25 – Astênio César

CADEIRA Nº 25 2º SUCESSOR: ASTÊNIO CÉSAR FERNANDES Patrono: Severino Peryllo de Oliveira (1898-1930) Fundador: João Lelis de Luna Freire (1909-1954) 1º Sucessor: José Rafael de Menezes (1924-2009) 2º Sucessor: Astênio César Fernandes (atual ocupante) 2º Sucessor: Astênio César Fernandes (atual ocupante) Ocupação: Médico Eleito: 25/02/2010 Posse: 07/05/2010 Saudação: José Loureiro Lopes BIOGRAFIA Médico, escritor e pesquisador, Astênio César Fernandes foi eleito para a Academia Paraibana de Letras em 25 de fevereiro de 2010. Saudado pelo acadêmico José Loureiro Lopes, tomou posse no dia 07 de maio de 2010 em solenidade realizada no auditório do Espaço Cultural do UNIPÊ. Nascido em Campina Grande/Paraíba, em 20 de dezembro de 1947, Astenio é filho de Antonio Fernandes de Medeiros e Anna de Almeida Cesar Fernandes. É casado com a médica oftalmologista, e professora, Yone Maria Rocha Cesar Fernandes. Pai de Mariana Rocha Fernandes de Carvalho, Arthur Rocha Cesar Fernandes e Bruno Rocha Cesar Fernandes, é avô de Lara Fernandes de Carvalho, Lucas Fernandes de Carvalho e o mais novo neto, Ravi, filho de Arthur. Astenio Fernandes teve estudos secundários no Colégio Estadual Liceu do Ceará em Fortaleza; graduação em Medicina na Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa/PB; residência médica e especialização (em oftalmologia) no Hospital São Geraldo – Serviço do professor Hilton Rocha – em Belo Horizonte/MG. Na Universidade Federal de Minas Gerais concluiu também tese de doutorado em Medicina, aprovada com nota máxima, em 1980. No hospital Hôtel-Dieu de Paris da Université Pierre et Marie Curie de Paris realizou pós-doutorado – sob orientação do professor Yves Pouliquen – no período de 1990 a 1991. Coordenando o Programa de Intercâmbio Internacional Brasil/França, celebrado pelo MEC e envolvendo o Hospital Lauro Wanderley (Brasil) e o Centro Hospitalar Universitário de Nice (França), estagiou no Hôpital Pasteur da Université Sophia Antipolis, emNice/França, em 1998. Na Universidade Federal da Paraíba foi professor da disciplina oftalmologia, no Centro de Ciências da Saúde (CCS), em Cursos de graduação e residência médica credenciada pelo MEC. No Centro de Ciências da Saúde foi fundador, coordenador adjunto e professor de didática, do Programa de Doutorado em Ciências da Saúde. Durante a atividade docente, idealizou e criou o Centro de Referência Oftalmológica (CEROF) e o Programa de Residência Médica, sendo coordenador de ambos, de 2002 a 2005. Na UFPB desempenhou outras atividades: membro do Comitê Local do PIBIC-CNPq, de 1998 a 1999; presidente do Conselho Curador da Fundação José Américo (por três períodos administrativos) e membro titular do Conselho Superior Universitário (CONSUNI) de 1999 a 2001; Diretor de Ensino Pesquisa e Extensão do Hospital Lauro Wanderley de 1996 a 2005. Docente, participou de bancas examinadoras de monografias de mestrado e teses de doutorado e orientou monografias de mestrado e outras pesquisas acadêmicas, nas Universidades Federais da Paraíba e Minas Gerais, nas áreas de Medicina, Engenharia de Produção e Enfermagem. Foi ainda palestrante, coordenador e debatedor, em mais de noventa Cursos, Seminários e Congressos, no Brasil e no exterior e membro e presidente de Comissões de Concurso Público para seleções de docentes e de médicos oftalmologistas de Hospitais Universitários. José Rafael de Menezes, prefaciando o seu livro inaugural em poesia (“Âkâsha – poemas”), afirmou: “Hoje, o convite de Astenio Cesar Fernandes me distingue e reconfirma as afinidades que cultivo com esse magnânimo poeta, cuja familiaridade com meu amigo José Américo de Almeida vem selar ainda mais a admiração que nutro pela sua pessoa (…). Astenio apresenta-nos versos livres, mas também ousa com sucesso a difícil técnica do soneto (…). Outra vertente por onde percorre o poeta Astenio é a liberdade. Foi assim que eu li Âkâsha. É isso que penso sobre sua significante obra”. Acerca deste livro, disse ainda, em “TESSITURAS”, a crítica literária e professora, Elizabeth Marinheiro: “Sou mesmo fissurada em livros. Daí porque recomendo a leitura de Âkâsha da autoria de Astenio Fernandes”. Em sua trajetória cultural, Astenio Fernandes apresenta outros títulos: membro honorário do Instituto Histórico e Geográfico do Estado do Rio Grande do Norte; membro efetivo da Academia Paraibana de Filosofia; presidente do Comitê Diretor da