Nº 06 – (1º SUCESSOR) HILDEBERTO BARBOSA FILHO
SUCESSOR: HILDEBERTO BARBOSA FILHO HILDEBERTO BARBOSA Filho: Hildeberto Barbosa Filho nasceu em 09 de outubro de 1954, na cidade de Aroeiras, Estado da Paraíba. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal da Paraíba; tem curso de Licenciatura em Letras Clássicas e Vernáculas (UFPB); Especialização em Direito Penal, pela USP e Mestrado em Literatura Brasileira, pela UFPB, com dissertação intitulada Sanhauá: poesia e modernidade. Logo cedo, iniciou sua vida de professor, lecionando Língua Portuguesa e Literatura Brasileira em colégios públicos e particulares. Ingressou no ensino superior, através de concurso público, sendo, atualmente, professor da Universidade Federal da Paraíba, lecionando Literatura Brasileira, Teoria da Literatura e Literatura Portuguesa, no curso de Letras, ministrando aulas, também, no curso de Comunicação Social, ao mesmo tempo, prepara-se para concluir o curso de doutorado em Literatura Paraibana. Além de professor universitário, Hildeberto é crítico literário, escritor, poeta e jornalista; mantém uma coluna em o Jornal O Norte, escrevendo sobre literatura. Colabora em os jornais A União, Correio da Paraíba, O Momento, Correio das Artes; Jornal do Comércio e Diário de Pernambuco (PE); O Galo (RN), O Pão (CE); D.O. Leitura (SP); Suplemento Literário de Minas Gerais (MG) e a Revista Cultura Vozes (RJ). Coordenou o Projeto LER e editou a revista Ler. Constantemente, é convidado para participar em simpósios, congresso e seminário como palestrante e conferencista. Assumiu a Cadeira nº 06 da APL, em 10 de setembro de 1999, recepcionado pelo acadêmico José Octávio de Arruda Mello. Bibliografia: (Poesia) A geometria da paixão, UNIGRAF, 1986; O livro da agonia e outros poemas, Idéia, 1991; São teus estes boleros.João Pessoa: Idéia, 1992; O exílio dos dias.João Pessoa: Idéia, 1994; Desolado lobo.João Pessoa: Idéia, 1994; A comarca das pedras João Pessoa: Manufatura, 1997; Ofertório dos bens naturais. João Pessoa: Manufatura, 1998. Crítica literária e ensaios: Aspecto do Augusto dos Anjos. João Pessoa: SEC/DGC, 1981; A convivência crítica: ensaios sobre a produção literária da Paraíba. João Pessoa: Governo do Estado, 1985; Ascendino Leite: a paixão de ver e sentir. João Pessoa: SECETUR, 1985; Osias Gomes: a plenitude humana e literária. João Pessoa: SECETUR, 1986; Sanhauá: uma ponte para a modernidade. João Pessoa: FUNESC, 1989; A impressão da palavra: literatura e jornalismo cultural. João Pessoa: Idéia, 1993; Os desenredos da criação: livros e autores paraibanos. João Pessoa: UFPB, 1996; Namoro com a doce banalidade. João Pessoa: Idéia, 1997. Além dessas publicações, Hildeberto tem várias outras em co-autoria como, também, participação em obras coletivas, e alguns títulos a publicar. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: Currículo elaborado pelo acadêmico.
Nº 06 – (FUNDADOR) IVAN BICHARA
CADEIRA Nº 06 FUNDADOR: IVAN BICHARA SOBREIRA Patrono: Aristides da Silveira Lobo (1838-1896) Fundador: Ivan Bichara Sobreira (1918-1998) 1º Sucessor: Hildeberto Barbosa Filho (atual ocupante) Fundador: Ivan Bichara Sobreira (1918-1998) Ocupação: Professor, escritor e político Eleito: 04/11/1950 Posse: 24/07/1952 BIOGRAFIA Ivan Bichara Sobreira nasceu em Cajazeiras, na Paraíba, no dia 24 de maio de 1918, filho de João Bichara e Hermenegilda Bichara Sobreira. Foi casado com Mirtes de Almeida Sobreira, com quem teve sete filhos: José Humberto, Ivan Filho, Maria Lavínia, Jeanine, George Victor, José Augusto e Paulo Martinho. Iniciou sua formação no Colégio Padre Rolim, em sua cidade natal, e transferiu-se depois para João Pessoa, onde estudou no Lyceu Paraibano. Em 1945, bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Recife. Após a graduação, atuou na advocacia nas comarcas de Guarabira, Sapé e na capital paraibana. Sua trajetória na administração pública começou em 1938, quando ingressou por concurso no Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI), onde exerceu as funções de Oficial de Administração e de Procurador, aposentando-se na instituição em 1958. Na política, teve uma carreira de grande relevância. Elegeu-se Deputado Estadual por duas legislaturas (de 1947 a 1950) e, posteriormente, exerceu o mandato de Deputado Federal (de 1955 a 1959). Na Assembleia Legislativa, destacou-se pela liderança parlamentar durante os governos de Oswaldo Trigueiro e de José Américo de Almeida. Anos mais tarde, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde atuou como Vice-Presidente do Conselho Superior das Caixas Econômicas, além de Secretário-Geral e Consultor Jurídico da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Em 1975, foi escolhido por via indireta para o cargo de Governador do Estado da Paraíba. Sua gestão à frente do Executivo estadual ficou marcada por obras estruturantes voltadas à população de menor renda, com destaque para a criação de dez Centros Sociais Urbanos e da FEBEM (Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor), vinculados à Secretaria do Trabalho e Serviços Sociais. Também promoveu concursos públicos para o magistério e outras categorias funcionais. Deixou o governo em 1978 para disputar uma vaga no Senado Federal pela ARENA, certame no qual não logrou êxito eleitoral. Homem de refinada cultura e dedicado às letras, Ivan Bichara foi professor catedrático de Direito Internacional Público na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e manteve colaboração constante na imprensa, tendo atuado como revisor e redator do jornal A Imprensa e diretor de O Norte. No campo da ensaística, apresentou em 1980, durante o V Congresso de Crítica e Teoria Literária e o I Seminário Internacional de Literatura, o ensaio intitulado José Vieira e os caminhos do seu romance. O estudo recebeu aclamação da crítica nacional, merecendo elogios de intelectuais e escritores como Carlos Drummond de Andrade, Ascendino Leite, Artur da Távola e Demócrito de Castro e Silva, que ressaltaram suas qualidades como crítico e escritor realizado. No final de 1978, fixou residência definitiva no Rio de Janeiro, onde faleceu no dia 11 de junho de 1998. PUBLICAÇÕES O romance de José Lins do Rego Função criadora da crítica literária José Vieira e os caminhos do seu romance Carcará Tempo de servidão Joana dos Santos