Posse de João Batista é marcada por emoção na Academia Paraibana de Letras

Posse de João Batista é marcada por emoção na Academia Paraibana de Letras Bastante prestigiada, na noite dessa sexta-feira (25), a posse do mais novo membro da Academia Paraibana de Letras (APL), escritor João Batista de Brito. Amigos, admiradores, acadêmicos e familiares do novo sócio estiveram presentes nesse momento importante na vida do professor, escritor e crítico de cinema que assumiu a cadeira n° 03 na Casa de Coriolano de Medeiros. A saudação foi feita pelo acadêmico Hildeberto Barbosa Filho, que destacou a trajetória artística e intelectual de João Batista de Brito.   (Fotos de Antônio David)

Academia Paraibana de Letras empossa João Batista de Brito na cadeira nº 03

Academia Paraibana de Letras empossa João Batista de Brito na cadeira nº 03 Solenidade acontece nesta sexta-feira (25), no auditório Celso Furtado, a partir das 18h   A Academia Paraibana de Letras (APL) realiza, nesta sexta-feira (25), a solenidade de posse do escritor, professor, cronista e crítico de cinema e literatura João Batista de Brito. Ele ocupará a cadeira nº 3 da instituição, sucedendo o saudoso acadêmico Eilzo Matos. A cerimônia acontece na sede da APL, no auditório Celso Furtado, a partir das 18h. João Batista de Brito foi eleito para a Academia Paraibana de Letras no dia 8 de agosto, em votação realizada em segundo turno, quando recebeu 19 votos dos acadêmicos. A trajetória do novo imortal é marcada pela atuação no ensino, na pesquisa, na literatura e na crítica cinematográfica. Aposentado, João Batista de Brito foi professor de literatura anglo-americana no curso de graduação em Letras da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e de teoria do texto poético na pós-graduação da instituição. Nessa área, desenvolveu linha de pesquisa dedicada ao estudo da poesia e orientou dissertações e teses sobre temas relacionados. O acadêmico possui mestrado em Literatura Inglesa, com a dissertação “Polifonia e carnavalização em Shakespeare”, defendida em 1979, e doutorado em Literatura Brasileira, com a tese “Signo e imagem em Castro Pinto”, concluída em 1995. Sua formação acadêmica também inclui uma experiência internacional como bolsista Fulbright na Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, onde desenvolveu projeto de pesquisa sobre a poesia americana moderna, com concentração na obra do poeta E. E. Cummings. Paralelamente à carreira acadêmica, João Batista de Brito construiu uma longa trajetória como crítico de cinema na imprensa paraibana. Atuou nos jornais O Norte, Correio da Paraíba, O Momento e Contraponto. Desde 1980, é colunista do Correio das Artes, suplemento cultural do jornal A União, onde mantém a coluna “Imagens Amadas”. A relação entre literatura e cinema é, inclusive, uma das marcas de sua produção intelectual. Com a posse, João Batista de Brito passa a integrar oficialmente o quadro de membros efetivos da Academia Paraibana de Letras, dando continuidade à história da cadeira nº 3, anteriormente ocupada por Eilzo Matos.

