Nº 31 – (2º SUCESSOR) MAGELA CANTALICE

CADEIRA Nº 31 2º SUCESSOR: GERALDO MAGELA CANTALICE Patrono: Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa (1865-1942) Fundador: Pe. Francisco Lima (1904-1972) 1º Sucessor: Oswaldo Trigueiro de Albuquerque Melo (1905-1989) 2º Sucessor: Geraldo Magela Cantalice (1921-1996) 3ª Sucessora: Ângela Maria Bezerra de Castro (atual ocupante) 2º Sucessor: Geraldo Magela Cantalice (1921-1996) Ocupação: Poeta, jornalista e advogado Eleito: 06/11/1989 Posse: 26/05/1990 Saudação: Manuel Batista de Medeiros BIOGRAFIA GERALDO MAGELA CANTALICE: Nasceu no município de Pirpirituba, Estado da Paraíba, no dia 18 de maio de 1921, e faleceu no dia 24 de setembro de 1996. Era filho de João Cantalice da Trindade e de D. Rosa Amélia Cantalice. Foi casado com a senhora Isabel Travisco Cantalice, união da qual nasceram três filhos: Geraldo, Carlos Alberto e Paulo Roberto. Iniciou seus estudos na Escola Elementar Mista de Pirpirituba. Por influência e conselho de Frei Martinho, seus pais o matricularam no Colégio Seráfico Santo Antônio, na capital paraibana, com o intuito de direcioná-lo à vida sacerdotal. No ano de 1936, foi transferido para a cidade de Rio Negro, no Estado do Paraná, onde deu continuidade aos estudos no Colégio Seráfico São Luís de Tolosa. Contudo, em 1939, consciente de sua ausência de vocação eclesiástica, desligou-se do seminário e transferiu-se para o Rio de Janeiro (então capital federal), onde ingressou nas fileiras da Polícia Militar do Distrito Federal, servindo até o término da Segunda Guerra Mundial, em 1945, quando alcançou o posto de Cabo de Esquadra. Graduou-se em Direito pela Universidade Católica de Salvador (UCSal), no Estado da Bahia. Ao retornar à Paraíba, fixou-se inicialmente em Guarabira, onde exerceu interinamente a função de Primeiro Tesoureiro da Prefeitura Municipal. No ano seguinte, vocacionado para o magistério, fundou um curso particular preparatório para os exames de admissão ao ginásio e, por recomendação do vigário local, assumiu a cátedra de Língua Inglesa no tradicional Colégio Nossa Senhora da Luz. Posteriormente, mudou-se para a capital do Estado, assumindo a direção do Instituto Arruda Câmara e demonstrando seu pioneirismo linguístico ao fundar o Tabajara Esperanto Klubo, primeiro clube dedicado à difusão do Esperanto na Paraíba. Em 1948, retornou ao Rio de Janeiro, ingressando na Companhia Internacional de Capitalização e, em seguida, sendo nomeado Redator do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), marco de sua estreia no jornalismo profissional. Na imprensa carioca, atuou ativamente nos jornais Gazeta de Notícias e Diário Trabalhista. Ao longo de sua versátil e cosmopolita carreira técnico-administrativa e docente, atuou ainda como escriturário da Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira, profissional de Relações Públicas da Mesbla S/A, funcionário da Panair do Brasil e lecionou as disciplinas de Direito Romano, Ética e Direito Canônico. Fixando-se na Bahia, exerceu o relevante cargo de Assessor Técnico da Secretaria de Governo do Estado durante a gestão do governador Antônio Carlos Magalhães. Por seu destacado relevo intelectual e pelos serviços prestados às letras e às instituições públicas, foi outorgado com os títulos de Cidadão Honorário das cidades de Salvador e de Itamaraju, bem como de Cidadão Benemérito do Estado da Bahia. Teve seu mérito reconhecido além das fronteiras paraibanas, figurando como sócio-correspondente da Academia Campinense de Letras (São Paulo), do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN) e da Academia de Trovas do Rio Grande do Norte. Consagrado cronista, jornalista e humanista, foi eleito membro efetivo da Academia Paraibana de Letras (APL). Ingressou solenemente no sodalício no dia 26 de maio de 1990, ocasião em que tomou posse em sua Cadeira e foi recepcionado com o tradicional discurso de saudação do ilustre acadêmico Manuel Batista de Medeiros. PUBLICAÇÕES Folhas de outono Trevas de luz Pérolas de amor Flores da noite Vozes d’alma Réstias de Luar Ecos do silêncio Festival de solidão Lição do tempo Fantasia de palhaço Taça de cristal Brinde de amor Luzeiros da fé (poemas religiosos) Brasil Porque não sou comunista Brèsil (bilíngüe) Noções do Direito Romano Influência do cristianismo sobre o Direito Romano Institutas-sinopse de Direito Romano