Campanha Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC – Estado da Paraíba, de 1988 a 1989; presidente do Comitê Diretor da Associação de Cultura Franco-Brasileira, Aliança Francesa de João Pessoa, de 1996 a 1999; vice-presidente da União Brasileira de Escritores, Seccional/Paraíba, em 2007. Ganhou muitas honrarias, sendo elas: Patente de Grande Inspetor Geral Grau 33, Supremo Conselho Maçônico do Rito Escocês Antigo e Aceito para a República Federativa do Brasil, 1980; Medalha e Diploma de Amigo da Marinha (concedidos pela Marinha do Brasil), 1988; Título de Cidadão de João Pessoa – Câmara Municipal de João Pessoa/PB, 1989; Medalha da Inconfidência – GLMG, Minas Gerais, 1989; Medalha do Mérito Educacional e Cultural – Secretaria de Educação da Prefeitura Municipal de João Pessoa/PB, 1992; Diploma de Colaborador Emérito do Exército Brasileiro (concedido pelo Comando Militar do Nordeste), 1996; Medalha de Honra ao Mérito, do Centre Hospitalier Universitaire de Nice, France, 1997; Paraninfo dos concluintes do Curso de Medicina período 98.2, do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Paraíba, 1998; Diploma de Preito de Reconhecimento e Gratidão pelos serviços prestados ao Hospital de Guarnição de João Pessoa, e como amigo do referido hospital, 1998; Membro Benemérito da Grande Loja Maçônica de Minas Gerais, 1979; Homenagem especial de agradecimento da Universidade Federal de Ouro Preto, Minas Gerais, por serviços prestados ao Programa de Alfabetização Solidária, 2000; Certificado de reconhecimento e agradecimento do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, 2002; Distinção: ministrante da “Aula da Saudade” dos concluintes do Curso de Medicina, da UFPB, 2002; Moção de elogio: do Conselho do Centro de Ciências da Saúde, pelo desempenho e dedicação frente à Coordenação da Residência Médica em Oftalmologia, 2004; Inclusão em “Personalidade Destaque da Paraíba”, no livro “ASSIM EU DISSE”, do memorialista Itapuan Botto Targino (Edit. Ideia), 2005; Inclusão no ranking dos cientistas mais consultados do mundo – IRC 2005, Centro de Ciências da Saúde da UFPB baseado no Institute of Science Information, Thomson, EUA; Medalha Epitácio Pessoa – concedida pela Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, 2006; Diploma de Colaborador Emérito da Universidade Federal de Ouro Preto/MG, 2006; CERTIFICATE OF APRECIATION – INTERNACIONAL LIONS CLUBS – COMO RECONHECIMENTO E DISTINÇÃO, 2007; Votos de aplausos da
23 – Fátima Bezerra

CADEIRA Nº 23 5ª SUCESSORA: FÁTIMA BEZERRA CAVALCANTI Patrono: Theodomiro Ferreira Neves Júnior (1875-1940) Fundador: Álvaro Pereira de Carvalho (1885-1952) 1º Sucessor: Aurélio Moreno de Albuquerque (1912-1981) 2º Sucessor: Abelardo de Araújo Jurema (1914-1999) 3ª Sucessora: Mariana Cantalice Soares (1947-2010) 4º Sucessor: Paulo de Tasso Benevides Gadelha (1942-2013) 5ª Sucessora: Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti Maranhão (atual ocupante) 5ª Sucessora: Maria de Fátima Bezerra Cavalcanti Maranhão (atual ocupante) Ocupação: Desembargadora Eleito: 12/07/2013 Posse: 27/09/2013 Saudação: José Nêumanne Pinto BIOGRAFIA Juíza na comarca de Pilões, aprovada no 43º Concurso de Juiz de Direito, em 1º lugar. Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti Maranhão é autora do livro “Guiadas pela justiça, movidas pela fé”, (Editora Forma). além de outras obras. A acadêmica, escritora e desembargadora Maria de Fátima Bezerra Cavalcanti Maranhão, nasceu em João Pessoa, filha de Maria Alice Moraes Bezerra e Cavalcanti e Antônio Waldir Bezerra Cavalcanti. Viúva do senador José Targino Maranhão e mãe de Maria Alice Bezerra Cavalcanti Maranhão e Leônidas Bezerra Cavalcanti Targino Maranhão. Foi a primeira mulher a ser empossada como desembargadora do Tribunal de Justiça da Paraíba, tendo sido a primeira também a ser presidente do TJPB. Na Academia Paraibana de Letras, Fátima Bezerra ocupa a Cadeira 23, cujo patrono é o jornalista Theodomiro Ferreira Neves Júnior, que nasceu na antiga Parayba em 1875. O último a ocupar a Cadeira 23 foi o desembargador Paulo Gadelha. Fez o curso de Direito, na Universidade Federal da Paraíba, concluído em 27/12/1978 e tem Pós-Graduação em Direito pela Universidade Federal da Paraíba. Sua área de especialização é Direito Processual Civil. Antes de ingressar na magistratura, foi advogada entre 1979 e 1984, no escritório do seu genitor, Antônio Waldir Bezerra Cavalcanti. Ingressou na magistratura em 13 de julho de 1984. PUBLICAÇÕES Por uma Magistratura Independente Guiadas pela Justiça movidas pela Fé Pelos Caminhos da Justiça – Discursos Selecionados História da Comarca da Capital (João Pessoa) Esma – 33 anos de disseminação do saber jurídico
