Nº 12 – (2º SUCESSOR) WELLINGTON AGUIAR

CADEIRA Nº 12 2º SUCESSOR: WELLINGTON AGUIAR Patrono: João Coelho Gonçalves Lisbôa (1859-1918) Fundador: Luiz Teixeira de Menezes Pinto (1904-1977) 1º Sucessor: Wilson Lustosa Cabral (1916-1979) 2º Sucessor: Wellington Hermes Vasconcelos de Aguiar (1935-2014) 3º Sucessor: Abelardo Jurema Filho (atual ocupante) 2º Sucessor: Wellington Hermes Vasconcelos de Aguiar (1935-2014) Ocupação: Advogado, professor, jornalista e historiador Eleito: 13/10/1979 Posse: 03/04/1981 Saudação: José Octávio de Arruda Mello BIOGRAFIA WELLINGTON HERMES VASCONCELOS DE AGUIAR: Nasceu na cidade de João Pessoa, no dia 04 de maio de 1935, e faleceu nesta mesma capital, no dia 06 de dezembro de 2014. Era filho de Hermes Ferreira de Aguiar e de D. Rosa Dalva Cabral Vasconcelos de Aguiar. Foi casado com a senhora Maria Rita Cabral de Aguiar, união da qual nasceram duas filhas: Rosa Dalva e Jacqueline. Iniciou seus estudos em Natal (RN), no Colégio Santo Antônio, dando-lhes continuidade em João Pessoa, no Colégio Pio X, e concluindo-os no Recife, onde frequentou o Colégio Marista. Graduou-se em Direito pela Faculdade Nacional de Direito da antiga Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1960. Posteriormente, em 1969, licenciou-se em Letras pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e realizou curso de aperfeiçoamento em nível de pós-graduação em Direito. Na administração pública e no cenário jurídico estadual, exerceu o cargo de diretor-presidente da Loteria do Estado da Paraíba (LOTEP) no período de 1966 a 1971, além de ter atuado como Procurador do Estado. Paralelamente às suas funções jurídicas, consolidou uma sólida trajetória como jornalista, professor e historiador, dedicando-se primordialmente à pesquisa e à preservação da História da Paraíba, área sobre a qual produziu diversos trabalhos de reconhecido valor documental. Como intelectual e homem de letras, atuou como conferencista e manteve uma coluna regular nas páginas do jornal Correio da Paraíba, tendo sido o responsável pela apresentação crítica do livro Sem me rir, sem chorar, de autoria do escritor e ex-governador José Américo de Almeida. No âmbito institucional, ingressou na Academia Paraibana de Letras (APL) em abril de 1981, agremiação que presidiu no biênio de 1996 a 1998. Foi também membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP), do qual foi eleito vice-presidente em 1995, além de ter integrado os quadros do Conselho Estadual de Cultura, da Associação Paraibana de Imprensa (API) e do Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica (IPGH). PUBLICAÇÕES O passageiro do dia Um radical republicano contra as oligarquias Uma cidade de quatro séculos Cidade de João Pessoa, a memória do tempo Deputado Miranda Freire: um oposicionista na trincheira A Velha Paraíba nas páginas de jornais João Pessoa perante a história A Paraíba das origens à urbanização Antologia literária da Paraíba Coletânea de autores paraibanos Paraíba, conquista, patrimônio e povo Poder e política na Paraíba

Nº 12 – (1º SUCESSOR) WILSON LUSTOSA CABRAL

CADEIRA Nº 12 1º SUCESSOR: WILSON LUSTOSA CABRAL Patrono: João Coelho Gonçalves Lisbôa (1859-1918) Fundador: Luiz Teixeira de Menezes Pinto (1904-1977) 1º Sucessor: Wilson Lustosa Cabral (1916-1979) 2º Sucessor: Wellington Hermes Vasconcelos de Aguiar (1935-2014) 3º Sucessor: Abelardo Jurema Filho (atual ocupante) 1º Sucessor: Wilson Lustosa Cabral (1916-1979) Ocupação: Advogado Eleito: 06/05/1978 Posse: 29/09/1978 Saudação: Osias Nacre Gomes BIOGRAFIA WILSON LUSTOSA CABRAL nasceu no ano de 1916, na cidade de Sousa, Estado da Paraíba, e faleceu no Rio de Janeiro, em 1979. Era filho do casal Francisco Lustosa Cabral e D. Maria Dolores Lustosa Cabral. Foi casado com D. Marluce Guimarães, união da qual deixou um filho, o advogado Carlos Romero Lessa Lustosa Cabral. Fez os cursos primário e secundário em sua cidade natal e bacharelou-se em Direito pela tradicional Faculdade de Direito do Recife em 1937, integrando a “Turma de Ouro” do sesquicentenário da instalação dos cursos jurídicos no Brasil. Era também graduado em Ciências Econômicas e possuía curso intensivo de Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), do Rio de Janeiro. Ao fixar residência no Recife, exerceu na capital pernambucana cargos de grande relevância, tais como: Diretor Administrativo Regional dos Diários Associados; advogado junto ao Diário de Pernambuco S/A e à Rádio Tamandaré Ltda.; Diretor Jurídico Regional dos Diários Associados nos estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte; e Juiz-Presidente da 2ª Junta de Conciliação e Julgamento da Justiça do Trabalho no Recife. No âmbito internacional, foi Membro Permanente da Comissão Jurídica da Organização de Televisão Ibero-Americana (OTI), sediada no México. Em 1973, foi eleito por unanimidade Membro da Delegação Jornalística do Nordeste do Brasil em viagem de observação a Portugal e à Espanha. Foi também sócio-fundador da Academia Pernambucana de Letras Jurídicas e, em 1975, recebeu o título honorífico de Cidadão Pernambucano. Ingressou na Academia Paraibana de Letras no dia 29 de setembro de 1978, ocasião em que foi recepcionado pelo acadêmico Osias Gomes. Não deixou livros publicados; sua produção intelectual e literária encontra-se dispersa em páginas da imprensa escrita. Em João Pessoa, atuou como repórter do jornal A União e, em Campina Grande, exerceu o cargo de Diretor-Secretário do Diário da Borborema.