Nº 28 – (1º SUCESSOR) MILTON PAIVA

CADEIRA Nº 28 1º SUCESSOR: MILTON FERREIRA DE PAIVA Patrono: Pe. Lindolpho José Correa das Neves (1819-1884) Fundador: Apolônio Carneiro da Cunha Nóbrega (1909-1967) 1º Sucessor: Milton Ferreira Paiva (1923-2002) 2º Sucessor: Mons. Marcos Augusto Trindade (1928-2021) 3º Sucessor: Rui Cezar de Vasconcelos Leitão (atual ocupante) Fundador: Apolônio Carneiro da Cunha Nóbrega (1909-1967) Ocupação: Promotor de Justiça e jornalista Eleito: 23/05/1959 Posse: 10/10/1959 Saudação: Oscar de Oliveira Castro BIOGRAFIA MILTON FERREIRA DE PAIVA: Nasceu no município de Pilar, Estado da Paraíba, em 07 de junho de 1923, e faleceu em João Pessoa, no dia 21 de maio de 1993. Era filho de Sebastião Bastos de Paiva e de D. Maria do Carmo Ferreira de Paiva. Foi casado com a senhora Marilda Figueiredo de Paiva. Realizou seus estudos iniciais em sua cidade natal e cursou o secundário no Seminário Arquidiocesano da Paraíba, na capital. Graduou-se em Letras Clássicas pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Manuel da Nóbrega (atual Universidade Católica de Pernambuco – UNICAP). Possuía ainda formação nos cursos de Direito e de Filosofia, além de Especialização em Linguística, área que o levou a realizar um importante estágio acadêmico na Universidade de Coimbra, em Portugal. Dedicou sua vida pública e profissional à causa da educação, construindo uma das mais brilhantes e longevas trajetórias no magistério e na gestão educacional da Paraíba. Na educação básica e secundária, exerceu a direção do Colégio Estadual de Campina Grande (atual Colégio Estadual da Prata) e do tradicional Lyceu Paraibano. Na administração pública estadual, assumiu a direção do Departamento de Educação do Estado e exerceu, de forma interina, o cargo de Secretário de Educação e Cultura da Paraíba. Integrou também, com destacada atuação técnica, os quadros do Conselho Estadual de Educação. No magistério superior, consolidou-se como um dos mais respeitados professores de Língua Portuguesa da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Na instituição, sua liderança e capacidade administrativa guiaram-no por postos de altíssima relevância: foi diretor do antigo Instituto Central de Letras, diretor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, e diretor do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA). No plano federal e de articulação pedagógica, atuou como Coordenador da Comissão do Livro Técnico e do Livro Didático (COLTED) e foi o Coordenador da Representação do Ministério da Educação (MEC) no estado da Paraíba. O ápice de sua carreira universitária deu-se ao ascender ao cargo máximo de Reitor da UFPB, gestão marcada pela expansão e consolidação acadêmica da instituição, onde também serviu como membro ativo de sua Comissão Editorial. Por seu incomensurável contributo ao desenvolvimento cultural e científico do estado, foi agraciado com a Medalha do Mérito Educacional, concedida por decisão unânime do Conselho Universitário da UFPB, e recebeu o Diploma de Honra ao Mérito outorgado pelo Conselho Estadual de Cultura. Intelectual e filólogo de largo prestígio, integrou os quadros de membros efetivos da Academia de Letras de Campina Grande (ALCG). Consagrado como um dos grandes nomes da intelectualidade e da educação paraibanas, foi eleito membro efetivo da Academia Paraibana de Letras (APL). Ingressou solenemente no sodalício no dia 29 de maio de 1981, ocasião em que tomou posse em sua Cadeira e foi recepcionado com o discurso de saudação do acadêmico e amigo José Rafael de Menezes. PUBLICAÇÕES A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras no contexto do ensino superior brasileiro O papel da universidade brasileira no desenvolvimento nacional Perspectivas da reforma universitária Uma análise da educação brasileira A flexão dos nomes nas principais línguas românicas O ensino de português em face das novas correntes lingüísticas O substantivo – uma classe de palavras Discurso de posse na Academia de Letras de Campina Grande Uma edição crítica de A bagaceira O itinerário de Durmeval Trigueiro da Paraíba à educação brasileira