Academia Paraibana de Letras completa 85 anos de fundação

Academia Paraibana de Letras completa 85 anos de fundação A Academia Paraibana de Letras (APL) completa, nesta segunda-feira, 14 de setembro, 85 anos de sua fundação. A história da instituição começou no dia 14 de setembro de 1941, quando dez intelectuais paraibanos se reuniram na Biblioteca Pública do Estado, então sediada na Avenida General Osório, no Centro da capital, para criar uma instituição destinada a reunir e valorizar a produção literária e intelectual da Paraíba. O grupo foi liderado pelo escritor Coriolano de Medeiros, nome que hoje identifica a sede da instituição, a Casa de Coriolano de Medeiros. Ao seu lado estavam Mathias Freire, Horácio de Almeida, Luiz Pinto, Rocha Barreto, Álvaro de Carvalho, Durwal Albuquerque, Veiga Júnior, Celso Mariz e Hortêncio Ribeiro, este representado por procuração. Os dez constituíram-se nos autênticos fundadores da APL. Ao longo de oito décadas e meia, a APL consolidou-se como uma das mais importantes instituições culturais da Paraíba, reunindo escritores, poetas, jornalistas, professores, historiadores, juristas e outros intelectuais que contribuíram para a preservação e a difusão da memória, da literatura e da cultura paraibanas. Coriolano de Medeiros Fundadores da APL Para celebrar os 85 anos de sua fundação, acadêmicos da atual composição da APL reuniram-se no final da tarde desta segunda-feira, na sede da instituição, para uma confraternização em torno da data comemorativa e da trajetória da Casa ao longo de sua história. O encontro foi liderado pelo atual presidente da Academia, o jornalista e escritor Severino Ramalho Leite, que manifestou sua satisfação por estar à frente da instituição em uma data tão significativa. Para ele, celebrar os 85 anos da APL representa também reafirmar o compromisso da Academia com a literatura, a cultura e a memória da Paraíba. “A celebração dos 85 anos reafirma, assim, a permanência da Academia Paraibana de Letras como espaço de encontro, preservação e renovação da vida intelectual paraibana, mantendo viva a iniciativa daqueles fundadores que, em 1941, deram início à história da instituição.”, disse o presidente da casa. Acadêmicos atuais reunidos em comemoração aos 85 anos da APL Acadêmicos atuais reunidos em comemoração aos 85 anos da APL

Oficina de Teatro e Escrita Cênica chega a mais uma Escola Estadual em projeto da APL e Secretaria da Educação

Oficina de Teatro e Escrita Cênica chega a mais uma Escola Estadual em projeto da APL e Secretaria da Educação A Escola Estadual Dr. João Navarro, situada no bairro Valentina Figueiredo (João Pessoa), recebeu na manhã da última quinta-feira (10/09), a Aula-espetáculo intitulada Da História à Construção Teatral”. A atividade é fruto de um convênio entre a Academia Paraibana de Letras (APL) e a Secretaria de Estado da Educação, dentro do projeto “A Arte de Educar: Uma Viagem pelo Universo da Literatura e da História Paraibana”, que leva oficinas, cursos e palestras às escolas da rede estadual. Ministrada pelo ator, diretor e professor de teatro Luiz Flávio Melo, com a participação do dramaturgo Tarcísio Pereira, membro da APL, a aula aproximou história e teatro a partir do assassinato de João Pessoa e do processo de criação do espetáculo com a temática da Revolução de 30. Além de conhecerem os caminhos da dramaturgia e da montagem teatral, os estudantes participaram de atividades práticas de construção cênica. Foi a segunda escola estadual a receber essa ação de um circuito que está levando essa aula a um total de 5 escolas da rede estadual ao longo deste semestre.

Eleito Rogério Fialho para a Cadeira 09 da Academia Paraibana de Letras

Eleito Rogério Fialho para a Cadeira 09 da Academia Paraibana de Letras O escritor Rogério Fialho, professor, doutor em Direito e magistrado acaba de se eleger para a cadeira n° 09 da Academia Paraibana de Letras (APL). Vai assumir a vaga antes ocupada pelo acadêmico e professor Manoel Batista de Medeiros, que também presidiu a instituição e faleceu aos 101 anos no último mês de maio. O novo membro foi escolhido pela maioria dos acadêmicos, num sufrágio de 22 votos, contra 15 da candidata Ana Paula Cavalcanti, que é romancista e psiquiatra. A eleição aconteceu na manhã desta sexta-feira (4/9), na sede da instituição. O novo imortal, Rogério de Meneses Fialho Moreira é professor, mestre e doutor em Direito, além de magistrado federal de carreira. Entre suas obras publicadas estão “O Vigário de Araruna: Deputado Padre Joel Fialho” e “O Esquecido Poeta Pereira da Silva – Primeiro Paraibano na Academia Brasileira de Letras”.

