Encontro Augusto dos Anjos

O SOL DAS LETRAS E A LIVRARIA DO LUIZ APRESENTAM: ENCONTRO COM AUGUSTO DOS ANJOS   Lançamento coletivo de autores paraibanos que publicaram obras sobre Augusto dos Anjos, em 2014, ano do centenário de morte do poeta. E lançamento das edições especiais das revistas Genius e Correio das Artes. Bate-papo com os escritores, performances lítero-musicais e manhã de autógrafos. Neste sábado, dia 20, a partir das 10 horas. Na Livraria do Luiz, Galeria Augusto dos Anjos, centro histórico de João Pessoa, com apoio cultural da Academia Paraibana de Letras. AS OBRAS: . EU E OUTRAS POESIAS, Augusto dos Anjos (edição especial com roteiro de leitura, por Neide Medeiros). O EVANGELHO DA PODRIDÃO, Chico Viana. ESSA MECÂNICA NEFASTA – O Eu e os outros, Hildeberto Barbosa Filho. AUGUSTO DOS ANJOS EM QUADRINHOS, Jairo Cezar e Luyse Costa. ERA UMA VEZ UM MENINO CHAMADO AUGUSTO, Neide Medeiros. VIDA E POESIA DE AUGUSTO DOS ANJOS, Juca Pontes e Lelo Alves. AUGUSTO DOS ANJOS: UMA BIOGRAFIA, Irani Medeiros. YO, Augusto dos Anjos (tradução em espanhol, por Marinalva Freire . EU E OUTRAS POESIAS, Augusto dos Anjos (edição comemorativa dos 100 anos do Eu – Academia Paraibana de Letras).  

Sol das Letras: completou 1 ano

O jornalista José Nêumanne Pinto, da TV Gazeta e jornal Estadão, será o palestrante do Por do Sol especial de um ano, que será realizado às 17h30, deste quinta (dia 11), na Academia Paraibana de Letras. Será a edição comemorativa de um ano de constituição do grupo Sol das Letras. Nêumanne irá proferir uma palestra seguida de debate sobre “Os desafios do escritor no Brasil”. Vencedor do Prêmio Esso de Jornalismo de 1972, Nêumanne é um dos destacados jornalistas do País com seu estilo sempre preciso e polêmico. Atualmente, é editorialista do jornal Estadão, além de comentarista da TV Gazeta e Rádio Jovem Pan. Paralelamente, Nêumanne também tem uma profícua militância literária e é membro da Academia Paraibana de Letras. Após sua palestra, haverá declamações de alguns dos poemas de José Nêumanne. O sarau será encerrado com uma programação lítero-musical, quando então será servido um coquetel. O evento ocorrerá na Academia Paraibana de Letras (R. Duque de Caxias, 25 – Centro), em frente ao pátio do Convento de São Francisco. Livros – A bibliografia de José Nêumanne compreende: Mengele, a Natureza do Mal (romance-reportagem), As Tábuas do Sol (poemas), Erundina, a Mulher que Veio com a Chuva (perfil jornalístico e biográfico de Luíza Erundina), Atrás do Palanque (reportagem sobre a eleição de 1989), Reféns do Passado (ensaios), Barcelona, Borborema (poemas). Além de: A República na Lama (relato histórico), Veneno na Veia (romance policial), Solos do Silêncio (poesia), Os Cem Melhores Poetas Brasileiros do Século (Antologia), As Fugas do Sol (poemas em CD), O Silêncio do Delator (romance) e O Que Sei de Lula (biografia). Sol das Letras – A Confraria Sol das Letras foi criada como o objetivo maior de estimular a produção, criação, divulgação e debate sobre a literatura paraibana, nos cenários regional e nacional. Dentro dessa perspectiva, o grupo se propõe a protagonizar iniciativas, como a promoção do Por do Sol Literário, com o debate sobre a obra de escritores paraibanos. Também estão nas metas do Sol das Letras para 2015, além de prosseguir com a promoção de novas edições do Por do Sol Literário, também a realização da I Flor (Festa Literária do Extremo Oriental), um concurso público e a criação de um prêmio literário, afora a celebração de convênios internacionais, que já estão sendo debatidos.