Nº 24 – (2º SUCESSOR) EVALDO GONÇALVES
EVALDO GONÇALVES de Queiroz :Nasceu em São João do Cariri, Estado da Paraíba, em 15 de junho de 1933; filho de José Gonçalves de Queiroz e d. Felismina Maria de Queiroz. Estudou no Colégio Diocesano Pio XI, em Campina Grande, tendo os cursos de Direito, pela Universidade Federal da Paraíba e Filosofia, pela Universidade Federal de Pernambuco. É advogado, professor universitário, escritor e político. Entre as funções públicas, ressaltamos: Funcionário do IBGE –Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística; Diretor de Educação e Cultura de Campina Grande; Promotor Público das Comarcas de Pocinhos e Campina Grande; Secretário da Administração de Campina Grande; secretário da Administração do Estado, na no governo Ernani Sátyro; Chefe da Casa Civil do Governo do Estado da Paraíba, 1973;, ; atualmente, ocupa o cargo de Secretário da Ação Social do Governo do Estado, tendo ocupado, também, a Secretaria de Educação do Estado, neste ano de 2000. Foi professor de História Gral e do Brasil no Colégio Diocesano Pio XI, Colégio Estadual de Campina Grande e do Colégio Técnico de Administração; professor de Geografia Humana da Faculdade de Ciências Econômicas de Campina Grande e professor de Geografia Econômica da Faculdade de Ciências da Administração da Universidade Regional do Nordeste; professor de Estudos dos Problemas Brasileiros da UFPB. Vereador em Campina Grande; Deputado Estadual, por três mandatos consecutivos; Governador , eventual, do Estado, em 1985; Deputado Federal (1986/1994); membro do Conselho Estadual de Educação do Estado; membro efetivo da Associação Brasileira de Técnicos em Administração. Foi Presidente da Assembléia Legislativa do Estado (1985/86); Líder do Governo Ivan Bichara, 1976/78; Alguns dos seus trabalhos publicados: Ocidentes: legados e perspectivas, 1957; A América pré-colombiana, 1957; Nossa primeira defesa (discurso de orador de turma), 1963; Do horário do comércio (parecer), 1963; Do “Quorum” nas câmaras de vereadores (parecer), 1963; Capitalismo: crises e alternativas, 1964; Geografia humana: Conceito e objetivo, 1964; Modelos de código tributário municipal, 1969; Manuais de serviço tributário e patrimônio, 1969; Plano de classificação de cargos, 1969; A verdade, somente averdade, 1970; Integração política: fatos de segurança nacional (discurso como orador ta turma do II Ciclo de Estudos sobre o Desenvolvimento e Segurança, promovido pela ADESG); A revolução brasileira: desenvolvimento e modelo político, 1975; Festa do dever cumprido, 1975; José Américo: profeta em sua terra, 1977; João Calmon: cidadão do Brasil, 1977; Da recompensa de ser Deputado, 1978; Da hora e da vez de agradecer, 1981; Argemiro: líder do seu povo, 1981;Sonho de estudante, lição de eternidade, 1981; Afonso Campos e Campina naprimeira república, 1981; Três discursos: Mais um dos nossos- A grandeza doquotidiano e Ouvir ou ver estrelas?, 1983; O mundo começa em Campina, 1984; Epitácio contra o epitacismo?; Auroras que jamais entardecerão, 1984; A hora éesta! o nordeste não pode mais esperar, 1987; À Paraíba sempre, 1989; Meu capitalé o trabalho, 1990; Valeu, amigos!, 1991; Memória política, 1993; Alegria de poder voltar, 1994; Elpídio: o homem – encontro, 1998; Signos da Paraíba, 1990; Cristiano Lauritzen, 2000. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: Curriculum vitae elaborado pelo acadêmico.
