas estrangeiras, representou o Brasil em Congressos, fez conferências em diversas Universidades sobre temas políticos e jurídicos. Colaborador assíduo da Revista Era Nova e membro do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano. Foi eleito, por aclamação, membro efetivo da Academia Paraibana de Letras, tendo sido empossado no dia 24 de outubro de 1979 e recepcionado pelo acadêmico José Octávio de Arruda Mello.
Fome
O incrível João Pessoa
1930 – História da Revolução na Paraíba
Epitácio Pessoa ou o sentimento de autoridade
Recordações sentimentais de Epitácio Pessoa
Guia da Paraíba
Terra de homens
América, mundo livre
Espírito de reforma
Importância do açúcar
Lendas e superstições
Europa
Reparações de guerra
Organização judiciária dos Estados Unidos do Brasil
Liquidação dos bens de guerra
O outro Eu de Augusto dos Anjos
Canção de liberdade
Regime jurídico do estrangeiro
Moderno sentido de soberania
O grande presidente
A família brasileira e as suas origens
João Pessoa e a Revolução de 30