NOTA DE FALECIMENTO

NOTA                                           A Academia Paraibana de Letras cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento do acadêmico Wellington Hermes Vasconcelos de Aguiar, ocorrido às 14:30 horas de hoje, na cidade de João Pessoa.  O velório está sendo realizado na sede da APL, de onde o féretro sairá, às 17 horas, do dia 07, para o Parque das Acácias.     Damião Ramos Cavalcanti                                                                                                 Presidente 

NOTA DE FALECIMENTO

NOTA                                           A Academia Paraibana de Letras cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento do acadêmico Wellington Hermes Vasconcelos de Aguiar, ocorrido às 14:30 horas de hoje, na cidade de João Pessoa.  O velório está sendo realizado na sede da APL, de onde o féretro sairá, às 17 horas, do dia 07, para o Parque das Acácias.     Damião Ramos Cavalcanti                                                                                                 Presidente 

XII Por do Sol Literário

XII PÔR DO SOL LITERÁRIO. Um evento que é um “Bate papo” em torno da obra “Ciclo Vegetal”, do poeta e editor Juca Pontes, com apresentação de Ângela Bezerra de Castro e comentário de Gonzaga Rodrigues. Performance musical com o poeta e cantador Beto Brito, que também relança o seu Bazófias. “Fonte da Juventude”, de Djair Aquino de Lima, e “Inventário Lírico da Rainha da Borborema: 150 anos de Poesia”, organizado pelos poetas Bruno Gaudêncio e José Edmílson Rodrigues, são obras que também serão lançadas no sarau literário.   Completam o programa, leitura de poemas, com a participação de Larissa Melo, de integrantes do projeto Provocação Cultural do colégio GEO e jogral de alunos do ProJovem Urbano. Nos jardins da Academia Paraibana de Letras, nesta quinta-feira, dia 20 de novembro, a partir das 17h30, Uma parceria do Sol das Letras e a APL, com apoio cultural da Livraria do Luiz.

XII Por do Sol Literário

XII PÔR DO SOL LITERÁRIO. Um evento que é um “Bate papo” em torno da obra “Ciclo Vegetal”, do poeta e editor Juca Pontes, com apresentação de Ângela Bezerra de Castro e comentário de Gonzaga Rodrigues. Performance musical com o poeta e cantador Beto Brito, que também relança o seu Bazófias. “Fonte da Juventude”, de Djair Aquino de Lima, e “Inventário Lírico da Rainha da Borborema: 150 anos de Poesia”, organizado pelos poetas Bruno Gaudêncio e José Edmílson Rodrigues, são obras que também serão lançadas no sarau literário.   Completam o programa, leitura de poemas, com a participação de Larissa Melo, de integrantes do projeto Provocação Cultural do colégio GEO e jogral de alunos do ProJovem Urbano. Nos jardins da Academia Paraibana de Letras, nesta quinta-feira, dia 20 de novembro, a partir das 17h30, Uma parceria do Sol das Letras e a APL, com apoio cultural da Livraria do Luiz.

Visita de alunos a estátua de Augusto dos Anjos

A Academia Paraibana de Letras recebeu a visita dos alunos do 3º ano da escola Estadual de Ensino Médio Inovador Adilina de Sousa. A visita foi guiada pelos colaboradores da APL, onde foi apresentado toda história da instituição e a o Memória Augusto dos Anjos.   Com roteiro programado, os alunos vieram da cidade de Diamante (PB), cerca de 440 km da capital, para conhecer a história e a cultura da Paraíba. Ao término da visita, os alunos registraram sua presença na APL com uma foto na estátua de Augusto dos Anjos.

Visita de alunos a estátua de Augusto dos Anjos

A Academia Paraibana de Letras recebeu a visita dos alunos do 3º ano da escola Estadual de Ensino Médio Inovador Adilina de Sousa. A visita foi guiada pelos colaboradores da APL, onde foi apresentado toda história da instituição e a o Memória Augusto dos Anjos.   Com roteiro programado, os alunos vieram da cidade de Diamante (PB), cerca de 440 km da capital, para conhecer a história e a cultura da Paraíba. Ao término da visita, os alunos registraram sua presença na APL com uma foto na estátua de Augusto dos Anjos.