Nº 23 – (3º SUCESSOR) MARIANA CANTALICE SOARES
CADEIRA Nº 23 3ª SUCESSORA: MARIANA CANTALICE SOARES Patrono: Theodomiro Ferreira Neves Júnior (1875-1940) Fundador: Álvaro Pereira de Carvalho (1885-1952) 1º Sucessor: Aurélio Moreno de Albuquerque (1912-1981) 2º Sucessor: Abelardo de Araújo Jurema (1914-1999) 3ª Sucessora: Mariana Cantalice Soares (1947-2010) 4º Sucessor: Paulo de Tasso Benevides Gadelha (1942-2013) 5ª Sucessora: Maria de Fátima Bezerra Cavalcanti Maranhão (atual ocupante) 3ª Sucessora: Mariana Cantalice Soares (1947-2010) Ocupação: Professora e escritora Eleito: 21/05/1999 Posse: 28/01/2000 Saudação: Carlos Augusto Romero BIOGRAFIA MARIANA CANTALICE SOARES: Nasceu na cidade de João Pessoa, capital do Estado da Paraíba, no dia 04 de julho de 1947, e faleceu nesta mesma cidade, no dia 16 de março de 2019. Era filha do Dr. João Soares, médico pediatra de reconhecido conceito na capital, e de D. Maria Carmem Cantalice Soares. Realizou todos os seus estudos iniciais e de formação básica em sua terra natal, no Colégio Nossa Senhora de Lourdes, desde o jardim de infância até a conclusão do Curso Pedagógico. Graduou-se em Letras (Vernáculo) pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), instituição pela qual também obteve o título de Mestra em Literatura Brasileira, tendo defendido dissertação de relevo sobre a obra do romancista José Lins do Rego. Consolidou uma respeitável e sólida trajetória no magistério superior como professora titular de Literatura Brasileira na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), lotada no Campus III, onde exerceu a docência por mais de duas décadas. Intelectual de múltiplos recursos e sensibilidade artística aguçada, conciliou as atividades acadêmicas com a dedicação à música, às artes plásticas — com destaque para a pintura — e à coordenação e organização de diversos eventos e certames culturais no estado. No campo da imprensa e da difusão cultural, manteve por longo período uma coluna regular no jornal O Momento, intitulada “A palavra e o instante”. Participou ativamente de inúmeros congressos, seminários e palestras em âmbito nacional, dedicando-se primordialmente ao estudo e à divulgação de autores brasileiros, com especial ênfase na literatura produzida na Paraíba. Integrou com destaque os quadros da Academia Feminina de Letras e Artes da Paraíba (AFLAP) e da Academia Paraibana de Poesia (APP). Em reconhecimento ao valor de sua produção intelectual e de seu ensaísmo, foi eleita para a Academia Paraibana de Letras (APL), tomando posse solenemente em sua Cadeira no dia 28 de janeiro de 2000, ocasião em que foi recepcionada com o discurso de saudação do acadêmico Carlos Romero. PUBLICAÇÕES Crônicas do entardecer Encantos e desencantos O ontológico na obra de José Lins do Rego Juarez Batista Literatura Brasileira: uma abordagem prática Parahyba: segredos e revelações Vida, vida 3º milênio: discursos do entardecer José Lins do Rego – ícone da literatura paraibana Vozes do silêncio
Nº 22 – (1º SUCESSOR) JOMAR MORAIS SOUTO