22 – Jomar Souto

CADEIRA Nº 22 1º SUCESSOR: JOMAR MORAIS SOUTO Patrono: Luís Ferreira Maciel Pinheiro (1839-1889) Fundador: Demócrito de Castro e Silva (1913-1996) 1º Sucessor: Jomar Morais Souto (atual ocupante) 1º Sucessor: Jomar Morais Souto (atual ocupante) Ocupação: Poeta e Promotor de justiça Eleito: 19/12/1996 Posse: 23/05/1998 Saudação: Luiz Gonzaga Rodrigues BIOGRAFIA Jomar Morais Souto nasceu em 23 de agosto de 1935, em Santa Luzia do Sabugy. Filho do casal João Paulino Souto e Maria Morais Souto, transferiu-se, com a família, em 1941, para a Capital do Estado. Iniciando os estudos, fez o curso primário no Grupo Escolar Epitácio Pessoa, o ginásio no Colégio Marista Pio X e o secundário (Clássico) no Lyceu Paraibano. Graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade do Recife, em 1964, após ter cancelado a matrícula na Universidade Federal da Paraíba, na década de 50, por motivos pessoais. Aos 18 anos, o jovem Jomar ingressou no serviço público, através de concurso para o IAPI (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários). Mas tarde, durante uma pausa na sua criação artística, por força do AI-5, preparou-se para se submeter ao concurso do Ministério Público. Aprovado, foi nomeado promotor de justiça, com atuação na comarca de São José de Piranhas, alto sertão paraibano. Na década de 70, integrou a equipe do gabinete do Governador Tarcísio Burity. Introduzido por Nicodemus Lopes, estreou no jornal O Estado, publicando as suas primeiras crônicas e reportagens. Em 1958, o jornal A União publicou seus poemas, ilustrados por Ivan Freitas. No ano seguinte, mereceu elogios do escritor pernambucano Mauro Mota, pelo destaque que teve na coletânea de poesias intitulada Geração 59, elaborada por um grupo de jovens poetas paraibanos. “Pela capacidade de novos métodos de assimilação poética, ao lado de uma imaginética que o coloca entre os melhores representantes de sua geração, entre os melhores e mais promissores (Mauro Motta, em entrevista ao Suplemento Letras e Artes, Jornal A União, em 1959). Em 1961, participou de um encontro nacional de escritores, no Rio de Janeiro, a convite do jornalista Adalberto Barreto, presidente, à época, da Associação Paraibana de Imprensa, oportunidade em que conheceu o poeta Vinicius de Morais, advindo daí, uma sólida amizade. Em 1969, o poeta integrou o elenco da peça “P A R A I B A”, dirigido por Paulo Pontes, declamando versos seus e de Augusto dos Anjos. Seus poemas: “Reina Calma no País” foi musicado pelo compositor Marcos Vinicius e “Sabia, Sabiá”, por Vital Farias, amos apresentados em festivais de música popular brasileira, no Teatro Santa Roza. Para o cinema, compôs as trilhas poéticas dos filmes “País de São Saruê”, Conterrâneos Velhos de Guerra” e Bolandeira”, todos do cineasta paraibano Vladimir Carvalho e todos premiados. Jomar Souto ingressou na Academia Paraibana de Letras, em 23 de maio de 1998, saudado pelo acadêmico Luiz Gonzaga Rodrigues. PUBLICAÇÕES Geração 59 Pedra de Espera Itinerário Lírico da cidade de João Pessoa Elegia para um Camponês Morto na Fazenda Miriri Noturno do Adro da Igreja de São Francisco e Sonetos das Harpas do Areal Fazenda de Murmúrios Canto da Capitania Real de Nossa Senhora das Neves Agrarianas e outros poemas escolhidos
21 – Neide Medeiros

CADEIRA Nº 21 3ª SUCESSORA: NEIDE MEDEIROS SANTOS Patrono: Maximiano Lopes Machado (1821-1895) Fundador: José Lopes de Andrade (1914-1980) 1º Sucessor: Epitácio Soares (1915-1988) 2º Sucessor: Flávio Sátiro Fernandes (1942-2023) 3ª Sucessora: Neide Medeiros Santos (atual ocupante) 3ª Sucessora: Neide Medeiros Santos (atual ocupante) Ocupação: Professora e escritora Eleito: 25/08/2023 Posse: 27/10/2023 Saudação: Maria do Socorro Silva de Aragão BIOGRAFIA Neide Medeiros nasceu no Rio Grande do Norte, no município de Jardim do Seridó, mas ainda criança foi morar em Campina Grande, onde se formou em Letras pela Universidade Federal de Campina Grande. Ela conta que sempre se dedicou ao ensino e a literatura infantil, dedicação que fica bem evidente quando se olha para a trajetória do seu trabalho. Professora aposentada da Universidade Federal da Paraíba, onde integrava