Discurso A Estátua de Augusto dos Anjos

A Estátua de Augusto dos Anjos           Todos nós, que estamos aqui e agora, somos protagonistas de uma memorável circunstância que será lembrada em outros centenários do genial poeta Augusto dos Anjos, comemorações a cada soma de cem anos, no dia 12 de novembro. Na consciência de que somente um centenário podemos protagonizar, realço,  com ênfase este que comemoramos, porém , se somos todos protagonistas, Augusto dos Anjos é sujeito e objeto do evento, pessoa, história, obra, arte, o EU da sua poesia… Vejam! Quase como a cinese da sétima arte, a estátua caminha; segundo nossa encomenda, talvez depois de tê-la feita, o escultor J. Maciel tenha dito como Michelangelo ao grandioso Moisés, ao dar-lhe uma martelada no seu joelho: “Perché non parli ?”. E então Moisés nunca parou de falar aos admiradores que o visitam na igreja de San Pietro in Vincoli, em Roma. Pois, será para sempre à frente desta Academia Paraibana de Letras que o nosso querido poeta Augusto dos Anjos caminhará e imortalmente mostrará vida, distante dos necrológios.             Façamos justiça a quem tem a ideia e a leva à consecução como ao ex-presidente Manuel Batista de Medeiros que idealizou e realizou o Jardim de Academos; assim se deve a Luiz Augusto Crispim o memorial Augusto dos Anjos, posteriormente reformado pelo então presidente Joacil de Brito e reestruturado pelo meu antecessor Luiz Gonzaga Rodrigues, nesse  sentido,  peço, portanto, com modéstia, tornar público que, em novembro de 2012, tive a ideia desta estátua, motivado pelas cobranças dos confrades Gonzaga Rodrigues e Carlos Aranha, ao me dizerem, constantemente, que a Paraíba estava a dever maior reconhecimento ao seu filho, o nacionalmente poeta maior, Augusto dos Anjos. E, ao construir essa rampa e ao desfazer os batentes, construído este espaço para entronizar esta estátua, em 2013, dos pés de Jackson do Pandeiro,  na Praça Rio Branco, anotei o endereço de Jurandir Maciel e solicitei desse artista que iniciasse esta obra. Ele me perguntou: E os recursos? Respondi-lhe: Tenha confiança! Comece a obra e eu, a luta pela captação de recursos. Falei com o Governador Ricardo Coutinho que se prontificou a dar apoio à implementação da ideia, mas logo pensei:  O Governo do Estado já ajuda permanentemente a APL através de Convênio. Foi quando, nos meados de 2013, o vereador Fernando Milanez Filho, ao visitar a APL para conversar sobre o seu empenho pelo Centro Histórico teve a grata iniciativa de nos indicar o culto e amante da cultura Marcelo Silveira, então Presidente da Energisa que, com certeza, teria interesse em apoiar uma obra de Augusto dos Anjos.  Acreditei no que ele me tinha dito, fui à procura do Doutor Marcelo e apresentei-lhe o desenho da estátua que seria modelo da sua confecção; ,ele se mostrou solícito e percebi que a APL estava sendo bem sucedida.  