JOMAR MORAIS SOUTO: Nasceu em 23 de agosto de 1935, em Santa Luzia do Sabugy, Estado da Paraíba; filho do casal João Paulino Souto e Maria Morais Souto.No ano de 1941, a família transferiu-se para a capital do Estado, iniciando, então, os estudos. Fez o curso primário no Grupo Escolar Epitácio Pessoa, o ginásio no Colégio Marista Pio X e o secundário (Clássico), no Lyceu Paraibano. Graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade do Recife, em 1964, após ter cancelado a matrícula na UFPB, na década de 50, por motivos pessoais. Ingressou no serviço público, aos 18 anos, através de concurso para o IAPI (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários); mais tarde, durante uma pausa na sua criação artístico-literária, forçada por força do AI-5, preparou-se para submeter-se a um novo concurso, dessa vez para o Ministério Público. Aprovado, foi nomeado Promotor de Justiça, com atuação na Comarca de São José de Piranhas, alto sertão paraibano. Na década de 70, integrou a equipe do Gabinete do Governador Tarcísio Burity. Introduzido por Nicodemus Lopes, estreou no Jornal O Estado publicando as suas primeiras crônicas e reportagens; em 1958, o Jornal A União publica seus poemas, ilustrados por Ivan Freitas; no ano seguinte mereceu elogios do escritor pernambucano Mauro Mota, pelo destaque que teve na coletânea de poesias intitulada Geração 59, elaborada por um grupo de jovens poetas paraibanos. “Pela capacidade de novos métodos de assimilação poética, ao lado de uma imaginética que o coloca entre os melhores representantes de sua geração, entre os melhores e mais promissores” (trecho de uma entrevista concedida por Mauro Mota ao Suplemento Letras e Artes, suplemento de A União, em 1959). Em 1961, participou de um encontro nacional de escritores, no Rio de Janeiro, a convite do jornalista Adalberto Barreto, presidente à época da API, oportunidade em que conheceu o poeta Vinicius de Morais, advindo daí, uma sólida amizade. A produção poética de Jomar Souto é bastante diversificada, encontra-se presente na literatura, no teatro, no cinema, na música. Apresentamos, aqui, alguns dos seus trabalhos: Geração 59, 1959 (coletânea de poemas); Pedra de espera, 1961 (Prêmio Augusto dos Anjos); Itinerário lírico da cidade de João Pessoa, 1962, já em várias edições; Elegia para um camponês morto na Fazenda Miriri; Noturno do adro da Igreja de São Francisco e Sonetos das harpas do areal ( apresentados na Exposição Poemas dentro do rio, realizada no Rio Capibaribe, Recife);Fazenda de murmúrios, 1980; Canto da capitania real de Nossa Senhora das Neves, 1985 ( Prêmio de poesia no Quarto Centenário de Fundação da Paraíba); Agrarianas e outros poemas escolhidos, 1996. Teatro: Em 1969, participou do elenco da peça PA-RA-Í- BÊ-A-BA, dirigida por Paulo Pontes, declamando versos seus e de Augusto dos Anjos; o Poema Reina calma no país foi musicado pelo compositor Marcos Vinicius e Sabia, sabiá por Vital Farias, tendo sido apresentados em Festivais de Música Popular Brasileira no Teatro Santa Rosa, saindo vitoriosos. Cinema; compôs as trilhas poéticas dos filmes País de São Saruê, Conterrâneos velhos de guerra e Bolandeira, todos do cineasta paraibano Vladimir Carvalho e todos premiados. Jomar Souto ingressou na Academia Paraibana de Letras, em 23 de maio de 1998, saudado pelo acadêmico Luiz Gonzaga Rodrigues. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: Informações fornecidas pelo acadêmico.