o Programa de Pesquisas em Literatura Infantojuvenil. Como escritora, pesquisadora e crítica literária, seu trabalho é voltado para a literatura infanto-juvenil e sendo representante da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil na Paraíba, cuja sede é no Rio de Janeiro. Trata-se de uma entidade sem fins lucrativos que procura divulgar a boa literatura escrita para crianças e jovens no Brasil. A escritora disse ainda que publicou seis livros infantojuvenis, além de uma média de outros seis. Entre as histórias que escreveu para o público infantojuvenil está a Série Quadrinhos, da Editora Patmos, na qual elaborou textos sobre Epitácio Pessoa, Vidal de Negreiros, Eudésia Vieira e Graciliano Ramos. Em 2014 lançou Era uma vez um menino chamado Augusto, sobre o escritor paraibano Augusto dos Anjos, com ilustrações de Tonio. É autora de três livros de crítica literária: Livros à espera do leitor ( 2009); Autores e livros em contraponto (2014) e Literatura paraibana em cena ( 2023). Com a professora Maria do Socorro Silva de Aragão e a arquivista Ana Isabel de Souza Leão Andrade escreveu seis livros sobre o poeta Augusto dos Anjos e a fotobiografia de José Américo de Almeida, todos financiados pelo FIC/SEC Augusto dos Anjos. PUBLICAÇÕES A intertextualidade das formas simples A Bagaceira: uma estética da sociologia Prévio dicionário biobibliográfico do autor da Microrregião do Agreste da Borborema Vozes de uma voz O compromisso do escritor (coautoria) Leituras: antes e agora (corpo paraibano) O ser e o fazer na obra ficcional de Lins do Rego (coautoria) O ser e o fazer na ficção de Gama e Melo Atlas cultural da Paraíba, volume 1 O vaivém dos discursos ou de nobres a plebeus Tessituras do eu x fortuna crítica II – volume 2 Chegadas e andanças Vozes de uma voz Dicionário biobibliográfico do autor da microrregião Homem se eterniza pelo que escreve Leituras: antes e agora corpus paraibano Guriata: uma viagem mítica ao “pais – paraíso” Violeta Formiga: 25 anos de encantamento – violeta vive Livros à espera do leitor Confesso que li Assim se faz literatura Era uma vez um menino chamado Augusto Epitácio Pessoa em quadrinhos – Literatura Infanto-juvenil Na tessitura do texto Vidal de Negreiros em quadrinhos – Literatura Infanto-juvenil O Fenômeno da migração na literatura brasileira Relicário
20 – Elizabeth Marinheiro

CADEIRA Nº 20 1ª SUCESSORA: ELIZABETH FIGUEIREDO AGRA MARINHEIRO Patrono: Joaquim José Henrique da Silva (1820-1889) Fundador: Pe. Luís Gonzaga de Oliveira (1915-1971) 1ª Sucessora: Elizabeth Figueiredo Agra Marinheiro (atual ocupante) 1ª Sucessora: Elizabeth Figueiredo Agra Marinheiro (atual ocupante) Ocupação: Professora Eleito: 11/11/1978 Posse: 02/05/1980 Saudação: Mário Moacyr Porto BIOGRAFIA Elizabeth Figueiredo Agra Marinheiro nasceu na cidade de Campina Grande, filha de Agripino da Costa Agra e Maria Figueiredo Agra. Estudou no Colégio Alfredo Dantas e no Colégio Estadual, concluindo, posteriormente, o bacharelado em Letras Neolatinas, pela Faculdade de Filosofia do Recife, também, realizando a Licenciatura do mesmo curso na Faculdade de Filosofia de Campina Grande. Fez mestrado em Linguística pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, em 1974, e doutorado e pós-doutorado em Letras pela Universidade de Madrid. Além desses cursos, possui vários outros, realizados em Campina Grande, João Pessoa, Recife, Porto Alegre e Rio de Janeiro.Entre as diversas instituições de ensino, em que lecionou as disciplinas Latim, Português, Artes e Teoria Linguística, destacam-se: o Colégio Estadual; a Escola de Artes e Campina Grande; o Colégio Municipal Anita Cabral; o Departamento de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Regional do Nordeste (FURNE). É professora de Teoria Literária da Universidade Federal da Paraíba. Já representou o Brasil em Simpósios realizados em Madrid; ministrou cursos de literatura nordestina em Sevilha e Santiago de Compostella, na Espanha. Em Viena, foi a represente dos cursos libero-americanos de Madrid, no Congresso Internacional de Semiótica em 1979. É detentora de comendas, troféus e moções conferidas por instituições culturais do Brasi e do exterior. Recebeu o Prémio José Verissimo, em 1981, conferido pela Academia Brasileira de Letras, pelo trabalho “A Bagaceira: uma Estética da Sociologia” e o Prémio Silvio Romero, em 1983, com “Vozes de uma Voz” (1982). Idealizou e coordenou os congressos de