Nº 11 – (PATRONO) CORDEIRO SÊNIOR

Antônio da Cruz CORDEIRO SÊNIOR: Nasceu na capital do Estado da Paraíba, em 28 de novembro de 1831 e faleceu no Recife , no ano de 1880. Formou-se em Medicina, aos 25 anos de idade, pela Faculdade da Bahia. Retornou ao seu Estado e dedicou-se a sua profissão de médico. Àquele tempo, a medicina não dispondo dos recursos sofisticados ditados pela tecnologia moderna, todo diagnóstico era feito por hipótese, por dedução. Foi nesse clima de incertezas e precariedade que Cordeiro Sênior iniciou a sua carreira de médico. De início, deparou-se com uma epidemia do Cólera –Morbus que assolou o Estado, de 1856 a 1862, foi, então, designado pelo Presidente da Província para coordenar os trabalhos de combate à doença. Começa a dividir as suas atividades entre clinicar e organizar programas sanitários. Elaborou e divulgou instruções básicas de higiene para conscientizar a população da necessidade de cultivar hábitos higiênicos, como método preventivo do Cólera. Cordeiro Sênior foi médico do Hospital da Santa Casa de Misericórdia, Coordenador do tratamento dos pobres do 1º Distrito da Capital; 2º Tenente-Cirurgião do Corpo de Saúde do Exército; Chefe da Enfermaria Militar da Província ; Cirurgião-mor e Inspetor de Saúde.Exerceu um mandato de Deputado Provincial e participou da Guerra do Paraguai, como voluntário; integrou a Junta Governativa , chamada de Governo Provisório, que foi criada com a Proclamação da República, em 1889 e que governou a Paraíba de 19 de novembro de 1889 a 02 de dezembro do mesmo ano. Era, também, jornalista, poeta e filósofo. Como jornalista, colaborou em O Publicador. São de sua autoria: Instruções Sanitárias Populares; Impressões da Epidemia; Estudos biográficos; Prólogo da guerra (Ensaio dramático, em verso); Estudos literários; Passagem do Humaitá (poesia épica). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: Ata sessão ordinária da APL, de 05/10/1944. In: Revista da APL, nº 01. João Pessoa: 1947. BITTENCOURT, Liberato. Homens do Brasil, vol. II Parahyba (Paraibanos ilustres). Rio de Janeiro: Gomes Pereira, 1914. BRITO, Higino da Costa. Discurso de Posse. In: Revista da APL, nº 01, João Pessoa: 1947. CASTRO, Oscar de Oliveira. Vultos da Paraíba, Rio de Janeiro: Imp. Nacional, 1955. MELLO, José Octávio de Arruda. Capítulos de História da Paraíba. GRAFSET, Campina Grande: 1987. ODILON, Marcus. Pequeno Dicionário de fatos e vultos da Paraíba, Rio de Janeiro: Cátedra, 1984 Outros Fundadores  {phocagallery view=category|categoryid=1| detail=1|piclens=1|displaydownload=0|displaybuttons=1|displaydescription=0| displaydetail=0|displayname=0|displaydetail=0|imageshadow=shadow1}

Nº 01 – (3º SUCESSOR) ALTIMAR ALENCAR PIMENTEL

CADEIRA Nº 01 3º SUCESSOR: ALTIMAR PIMENTEL Patrono: Augusto dos Anjos Fundador: José Flóscolo da Nóbrega (1898-1969) 1º: Sucessor: Humberto Carneiro da Cunha Nóbrega (1912-1988) 2º Sucessor: Waldemar Bispo Duarte (1923-2006) 3º Sucessor: Altimar de Alencar Pimentel (1952-2008) 4º Sucessor: José Nêumanne Pinto (atual ocupante) 3º Sucessor: Altimar de Alencar Pimentel (1952-2008) Ocupação: Jornalista e professor Eleito: 17/12/2004 Posse: 18/03/2005 Saudação: Joacil de Brito Pereira BIOGRAFIA Altimar de Alencar Pimentel nasceu em Maceió, capital de Alagoas, no dia 30 de outubro de 1936, e faleceu em João Pessoa, em 21 de fevereiro de 2008, aos 71 anos de idade. Filho do comerciante Altino de Alencar Pimentel e da paraibana Maria das Neves Batista Pimentel, perdeu o pai precocemente aos nove anos de idade, em 1945. Diante disso, sua mãe decidiu retornar com os filhos para João Pessoa, onde fixou residência. Altimar casou-se com a professora Cleide Rocha da Silva Pimentel, com quem teve três filhos: Tatiana (economista), Altino (advogado) e Hilda (licenciada em Letras e Informática). Realizou os estudos primários ainda em Maceió, concluindo o ginasial e o curso clássico no tradicional Liceu Paraibano. Em 1971, obteve o grau de Licenciado em Letras (Vernáculas) pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e, posteriormente, em 1976, bacharelou-se em Jornalismo pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília (CEUB). Sua carreira no magistério teve início em 1975, lecionando a disciplina de Educação Artística no Liceu Paraibano e em escolas do município de Cabedelo. No ano seguinte, ingressou como professor na Universidade Federal da Paraíba. Profundamente dedicado às artes cênicas e à cultura popular, Altimar Pimentel destacou-se como um dos grandes nomes do teatro paraibano e um pesquisador incansável do folclore nordestino. Teve também expressiva atuação na imprensa e no funcionalismo público e cultural do estado. Ao aposentar-se, manteve uma intensa atividade intelectual como jornalista, crítico literário, articulista, cronista e pesquisador, colaborando assiduamente com diversos periódicos da capital, onde registrou sua vasta contribuição à salvaguarda da memória e da identidade cultural paraibana. PUBLICAÇÕES Auto da Cobiça Auto de Maria Mestra Viva a Nau Catarineta Lampião vai ao inferno buscar Maria Bonita, coiteiros Como nasce um cabra da peste (uma adaptação da obra homônima de Mário Souto Maior) O coco praieiro – uma dança de umbigada O diabo e outras entidades míticas no conto popular O mundo mágico de João Redondo Saruá, lendas de árvores e plantas do Brasil Sol e chuva: ritos e tradições Incantations Contos populares de Brasília Estórias de Luzia Teresa. Vol. I Estórias de Luzia Teresa. Vol. II Barca, bois de reis e coco de roda