Nº 06 – (1º SUCESSOR) HILDEBERTO BARBOSA FILHO
SUCESSOR: HILDEBERTO BARBOSA FILHO HILDEBERTO BARBOSA Filho: Hildeberto Barbosa Filho nasceu em 09 de outubro de 1954, na cidade de Aroeiras, Estado da Paraíba. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal da Paraíba; tem curso de Licenciatura em Letras Clássicas e Vernáculas (UFPB); Especialização em Direito Penal, pela USP e Mestrado em Literatura Brasileira, pela UFPB, com dissertação intitulada Sanhauá: poesia e modernidade. Logo cedo, iniciou sua vida de professor, lecionando Língua Portuguesa e Literatura Brasileira em colégios públicos e particulares. Ingressou no ensino superior, através de concurso público, sendo, atualmente, professor da Universidade Federal da Paraíba, lecionando Literatura Brasileira, Teoria da Literatura e Literatura Portuguesa, no curso de Letras, ministrando aulas, também, no curso de Comunicação Social, ao mesmo tempo, prepara-se para concluir o curso de doutorado em Literatura Paraibana. Além de professor universitário, Hildeberto é crítico literário, escritor, poeta e jornalista; mantém uma coluna em o Jornal O Norte, escrevendo sobre literatura. Colabora em os jornais A União, Correio da Paraíba, O Momento, Correio das Artes; Jornal do Comércio e Diário de Pernambuco (PE); O Galo (RN), O Pão (CE); D.O. Leitura (SP); Suplemento Literário de Minas Gerais (MG) e a Revista Cultura Vozes (RJ). Coordenou o Projeto LER e editou a revista Ler. Constantemente, é convidado para participar em simpósios, congresso e seminário como palestrante e conferencista. Assumiu a Cadeira nº 06 da APL, em 10 de setembro de 1999, recepcionado pelo acadêmico José Octávio de Arruda Mello. Bibliografia: (Poesia) A geometria da paixão, UNIGRAF, 1986; O livro da agonia e outros poemas, Idéia, 1991; São teus estes boleros.João Pessoa: Idéia, 1992; O exílio dos dias.João Pessoa: Idéia, 1994; Desolado lobo.João Pessoa: Idéia, 1994; A comarca das pedras João Pessoa: Manufatura, 1997; Ofertório dos bens naturais. João Pessoa: Manufatura, 1998. Crítica literária e ensaios: Aspecto do Augusto dos Anjos. João Pessoa: SEC/DGC, 1981; A convivência crítica: ensaios sobre a produção literária da Paraíba. João Pessoa: Governo do Estado, 1985; Ascendino Leite: a paixão de ver e sentir. João Pessoa: SECETUR, 1985; Osias Gomes: a plenitude humana e literária. João Pessoa: SECETUR, 1986; Sanhauá: uma ponte para a modernidade. João Pessoa: FUNESC, 1989; A impressão da palavra: literatura e jornalismo cultural. João Pessoa: Idéia, 1993; Os desenredos da criação: livros e autores paraibanos. João Pessoa: UFPB, 1996; Namoro com a doce banalidade. João Pessoa: Idéia, 1997. Além dessas publicações, Hildeberto tem várias outras em co-autoria como, também, participação em obras coletivas, e alguns títulos a publicar. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: Currículo elaborado pelo acadêmico.
Nº 04 – (1º SUCESSOR) JOSÉ LOUREIRO LOPES
1°. SUCESSOR: JOSÉ LOUREIRO LOPES JOSÉ LOUREIRO Lopes: Nasceu em 26 de junho de 1940, em Piancó, Estado da Paraíba; filho do casal Severino Ramos Lopes e D.Beatriz Loureiro Lopes, casado com a senhora Marília de Medeiros Lopes, deste matrimônio nasceram as filhas Patrícia e Christiane. Estudou no Seminário de Patos, concluindo o curso de Humanidades no Seminário Arquidiocesano da Paraíba, tendo curso de Licenciatura e Mestrado em Filosofia e Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália; doutorado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Pós-doutorado na Westfalische Wilhelms-Universsita Munster, Alemanha, em 1990. Tema: Educação e Trabalho. Possui cursos de Extensão Cultural sobre Sociologia do desenvolvimento; sobre Introdução à economia e sobre Sociologia religiosa e paroquial, Pontifício Colégio Pio Brasileiro, em Roma, entre os anos de 1962/1965, além de outros cursos. Ingressou no magistério superior, através de concurso público, lecionando na Universidade Federal da Paraíba as disciplinas Sociologia e Psicologia da Educação. Já exerceu, entre outras, as funções: Diretor da Rádio Alto Piranhas, da cidade de Cajazeira, Pb; Diretor de Departamento de Educação Primária da Secretaria de Educação da Paraíba, 1969/71; Secretário Geral do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, 1971/73; Diretor