Rogério Fialho e Ana Paula Cavalcanti disputam Cadeira nº 09 nesta sexta-feira

Rogério Fialho e Ana Paula Cavalcanti disputam Cadeira nº 09 nesta sexta-feira Os escritores Rogério Fialho e Ana Paula Cavalcanti disputam, nesta sexta-feira (4), a vaga da Cadeira nº 09 da Academia Paraibana de Letras (APL), anteriormente ocupada pelo acadêmico Manuel Batista de Medeiros, falecido no último mês de maio, aos 101 anos. A eleição será realizada das 8h às 12h, na sede da Academia Paraibana de Letras, em João Pessoa. Apenas os dois candidatos se inscreveram para a disputa. O resultado da apuração deverá ser divulgado por volta das 12h30. A Cadeira nº 09 tem como patrono o escritor Antonio Gomes de Arruda Medeiros (1857-1909) e permaneceu vaga desde o falecimento de Manuel Batista de Medeiros, que integrava o quadro de acadêmicos da instituição, da qual também foi presidente. Os dois candidatos possuem trajetórias distintas no campo acadêmico e profissional e mantêm relações com os atuais ocupantes da APL. Ana Paula Cavalcanti é escritora e psicanalista. Na literatura, é autora de romances como “A Nudez de Laura” e “A Marca de um Cheiro”, obras que integram sua trajetória como ficcionista. Rogério de Meneses Fialho Moreira é professor, mestre e doutor em Direito, além de magistrado federal de carreira. Entre suas obras publicadas estão “O Vigário de Araruna: Deputado Padre Joel Fialho” e “O Esquecido Poeta Pereira da Silva – Primeiro Paraibano na Academia Brasileira de Letras”. A eleição para a Cadeira nº 09 ocorre em um momento de renovação do quadro da APL e coloca frente a frente dois nomes de diferentes áreas de atuação, ambos com produção intelectual e vínculos com a vida cultural e acadêmica paraibana. A votação será encerrada ao meio-dia, seguida da apuração dos votos. A expectativa é de que o nome do novo membro da Cadeira nº 09 seja conhecido aproximadamente às 12h30 desta sexta-feira.

Academia Paraibana de Letras renova diretoria e reconduz Ramalho Leite à presidência

Academia Paraibana de Letras renova diretoria e reconduz Ramalho Leite à presidência Da esquerda para a direita, Francisco de Sales Gaudencio e Severino Ramalho Leite. A Academia Paraibana de Letras (APL) renovou, nesta sexta-feira (28), a composição de sua Diretoria e do Conselho Fiscal para um novo período de dois anos. Em chapa única, a atual diretoria foi reconduzida por unanimidade, com 35 votos favoráveis. O escritor Severino Ramalho Leite foi reconduzido à presidência da instituição pela segunda vez consecutiva. Também permanece no cargo de vice-presidente o acadêmico Francisco de Sales Gaudêncio. A eleição ocorreu das 8h às 12h, na sede da Academia Paraibana de Letras, com a participação de 17 os acadêmicos presenciais, além de 18 votos online, aptos a votar. O pleito teve chapa única e terminou com a aprovação integral da composição apresentada. A comissão eleitoral foi formada pelos acadêmicos Mário Hélio e João Trindade. Mário, recentemente eleito para a APL, assumiu a presidência dos trabalhos e anunciou o resultado após a apuração: 35 votos favoráveis à manutenção da atual chapa. Ao assumir novamente a presidência da Academia, Ramalho Leite destacou a honra de continuar à frente da instituição e afirmou que pretende dar sequência ao trabalho desenvolvido nos últimos anos: “Assumo mais um mandato com muita honra e com o compromisso de dar continuidade aos projetos que vêm sendo realizados, às parcerias que foram firmadas e, sobretudo, às ações formativas junto à sociedade, envolvendo novamente estudantes e professores”, afirmou o presidente reeleito. A nova gestão terá como desafio ampliar as iniciativas da APL nas áreas da literatura, educação e cultura, fortalecendo a presença da instituição junto à sociedade paraibana e dando continuidade às parcerias e aos projetos já em andamento.