Nº 12 – (FUNDADOR) LUIZ PINTO

CADEIRA Nº 12 FUNDADOR: LUIZ TEIXEIRA DE MENEZES PINTO Patrono: João Coelho Gonçalves Lisbôa (1859-1918) Fundador: Luiz Teixeira de Menezes Pinto (1904-1977) 1º Sucessor: Wilson Lustosa Cabral (1916-1979) 2º Sucessor: Wellington Hermes Vasconcelos de Aguiar (1935-2014) 3º Sucessor: Abelardo Jurema Filho (atual ocupante) Fundador: Luiz Teixeira de Menezes Pinto (1904-1977) Ocupação: Jornalista e advogado Fundador da APL: 14/09/1941 BIOGRAFIA LUIZ PINTO (Luiz Teixeira de Menezes Pinto): Nasceu na cidade de Mamanguape, Estado da Paraíba, no dia 10 de abril de 1904, e faleceu em 13 de julho de 1977. Era filho de José Heráclito de Menezes e de D. Mariana da Silva Pinto. Passou a infância nos sítios Bacupacu, Angicos, Lagoa do Matias e Cocos. Aos 14 anos, seus pais mudaram-se para a cidade de Bananeiras, município onde ele iniciou os seus estudos. Ao completar vinte anos, transferiu-se para a capital do Estado em busca de novas oportunidades de vida; na cidade, trabalhou como servente de pedreiro, porteiro, aprendiz de revisor e na distribuição do jornal oficial A União. Serviu ao Exército Brasileiro e, após dar baixa, foi nomeado escriturário do Tesouro do Estado, época em que já colaborava na imprensa escrita, publicando nos jornais Diário da Manhã e Diário da Tarde, ambos do Recife. Foi nomeado, pelo interventor Argemiro de Figueiredo, Diretor da Biblioteca Pública do Estado. Foi justamente em seu gabinete que Coriolano de Medeiros reuniu o grupo de intelectuais para fundar a Academia Paraibana de Letras, no dia 14 de setembro de 1941. Com a exoneração de Argemiro de Figueiredo, Luiz Pinto incompatibilizou-se politicamente com o novo interventor, Rui Carneiro, e, sentindo-se desmotivado a continuar no estado, partiu para o Rio de Janeiro em 1942. Na capital federal, consolidou sua carreira como jornalista e, em 1961, realizou o seu grande desejo pessoal ao bacharelar-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). No âmbito administrativo, exerceu o cargo de diretor do Serviço de Documentação do DASP, transferindo-se posteriormente para o Ministério da Fazenda. Na imprensa carioca, escreveu para importantes periódicos, tais como A Notícia, Diário de Notícias, Diário Carioca e Correio da Manhã. Dirigiu também a Revista das Finanças Públicas e aposentou-se na função de Agente de Imposto Aduaneiro. PUBLICAÇÕES Coelho Lisbôa Síntese histórica da Paraíba Vidal de Negreiros Tiradentes Vida do General Manuel Luís Osório Otacílio de Albuquerque Idéias e pensamentos de Tavares Bastos História do povo brasileiro Terra seca Cadernos de poetas paraibanos Coletâneas de poetas paraibanos Antologia da Paraíba Conferências-Ruralismo e Municipalismo Pandiá Calógeras Conferências;  Homens do Nordeste e outros ensaios Os desgraçados Ernesto Clovis Bevilaqua um gênio do saber, um santo na bondade O caudilhismo espano-americano na vida política do Brasil A influência do Nordeste nas letras brasileiras Augusto dos Anjos Um peregrino da fé Rumos e problemas da revolução de março Traços de vidas ilustres Rodrigues de Carvalho Luiz Pinto – Curriculum vitae