do Instituto de Psicologia dos Institutos Paraibanos de Educação (IPÊ), 1972/76; Diretor da Faculdade de Educação (IPÊ), 1980/1990; Membro do Conselho Estadual de Educação, em vários mandatos; Secretário da Educação e Cultura do Estado da Paraíba, de setembro de 1988 a março de 1990; Pró -Reitor de Graduação da UFPB, de setembro de 1988 a março de 1990; Pró -Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa da UFPB., de abril de 1900 a setembro de 1992. Atualmente, desempenha as funções: Membro do Conselho Municipal de Educação; Membro fundador de Conselheiro do IPÊ; Pró-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da UNIPÊ, João Pessoa-Pb., desde setembro/94. Bibliografia: O salário da educação, aspectos legais e sistemática operacional (Boletim, nº 02/SEC); Ensino Supletivo, o novo desafio(Revista Horizonte,nº01/76/UFPB.);Gramsci, um novo bloco histórico(UFPB, Cadernos de Educação,nº 07/1982) Teoria eprática em educação(Cadernos de educação, UFPB); Educação de Adultos noBrasil:Legislação e Ideologia (São Paulo: PUC/1984-Tese de doutorado);Uma históriada educação na Paraíba .In: Mello, José Octávio de Arruda.Coord. Capítulos de Históriada Paraíba, p.448 /453. Campina Grande: 1987. Palestras: O papel dos Kibbutz no desenvolvimento de Israel (Lions Club de Cajazeiras, 1967; Comunidade e Sociedade (1º encontro de líderes de conjuntos residenciais, CEHAP); A educação na Paraíba: Problemas e Perspectivas(Encontro sobre recursos humanos para a educação, UFPB/IPÊ); O papel da Arquidiocese da Paraíba na formação dos intelectuais: O contributo jornalístico(Curso de História, UFPB/1994). Trabalhos acadêmicos: Repensando as funções do educador escolar: um novo intelectual em formação? (PUC/São Paulo/1980); Repensando o educador escolar: onde buscar o significado das diferentes funções e habilitações técnicas (PUC/SãoPaulo/1980); Um novo educador escolar (PUC/São Paulo/1980): Uma leitura da obra de Gramsci (PUC/São Paulo/1980); Legislação Educacional Brasileira: como chegar à realidade que oculta (PUC/São Paulo/1981); Reflexões sobre a UNIPÊ: sua identidade e ação (UNIPÊ/João Pessoa: 1997); Centros universitários: Uma proposta em desenvolvimento (UNIPÊ)João Pessoa: 1997). REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: Currículo elaborado pelo acadêmico.
Nº 03 – (2º SUCESSOR) EILZO NOGUEIRA MATOS
2º. SUCESSOR : EILZO NOGUEIRA MATOS EILZO Nogueira MATOS, escritor, advogado, político e acadêmico, nasceu no sítio Gato Preto, localizado nos arredores do Município de Sousa, Paraíba, a 23 de junho de 1934, filho de Tiburtino Leite Matos Rolim e de Natércia Nogueira Matos. É pai de cinco filhos em primeiro matrimônio: Sandra, Sônia, Ênio, Francisco Carlos e José Fábio; com mais três, do segundo: Edna, Érica e Tiburtino. Eilzo cursou o primário e secundário em Sousa, Patos, Mossoró e Campina Grande, bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Recife. Exerceu, inicialmente, entre vários outros cargos, o de advogado de ofício de Terceira Entrância. Foi presidente da Fundação Cultural do Estado da Paraíba, membro do Conselho Estadual de Cultura, do Conselho do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba, e, entre outros cargos e funções, diretor da Rádio Tabajara. Ao tempo em que comandava a emissora oficial, era também presidente do programa “Partners of the Americas”, na Paraíba, elaborando, com a ajuda do escritor, jornalista editor Evandro da Nóbrega, uma série de programas sobre a cultura paraibana, a fim de ser ouvida na rádio Latino-americana de Connecticut. Como político, Eilzo foi eleito para Deputado Estadual, em dias Legislaturas, em 1971 e em 1979, tendo, outrossim, exercido os postos de Secretário de Segurança Pública, em 1976 e secretário do Interior e Justiça do Estado da Paraíba, em 1978. Um feito marcante de sua vida pública foi a criação da Faculdade de Direito de Sousa, desde sua idealização até a instalação. Também sendo de sua lavra a criação do Festival de Inverno da cidade de Areia, reunindo intelectuais de todas as especialidades, para a discussão dos problemas culturais do país. Eilzo Matos é membro da Academia Paraibana de Letras. Afastado da militância político-partidária, recolheu-se à fazenda “Lagoa de Baixo”, de sua propriedade, no Município de Pombal.