crítica literária na Paraíba, promovendo o Seminário Internacional de Literatura, anualmente, realizado em Campina Grande. Elizabeth Marinheiro foi a primeira mulher eleita para a Academia Paraibana de Letras. Assumiu a sua cadeira, em 2 de maio de 1980, e foi recepcionada pelo acadêmico Mário Moacyr Porto. Sua produção literária é vasta e significativa. PUBLICAÇÕES Chegadas e Andanças O Professor Enquanto Bandeir José América de Almeida Iluminação de Regina Em Virgínius Somos Figueiredo Agra e o New Criticism O Homem se eterniza pelo que escreve Dicionário Bibliográfico do Autor da Microrregião do agreste da Borborema O Compromisso do Escritor Leituras, Antes e Agora Novos Hábitos de Leitura
19 – Aldo Lopes

CADEIRA Nº 19 3º SUCESSOR: ALDO LOPES DE ARAÚJO Patrono: Irineu Ferreira Pinto (1881-1918) Fundador: Durwal Cabral de Almeida e Albuquerque (1908-1973) 1º Sucessor: Amaury Araújo de Vasconcelos (1928-2007) 2º Sucessor: Guilherme Gomes da Silveira d’Ávila Lins (1941-2023) 3º Sucessor: Aldo Lopes de Araújo (atual ocupante) 3º Sucessor: Aldo Lopes de Araújo (atual ocupante) Ocupação: Delegado e escritor Eleito: 23/02/2024 Posse: 17/05/2024 Saudação: Hildeberto Barbosa BIOGRAFIA Aldo Lopes de Araújo é paraibano de Princesa Isabel, sertão do Estado. Mudou-se para a capital para estudar Direito e fazer jornalismo. Passou por várias redações e foi editor do Correio das Artes, caderno cultural do jornal A União. Foi lá que publicou seus primeiros contos, a partir de 1980. Em 1981 venceu o concurso Jurandy Moura promovido pelo Governo do estado e figurou na antologia Presença do Conto Paraibano, editada pela Secretaria da Educação e Cultura. Em 2010, Aldo foi condecorado pelo Ministério da Cultura com a “Bolsa Funarte de Criação Literária”, destinada a fomentar criações literárias inéditas. Aldo Lopes é um dos principais nomes da prosa contemporânea paraibana. Nos seus contos, ele ressalta os aspectos próprios da cultura nordestina. É advogado, jornalista e escritor. Atualmente está aposentado do cargo de delegado de polícia, antes exercido no Rio Grande do Norte. PUBLICAÇÕES O Dia dos cachorros Lavoura de olhares e outros contos Solidão, nunca mais As estátuas de sal Zé, a velha e outras histórias A Dançarina e o coronel Memorial do esqueleto e outros
18 – Francisco de Sales Gaudêncio

CADEIRA Nº 18 4º SUCESSOR: FRANCISCO DE SALES GAUDÊNCIO Patrono: Irineu Ceciliano Pereira Jóffily (1843-1902) Fundador: Mauro da Cunha Lima (1897-1943) 1º Sucessor: Epaminondas Câmara (1900-1958) 2º Sucessor: Cláudio Santa Cruz Costa (1919-2005) 3º Sucessor: Luiz Hugo Guimarães (1925-2009) 4º Sucessor: Francisco de Sales Gaudêncio (atual ocupante) 4º Sucessor: Francisco de Sales Gaudêncio (atual ocupante) Ocupação: Professor Eleito: 11/03/2010 Posse: 20/08/2010 Saudação: Hildeberto Barbosa Filho BIOGRAFIA FRANCISCO DE SALES GAUDÊNCIO: Nasceu na cidade de Antenor Navarro (atual São João do Rio do Peixe), Estado da Paraíba, no dia 29 de janeiro de 1954. É filho de José Gaudêncio e de Maria Valentina de Oliveira. É casado com Glauce Gaudêncio, união da qual nasceram dois filhos: Samuel e Thiago, sendo avô de Maria Valentina e Theo. Sua sólida formação acadêmica é marcada pela interdisciplinaridade entre a História e o Direito. Graduou-se em Licenciatura Plena em História pela Fundação de Ensino Superior de Cajazeiras (FESC) em 1977 e, posteriormente, bacharelou-se em Direito pela Universidade de João Pessoa (Unipê) em 1993. No âmbito da pós-graduação, obteve o título de Doutor em História Econômica pela prestigiada Universidade de São Paulo (USP) em 2003. Concluiu ainda dois estágios de pós-doutorado: o primeiro em História pela USP em 2013, com ênfase em Legislação Patrimonial, e o segundo em Direito Constitucional pela histórica Universidade de Santiago de Compostela, na Espanha, em 2019. No magistério superior, atuou como professor colaborador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e como professor Adjunto IV da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), destacando-se na área de História Econômica, com ênfase na formação econômica do Brasil, história regional, nova história cultural, biografia social e preservação patrimonial. Homem público de expressiva atuação, acumulou vasta experiência na gestão cultural, educacional e patrimonial do estado e do país, exercendo cargos executivos de elevada relevância: Secretário do prefeito Jacob Frantz em sua cidade