Foi encaminhada essa solicitação e todo orçamento já existente desde novembro de 2012 para aprovação por parte da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho. Nesse ínterim, fazia-se a estátua em Paulista, no atelier de J Maciel que foi visitado várias vezes, em comitiva, por Flávio Tavares, Itapuan Botto, Astênio Fernandes, Gonzaga Rodrigues e eu para, com consentimento do artista, conferirmos como progrediam as feições do poeta, sobre as quais opinávamos, especialmente Flávio Tavares que, a pedido do escultor, usou suas mão para, com cera, detalhar a orelha esquerda e o queixo da estátua. Naqueles dias.  oportunamente, Dr Marcelo Silveira nos comunicou que o Projeto estava aprovado e que os recursos seriam recebidos, na Abertura do Cineport das mãos da Presidente da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho, Monica Botelho, e das, do Presidente Ivan Müller Botelho, conforme consta registrado na imprensa e na mídia; recursos esses repassados  da APL ao escultor Juarandir Maciel. Posteriormente, a Energisa, através do seu atual Presidente Dr André Theobald ainda nos apoiou nas confecções das placas e na realização desta garbosa festa centenária, também quando, esta Academia Paraibana de Letras aniversariou, em 14 de setembro próximo  passado, seus 73 anos de existência. Portanto, na inauguração desta estátua, inaugura-se também a verdadeira história de como ela se originou, nasceu, engatinhou, cresceu e caminha diante de todos nós.   Citei, de modo justo como se fosse uma ata, todos que se envolveram com a realização deste monumento,  como a Vice Presidente da nossa primeira gestão, Ângela Bezerra de Castro que estimulou e elogiou, desde o inicio, a ideia de se fazer a estátua, a  esses nomes, acrescento o da arquiteta Sarah Cavalcanti que gratuitamente projetou e acompanhou a construção da sub -estrutura e da estrutura receptiva da estátua;  do artista Reginaldo Marinho que fez o design da placa do nome Augusto dos Anjos com as mesmas letras do título do livro EU; o do arquiteto Gilberto Guedes que cuidou da arte da placa principal do monumento, os dos funcionários desta Casa Coriolano de Medeiros: Josimar Monteiro, Marilene Alves Mota e  especialmente  o da  Secretária Tânia Maria da Silva. São agradecimentos maiores e especiais ao então Presidente da Energisa Marcelo Silveira; ao Presidente do Conselho de  Administração da Companhia Energisa  Ivan Müller Botelho e  à sua inteligente filha Monica Botelho, Presidente da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho que tanto tem contribuído com a cultura  nesta Paraíba e por esse Brasil afora, notadamente com a casa onde mora Augusto dos Anjos, Leopoldina, onde, como recentemente verificamos em comitiva da APL com os confrades Itapuan e Gonzaga Rodrigues,  sempre foi e é tratado com muito amor e carinho;  sentimentos esses  que confortaram a esposa Esther e filhos do poeta e transtornaram  a angústia existencialista, na verve dos seus versos, em gratidão que afaga a mão  que o afaga e beija a boca que o beija… TENHO DITO!     Damião Ramos Cavalcanti   Presidente da Academia Paraibana de Letras