Nº 07 – (2º SUCESSOR) DORGIVAL TERCEIRO NETO
CADEIRA Nº 07 2º SUCESSOR: DORGIVAL TERCEIRO NETO Patrono: Artur Achiles dos Santos (1864-1916) Fundador: João Rodrigues Coriolano de Medeiros (1875-1974) 1º Sucessor: Maurílio Augusto de Almeida (1926-1998) 2º Sucessor: Dorgival Terceiro Neto (1932-2013) 3º Sucessor: Severino Ramalho Leite (atual ocupante) 2º Sucessor: Dorgival Terceiro Neto (1932-2013) Ocupação: Professor, advogado e jornalista Eleito: 18/09/1998 Posse: 17/06/1999 Saudação: Luiz Gonzaga Rodrigues BIOGRAFIA DORGIVAL TERCEIRO NETO: Nasceu na Fazenda Santa Maria, município de Taperoá, Estado da Paraíba, em 12 de setembro de 1932, filho do Senhor Melquíades Vilar e D. Eliza Vilar; faleceu em João Pessoa, Estado da Paraíba, em 12 de abril de 2013. Fez os cursos de Admissão e Ginasial no Ginásio Diocesano de Patos, entre os anos de 1945 e 1949, e o curso Clássico no Lyceu Paraibano (1950/52). Em 1937, bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Paraíba. Iniciou a vida profissional no D.E.R, como auxiliar e escritório, ascendendo a escriturário; foi Chefe de Pessoal, Assessor Administrativo e Procurador Geral. Posteriormente, passou a atuar no Tribunal de Justiça como Subsecretário, em substituição ao titular; foi Secretário Geral da UFPB. antes da sua federalização, no reitorado do Prof. Mário Moacyr Porto, tendo, ainda, contribuído para a concretização do enquadramento da entidade como órgão federal, na instrumentação dos expedientes referentes ao ato. Exerceu as funções de Assessor Especial do antigo Conselho Estadual do Desenvolvimento, Diretor de Crédito de Fomento do Banco do Estado da Paraíba, tendo implantado as Carteiras Especializadas de Crédito Rural, Crédito Industrial e de Operações Especiais; foi Procurador do Estado da Paraíba, Professor de Direito Civil e de Direito Agrário da UFPB; Prefeito de João Pessoa, Vice-Governador e Governador do Estado, no período de agosto/78 a março/79. Aposentado do serviço público, é advogado militante e jornalista. No Jornal A União, foi redator, redator-chefe, secretário e diretor eventual, dedica-se à pesquisa histórica, publicando os seus trabalhos na imprensa local. É membro do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano e recebeu a Comenda do Mérito Cultural José Maria dos Santos, outorgada pelo IHGP. Assumiu a sua cadeira na Academia Paraibana de Letras, em 17 de junho de 1999, recepcionado pelo jornalista e acadêmico Luiz Gonzaga Rodrigues. PUBLICAÇÕES Noções preliminares de Direito Agrário Taperoá crônica para sua história Paraíba de ontem, evocações de hoje Gente de ontem, histórias de sempre Quarta mensagem ao poder legislativo
Nº 18 – (4º SUCESSOR) FRANCISCO SALES GAUDÊNCIO

Francisco Sales Gaudêncio : em construção