natal; Presidente da Fundação Casa de José Américo (FCJA); Presidente da Fundação Espaço Cultural José Lins do Rego (FUNESC); Diretor Executivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (IPHAEP); e Secretário Executivo da Educação e Cultura do Estado. No plano federal, atuou como Assessor do Ministro da Cultura, o Embaixador Antônio Houaiss, para as regiões Norte e Nordeste. Como intelectual, pesquisador e ensaísta de prestígio, estendeu sua atuação a importantes agremiações culturais e científicas. É membro efetivo e exerceu a presidência do Conselho Deliberativo do Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento no biênio 2023–2024. No âmbito jurídico-literário, integra a Academia Maranhense de Cultura Jurídica, Social e Política, ocupando a Cadeira nº 12, patroneada por Raimundo da Mota de Azevedo Corrêa, e ingressou como Sócio Titular do PEN Clube do Brasil no ano de 2025. Na Paraíba, foi eleito membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP) no dia 08 de abril de 2005 para ocupar a Cadeira de nº 27, antes pertencente à escritora Rosilda Cartaxo. Ingressou solenemente na Academia Paraibana de Letras (APL) no dia 20 de agosto de 2010 como titular da Cadeira de nº 18 — anteriormente ocupada por Luiz Hugo Guimarães e patroneada por Irineu Pinto —, ocasião em que foi recepcionado com o discurso de saudação do acadêmico Hildeberto Barbosa Filho. Por seus relevantes serviços prestados à história, à educação e à identidade cultural paraibana, foi outorgado com o título de Cidadão Paraibano pela Assembleia Legislativa do Estado, além de receber a Medalha do Mérito Governador José Targino Maranhão e o título de Cidadão Honorário de Araruna. PUBLICAÇÕES Era da Esperança- teoria e política no pensamento de Celso Furtado Joaquim da Silva: um empresário ilustrado do Império Paulo de Barros Carvalho: um jurista brasileiro Suanê: artebiografia José Maranhão: grandes vultos que honraram o Senado Uma Vida por Escrito – Estudo biográfico de Afonso Pereira da Silva
17 – Marcos Cavalcanti

CADEIRA Nº 17 2º SUCESSOR: MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE Patrono: Antônio Alfredo da Gama e Mello Fundador: Antônio de Aguiar Bôtto Menezes 1º Sucessor: Joacil de Brito Pereira 2º Sucessor: Marcos Cavalcanti de Albuquerque (atual ocupante) 2º Sucessor: Marcos Cavalcanti de Albuquerque (atual ocupante) Ocupação: Desembargador Eleito: 11/01/2013 Posse: 28/02/2013 Saudação: Astênio Cesar Fernandes BIOGRAFIA MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE: Nasceu no município de Mamanguape, Estado da Paraíba. É casado com a senhora Iris Helena Cavalcanti de Albuquerque, união da qual nasceram três filhos: Marcos Filho, Raphael e Filipe. É sogro de Renata e Bárbara, e avô extremado de Maria Luísa e Isis, a quem carinhosamente trata como suas lindas netinhas. Nascido no seio de uma região rica em tradições e belezas naturais, alimentou na infância o sonho de tornar-se engenheiro agrônomo, despertado por seu precoce amor às árvores, às plantas e às florestas. O gosto refinado pelas letras consolidou-se ainda nos bancos escolares, marco inicial de sua jornada intelectual cuja primeira grande leitura foi o clássico romance O Ateneu, de Raul Pompéia. Orientando, contudo, sua vocação para a ciência das leis, matriculou-se na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), instituição pela qual obteve o grau de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais. Magistrado de carreira exemplar e jurista de sólido saber doutrinário, construiu uma longa e ascendente trajetória no seio do Poder Judiciário paraibano. Atuou sucessivamente como advogado militante, Promotor de Justiça e Juiz de Direito em diversas comarcas do interior e da capital. Galgando os degraus da magistratura por merecimento e retidão técnica, ascendeu ao ápice de sua carreira togada ao ser nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba (TJPB), corte que inclusive presidiu com operosidade e espírito público. No magistério superior, exerceu a docência na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), compartilhando seus conhecimentos nos cursos de graduação em Direito e de Arquivologia. Homem de hábitos moderados e temperamento profundamente reflexivo, pauta sua convivência social e profissional pela máxima de preferir ouvir mais e falar menos, cultivando sempre a sabedoria e os conselhos das pessoas mais experientes. Goza de excelente