Discurso A Estátua de Augusto dos Anjos

A Estátua de Augusto dos Anjos           Todos nós, que estamos aqui e agora, somos protagonistas de uma memorável circunstância que será lembrada em outros centenários do genial poeta Augusto dos Anjos, comemorações a cada soma de cem anos, no dia 12 de novembro. Na consciência de que somente um centenário podemos protagonizar, realço,  com ênfase este que comemoramos, porém , se somos todos protagonistas, Augusto dos Anjos é sujeito e objeto do evento, pessoa, história, obra, arte, o EU da sua poesia… Vejam! Quase como a cinese da sétima arte, a estátua caminha; segundo nossa encomenda, talvez depois de tê-la feita, o escultor J. Maciel tenha dito como Michelangelo ao grandioso Moisés, ao dar-lhe uma martelada no seu joelho: “Perché non parli ?”. E então Moisés nunca parou de falar aos admiradores que o visitam na igreja de San Pietro in Vincoli, em Roma. Pois, será para sempre à frente desta Academia Paraibana de Letras que o nosso querido poeta Augusto dos Anjos caminhará e imortalmente mostrará vida, distante dos necrológios.             Façamos justiça a quem tem a ideia e a leva à consecução como ao ex-presidente Manuel Batista de Medeiros que idealizou e realizou o Jardim de Academos; assim se deve a Luiz Augusto Crispim o memorial Augusto dos Anjos, posteriormente reformado pelo então presidente Joacil de Brito e reestruturado pelo meu antecessor Luiz Gonzaga Rodrigues, nesse  sentido,  peço, portanto, com modéstia, tornar público que, em novembro de 2012, tive a ideia desta estátua, motivado pelas cobranças dos confrades Gonzaga Rodrigues e Carlos Aranha, ao me dizerem, constantemente, que a Paraíba estava a dever maior reconhecimento ao seu filho, o nacionalmente poeta maior, Augusto dos Anjos. E, ao construir essa rampa e ao desfazer os batentes, construído este espaço para entronizar esta estátua, em 2013, dos pés de Jackson do Pandeiro,  na Praça Rio Branco, anotei o endereço de Jurandir Maciel e solicitei desse artista que iniciasse esta obra. Ele me perguntou: E os recursos? Respondi-lhe: Tenha confiança! Comece a obra e eu, a luta pela captação de recursos. Falei com o Governador Ricardo Coutinho que se prontificou a dar apoio à implementação da ideia, mas logo pensei:  O Governo do Estado já ajuda permanentemente a APL através de Convênio. Foi quando, nos meados de 2013, o vereador Fernando Milanez Filho, ao visitar a APL para conversar sobre o seu empenho pelo Centro Histórico teve a grata iniciativa de nos indicar o culto e amante da cultura Marcelo Silveira, então Presidente da Energisa que, com certeza, teria interesse em apoiar uma obra de Augusto dos Anjos.  Acreditei no que ele me tinha dito, fui à procura do Doutor Marcelo e apresentei-lhe o desenho da estátua que seria modelo da sua confecção; ,ele se mostrou solícito e percebi que a APL estava sendo bem sucedida.  Foi encaminhada essa solicitação e todo orçamento já existente desde novembro de 2012 para aprovação por parte da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho. Nesse ínterim, fazia-se a estátua em Paulista, no atelier de J Maciel que foi visitado várias vezes, em comitiva, por Flávio Tavares, Itapuan Botto, Astênio Fernandes, Gonzaga Rodrigues e eu para, com consentimento do artista, conferirmos como progrediam as feições do poeta, sobre as quais opinávamos, especialmente Flávio Tavares que, a pedido do escultor, usou suas mão para, com cera, detalhar a orelha esquerda e o queixo da estátua. Naqueles dias.  oportunamente, Dr Marcelo Silveira nos comunicou que o Projeto estava aprovado e que os recursos seriam recebidos, na Abertura do Cineport das mãos da Presidente da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho, Monica Botelho, e das, do Presidente Ivan Müller Botelho, conforme consta registrado na imprensa e na mídia; recursos esses repassados  da APL ao escultor Juarandir Maciel. Posteriormente, a Energisa, através do seu atual Presidente Dr André Theobald ainda nos apoiou nas confecções das placas e na realização desta garbosa festa centenária, também quando, esta Academia Paraibana de Letras aniversariou, em 14 de setembro próximo  passado, seus 73 anos de existência. Portanto, na inauguração desta estátua, inaugura-se também a verdadeira história de como ela se originou, nasceu, engatinhou, cresceu e caminha diante de todos nós.   Citei, de modo justo como se fosse uma ata, todos que se envolveram com a realização deste monumento,  como a Vice Presidente da nossa primeira gestão, Ângela Bezerra de Castro que estimulou e elogiou, desde o inicio, a ideia de se fazer a estátua, a  esses nomes, acrescento o da arquiteta Sarah Cavalcanti que gratuitamente projetou e acompanhou a construção da sub -estrutura e da estrutura receptiva da estátua;  do artista Reginaldo Marinho que fez o design da placa do nome Augusto dos Anjos com as mesmas letras do título do livro EU; o do arquiteto Gilberto Guedes que cuidou da arte da placa principal do monumento, os dos funcionários desta Casa Coriolano de Medeiros: Josimar Monteiro, Marilene Alves Mota e  especialmente  o da  Secretária Tânia Maria da Silva. São agradecimentos maiores e especiais ao então Presidente da Energisa Marcelo Silveira; ao Presidente do Conselho de  Administração da Companhia Energisa  Ivan Müller Botelho e  à sua inteligente filha Monica Botelho, Presidente da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho que tanto tem contribuído com a cultura  nesta Paraíba e por esse Brasil afora, notadamente com a casa onde mora Augusto dos Anjos, Leopoldina, onde, como recentemente verificamos em comitiva da APL com os confrades Itapuan e Gonzaga Rodrigues,  sempre foi e é tratado com muito amor e carinho;  sentimentos esses  que confortaram a esposa Esther e filhos do poeta e transtornaram  a angústia existencialista, na verve dos seus versos, em gratidão que afaga a mão  que o afaga e beija a boca que o beija… TENHO DITO!     Damião Ramos Cavalcanti   Presidente da Academia Paraibana de Letras