APL e Secretaria de Educação ampliam formação junto a escolas públicas

APL e Secretaria de Educação ampliam formação junto a escolas públicas Parceria promove oficinas para estudantes e formação continuada para professores da Rede Pública de Ensino. A Academia Paraibana de Letras (APL), em parceria com a Secretaria de Estado da Educação, vem desenvolvendo um intenso trabalho de formação junto a estudantes e professores da Rede Estadual de Ensino, com ações voltadas para a escrita, a leitura, a literatura, a história e o aprendizado da língua portuguesa. Realizado em diferentes escolas estaduais, o projeto contempla alunos do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio, por meio de oficinas, aulas e atividades que aproximam os estudantes do universo da literatura e estimulam o domínio da língua portuguesa de maneira criativa e interdisciplinar. A iniciativa também alcança professores da rede pública, com palestras e cursos de formação realizados no auditório da Academia Paraibana de Letras. As ações integram o convênio “A Arte de Aprender: Uma Viagem pelo Universo da Literatura e da História Paraibana”, proposta interdisciplinar que reúne oficinas para estudantes e formação continuada para docentes, ministradas por acadêmicos e colaboradores da APL. O convênio vem sendo realizado anualmente e consolidou-se como uma importante ação de aproximação entre a Academia, a escola pública e a comunidade educacional paraibana. Em 2026, a programação está em plena atividade, reunindo cursos e oficinas em diferentes áreas. Entre as ações destinadas aos estudantes estão atividades de Gramática, História, Literatura e Racismo, além de propostas lúdicas envolvendo teatro e escrita dramatúrgica. Paralelamente, os professores participam de cursos de formação continuada com os temas “Semântica Literária”, “Poesia” e “Literatura e Inteligência Artificial”. A formação docente vem sendo desenvolvida pelos acadêmicos e professores Milton Marques Júnior, Hélder Moura e João Trindade, que abordam diferentes aspectos da linguagem, da literatura e de suas relações com o ensino contemporâneo. Nas cinco unidades escolares atualmente contempladas pelas oficinas para estudantes, participam a acadêmica Mercedes Cavalcanti, responsável pela oficina “Literatura e Racismo”, e os convidados Yohanan Mira de Queiroz, com a atividade “Gramática: Figuras de Linguagem no ENEM”, e Luiz Flávio Melo, que apresenta a aula-espetáculo “Da História à Construção Teatral”. “Ao levar para dentro das escolas a experiência e o conhecimento produzidos por seus acadêmicos e colaboradores, a APL fortalece sua missão de promover a língua, a literatura e a cultura paraibanas”, diz o escritor Severino Ramalho Leite, presidente da entidade. “É uma iniciativa que se constitui como compromisso das duas instituições com uma educação que ultrapassa os limites da sala de aula e utiliza a literatura, a história, a linguagem e as artes como instrumentos de conhecimento, criatividade e formação cidadã.”