saúde, não fuma, não bebe e encontra sua maior ventura na companhia de seus familiares, amigos e pares acadêmicos. Dividiu os rigores e a intensidade de suas altas funções públicas com o zelo pelo lar, ajudando sua esposa Iris Helena na sólida criação e educação de seus filhos. Nos anos em que residiu em casa térrea, dedicava suas horas de lazer ao cultivo da terra, moldando com as próprias mãos um jardim vistoso e um pomar produtivo. Sua espiritualidade é um dos pilares de sua existência. Católico praticante de fé inabalável, orienta suas ações sob o amparo de Deus e a profunda devoção à proteção da Virgem Maria do Monte Carmelo. No campo estético, possui refinada sensibilidade artística, apreciando a grandiosidade da música clássica, a elevação espiritual do canto gregoriano e a riqueza poética da autêntica Música Popular Brasileira (MPB), elegendo como seus pratos prediletos as iguarias tradicionais da culinária sertaneja e regional, como a galinha de capoeira e o cabrito. Paralelamente aos seus densos e minuciosos votos jurídicos, converteu-se em um operoso historiador, biógrafo e ensaísta. Dono de um método de trabalho rigoroso, realiza suas pesquisas documentais e literárias exclusivamente sob a claridade do dia, raramente estendendo as lides de escrita pelas horas noturnas. Sua vasta produção bibliográfica é voltada quase inteiramente à salvaguarda da memória, da genealogia e da história dos municípios e personagens ilustres do Vale do Rio Mamanguape, terra pela qual nutre um indissociável sentimento de ufania e orgulho telúrico. Suas preferências de leitura transitam de forma ecumênica entre a Bíblia Sagrada, a historiografia regional, as grandes biografias, e o universo ficcional dos romances, novelas, contos, lendas e mitos populares. Por seu notório saber humanístico, rigor científico e inestimável contribuição à historiografia paraibana, integra os quadros de sócios efetivos do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP). Sua consagração definitiva no mundo das letras deu-se ao ser eleito membro efetivo da Academia Paraibana de Letras (APL), onde ocupa a Cadeira de nº 29. Na Casa de Coriolano de Medeiros, este eminente magistrado e escritor continua a honrar a inteligência de seu estado, professando sempre sua crença inabalável no Brasil e nas virtudes do povo brasileiro. PUBLICAÇÕES Discurso em homenagem ao centenário de nascimento do Desembargador Arquimedes Souto Maior Filho (Plaquete) Discurso de posse no IHGP – Cadeira nº 44 Saudado por Adauto Ramos Julgamento da Preta Gertrudes – Peça de teatro Enfiteuse: doutrina e jurisprudência Hagiografia Carmelita: espiritualidade Lei de execução fiscal: interpretação e jurisprudência História da Ordem Terceira do Carmo da Paraíba – 300 anos Coletânea Carmelita: Regra, estatutos e documentos da Ordem Carmelita Secular de João Pessoa Nobiliarquia mamanguapense Mamanguape: apogeu, declínio e ressurgimento: sesquicentenário da visitado Imperador Dom Pedro II. 1859-2009 História da freguesia de Mamanguape – 380 anos de instalação 1630/2010 Personalidade do mundo jurídico e político (último volume de uma trilogia) Poder Judiciário: História da Comarca de Mamanguape Processos e julgados históricos da Paraíba Processos e julgados históricos da Paraíba – violência contra a mulher – Volume II AS Primeiras damas – atualizando obra da escritora Rosilda Cartaxo Complexo Arquitetônico Carmelita da Paraíba: Arte Sacra nas Igrejas do Carmo e Santa Centenário de nascimento do Historiador José Fernandes de Lima História da Comarca de Mamanguape História da Comarca de Conde História da Comarca de Rio Tinto 2º Autor Antônio Luiz da silva Historiografia da Academia Paraibana de Letras Centenário de nascimento do Desembargador Luiz Sílvio Ramalho História do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba Um Homem dedicado à justiça: Desembargador Heráclito Cavalcanti Carneiro Monteiro João Suassuna: um magistrado que governou a Paraíba Hagiológico dos Santos Carmelitas A Preta Gertrudes Frei Tito Figueirôa: A saga de um Padre Doutor Gestão democrática: Relatório de atividades – Biênio 2015/2016 Gurguri A Botija: Tristão e Angélica Monte-Mor Contos, lendas e mitos
16 – Alexandre de Luna Freire

CADEIRA Nº 16 1º SUCESSOR: ALEXANDRE DE LUNA FREIRE Patrono: Francisco Antônio Carneiro da Cunha (1845-1897) Fundador: Deusdedit de Vasconcelos Leitão (1921-2010) 1º Sucessor: Alexandre Costa de Luna Freire (atual ocupante) 1º Sucessor: Alexandre Costa de Luna Freire (atual ocupante) Ocupação: Desembargador Eleito: 15/10/2010 Posse: 11/03/2011 Saudação: José Jackson de Carneiro Carvalho BIOGRAFIA Alexandre Costa de Luna Freire nasceu em João Pessoa, no dia 7 de novembro de 1953. Filho de João Lélis de Luna Freire e Maria de Lourdes Costa de Luna Freire, iniciou sua careira na magistratura federal, em 26 de fevereiro de 1988, através de curso público. Foi vice-diretor e diretor do fórum, entre os anos de 1989 e 1998, exerceu também as funções de Juiz do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, entre os anos de 1989 e 1993, e entre 2001 e 2003, e de diretor da Escola de Magistratura Federal da 5ª Região – Núcleo Seccional da Paraíba, de 2004 a 2011. Em busca de aperfeiçoamento, participa de diversos congressos e encontros relacionados ao direito. Outrossim, concluiu seu mestrado em Direito Público e Privado, pela Universidade Federal de Pernambuco, em 2003 – mesma época em que cursou a especialização em Direito Sanitário, voltada a membros do Ministério Público e da Magistratura Federal da Universidade Nacional de Brasília. Como magistrado, é membro do Instituto Brasileiro de Direito Constitucional; da Associação dos Juízes Federais; da Associação dos Magistrados Brasileiros; da Associação Paraibana de Imprensa; é sócio da Academia Paraibana de Filosofia; do Instituto Brasileiro de Direto Eleitoral; sócio-correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte; sócio honorário da Academia de Letras e Artes do Nordeste. Além de juiz, também exerce a docência, foi professor, entre outras disciplinas, de Processo Constitucional e Civil, na FESP; de Hermenêutica, no Instituto de Educação Superior; de Direito Público e Privado, no Instituto de Educação Superior da Paraíba; de Direito Constitucional, na Escola Superior da Advocacia do Estado da Paraíba; de Teoria Geral do Processo, na Universidade Federal da Paraíba.
14 – Flávio Tavares

CADEIRA Nº 14 3º SUCESSOR: FLÁVIO TAVARES Patrono: Eliseu Elias Cézar (1871-1923) Fundador: Francisco Seráphico da Nóbrega (1863-1935) 1º Sucessor: Celso Otávio de Novais Araújo (1927-1993) 2º Sucessor: Ronaldo Cunha Lima (1936-2012) 3º Sucessor: Flávio Roberto Tavares de Melo (atual ocupante) 3º Sucessor: Flávio Roberto Tavares de Melo (atual ocupante) Ocupação: Pintor Eleito: 07/12/2012 Posse: 05/07/2013 Saudação: Ângela Bezerra de Castro BIOGRAFIA Flávio Roberto Tavares de Melo nasceu em João Pessoa (PB) em 15/02/1950. Em criança já mostrava genuína intimidade com o desenho e a pintura e desde então não parou de exercitar-se, de indagar e experimentar. Frequentou o curso de pintura oferecido pelo artista Raul Córdula, no Setor de Arte da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e, ainda aos 18 anos, passou a absorver os ensinamentos do pintor e gravador Hermano José que àquela época já era um laureado artista. Tavares terminara seus estudos secundários e logo ingressara no curso de Sociologia da UFPB, o qual abandonaria ainda no terceiro ano para dedicar-se em tempo integral ao ofício artístico. Tinha pouco mais de vinte anos e já havia exposto em Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Nesse mesmo período estudaria pintura nos Estados Unidos e em Caiena (Guiana Francesa), aproveitando esses lugares aproveita para realizar exposições. A seguir, ingressa no mercado de arte da Alemanha Naquele país, sua primeira exposição individual ocorreu em 1981, em Berlim. Poucos anos mais tarde, exporia em Jerusalém (Israel) e, desde então, já realizou exposições em Lyon, Grenoble e Paris (França), Berlim e Hamburgo (Alemanha), Novo México e Washington (EUA), Quito (Equador), Jerusalém (Israel), Nova Delhi (Índia), Porto (Portugal) e Buenos Aires (Argentina). No Brasil já efetuou exposições em Brasília, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, João Pessoa, Porto Alegre, Salvador, e Olinda. Laureado por diversas vezes, Flávio tem se expressado com sucesso nas mais diversas técnicas (pintura, desenho, aquarela, escultura em pedra e madeira, gravura em metal, xilo e litogravura) e, não bastasse tudo isso, pintou cenários para peças teatrais além de ter ministrado vários cursos, workshops, palestras para estudantes de arte e, ainda, produzido mais de dez painéis e murais na Paraíba e em outros estados do Nordeste brasileiro. PUBLICAÇÕES Flávio Tavares – Obras escolhidas Flavio Tavares – Desenhos e Pinturas