Literatura e Racismo é tema de oficina da APL para alunos da rede pública

Literatura e Racismo é tema de oficina da APL para alunos da rede pública A escritora e professora Mercedes Cavalcanti, sócia-efetiva da Academia Paraibana de Letras (APL), vem realizando uma importante oficina voltada para estudantes da rede pública estadual, tendo como tema “Literatura e Racismo”. A atividade tem como ponto de partida o romance Ponciá Vicêncio, da escritora brasileira Conceição Evaristo, e propõe uma reflexão sobre as relações entre literatura, racismo e sociedade brasileira. Durante o mês de agosto, Mercedes Cavalcanti já realizou duas oficinas. A primeira aconteceu no dia 6, com estudantes da Escola João Navarro Filho. A segunda foi realizada na última quarta-feira (13), na Escola Estadual Luiz Gonzaga de Albuquerque Burity. Ao todo, serão cinco oficinas com esse tema, realizadas pela ministrante ao longo do semestre, como parte do convênio celebrado entre a Academia Paraibana de Letras e a Secretaria de Estado da Educação, dentro do projeto “A Arte de Educar: Uma Viagem pelo Universo da Literatura e da História Paraibana”. Destinada a alunos do Fundamental II e do Ensino Médio, a oficina tem como foco a presença e as diferentes manifestações do racismo na literatura brasileira ao longo da história, buscando ampliar o conhecimento dos estudantes e estimular uma leitura crítica sobre a formação da sociedade brasileira. Entre as atividades propostas, os alunos são convidados a conceituar livremente o racismo, a partir de sua própria visão de mundo. A discussão parte de experiências pessoais, testemunhos, conhecimentos prévios e percepções construídas no cotidiano, criando um espaço de diálogo e reflexão. A iniciativa aproxima a literatura do universo dos estudantes e demonstra como a leitura pode ser também uma ferramenta de conhecimento, consciência e formação cidadã. Ao tomar a obra de Conceição Evaristo como referência, a oficina amplia o debate sobre identidade, memória, desigualdade e racismo, valorizando a literatura como instrumento de compreensão da realidade brasileira.

APL e Secretaria de Educação levam aula-espetáculo sobre História e Teatro para alunos da rede estadual

APL e Secretaria de Educação levam aula-espetáculo sobre História e Teatro para alunos da rede estadual Alunos da Escola Estadual Luiz Gonzaga de Albuquerque Burity, localizada no bairro de Tambiá, em João Pessoa, participaram na última terça-feira (11/08) da oficina, em formato de palestra motivadora, intitulada “Aula-Espetáculo: da História à Construção Teatral”. A atividade marcou o início de um circuito que levará a mesma formação a outras quatro unidades da rede estadual de ensino ao longo deste semestre. A iniciativa é fruto do convênio firmado entre a Academia Paraibana de Letras (APL) e a Secretaria de Estado da Educação, dentro do projeto “A Arte de Educar: Uma Viagem pelo Universo da Literatura e da História Paraibana”. O projeto promove ações de formação nas escolas estaduais, com a realização de oficinas, cursos e palestras destinadas tanto aos estudantes quanto ao corpo docente das unidades participantes. A aula-oficina foi ministrada pelo ator, diretor e professor de teatro Luiz Flávio Melo, responsável pelo curso de Iniciação Teatral realizado anualmente na Estação Cabo Branco, em João Pessoa. Ele esteve acompanhado do teatrólogo Tarcísio Pereira, membro da Academia Paraibana de Letras e autor de dezenas de peças teatrais, entre elas “De João para João”, espetáculo que serviu de base para a elaboração da atividade de formação junto aos estudantes. Com uma abordagem que aproximou história e linguagem teatral, a aula-espetáculo tomou como ponto de partida o assassinato de João Pessoa, ocorrido em 1930, para mostrar aos alunos como um acontecimento histórico pode ser transformado em matéria para a criação artística. A partir do processo de criação do espetáculo “De João para João”, os participantes conheceram etapas da construção dramatúrgica e da elaboração de uma montagem teatral. Além da exposição e do diálogo com os estudantes, a atividade contou com exercícios práticos de construção cênica, permitindo aos alunos experimentar procedimentos do fazer teatral e compreender, na prática, como elementos da história podem ganhar novas formas de expressão por meio do teatro. A ação integra o circuito de atividades do projeto “A Arte de Educar: Uma Viagem pelo Universo da Literatura e da História Paraibana”, que busca aproximar a produção cultural e literária paraibana do ambiente escolar, estimulando nos estudantes o conhecimento da história do Estado e o contato com diferentes linguagens artísticas.