Nº 09 – (1º SUCESSOR) MANUEL BATISTA DE MEDEIROS

CADEIRA Nº 09 1º SUCESSOR: MANOEL BATISTA DE MEDEIROS Patrono: Antônio Gomes de Arruda Barreto (1857-1909) Fundador: Antônio da Rocha Barreto (1882-1958) 1º Sucessor: Manoel Batista de Medeiros (1924-2026) 1º Sucessor: Manoel Batista de Medeiros (1924-2026) Ocupação: Jornalista e Procurador de Justiça Eleito: 14/09/1984 Posse: 26/09/1985 Saudação: Afonso Pereira da Silva BIOGRAFIA Manoel Batista de Medeiros nasceu aos 27 dias do mês de julho do ano de 1924, na cidade de Bananeiras, Estado da Paraíba, tendo falecido no dia 21 de maio de 2026, em João Pessoa. Formado em Letras Neolatinas e em Direito pela Universidade Federal da Paraíba é Professor, escritor, advogado e jornalista profissional. Sua Ordenação Sacerdotal ocorreu no dia 08 de dezembro de 1950 e liberado por Rescrito exarado pelo Papa Paulo VI em maio de 1970, a seu pedido. É filho de João Batista Moreira e D. Maria Batista de Medeiros; foi casado com a professora Vera Lúcia de Azevedo Medeiros, nascendo da união: Emmanuel, Gibran e Luciana. Fez o curso primário na Escola Pública do município de Serraria e o secundário no Seminário Arquidiocesano da Paraíba. Manuel Batista foi vigário na Paróquia de São Miguel de Taipu e celebrava missa, mensalmente, na capela do Engenho Itapuá que pertencia a D. Maria Lins Vieira de Melo, a Maria Menina, mãe de criação do escritor José Lins do Rêgo, mantendo, com esta senhora, diálogo sobre a vida do escritor, tendo sido abordados fatos pitorescos da infância do romancista, cujo texto está inserido no livro José Lins do Rêgo – O homem e a obra, da autoria do acadêmico Eduardo Martins. Foi, também, capelão do Orfanato D. Ulrico, do Centro de Recuperação Bom Pastor, dos Colégios Sagrada Família e Pio X , e da Igreja das Mercês, em João Pessoa. O Dr. Batista dedicou-se ao magistério, exercendo as atividades: Professor Adjunto, por concurso público, da UFPB, lecionando Prática de Ensino em Português e de Literatura Portuguesa; Professor fundador da Cadeira de Direito Civil, da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais da UNIPÊ; Professor de Prática de Ensino de Sociologia da Faculdade de Educação da UFPB.; Professor Catedrático de Latim do Lyceu Paraibano ; Professor de Latim e de Português do Seminário da Paraíba; Professor de História Eclesiástica Primitiva e de Direito Canônico do Seminário Maior da Paraíba. Além de professor, exerceu outras atividades na área educacional, como: fundador e primeiro Reitor da Universidade Autônoma de João Pessoa, a atual UNIPÊ; membro da Comissão de Folclore da UFPB.; Membro do Conselho Universitário da UFPB.; Chefe do Departamento de Metodologia Pedagógica da UFPB.; participante de bancas examinadoras de concursos públicos e de vestibulares; Membro do Conselho Executivo da UNIPÊ. No campo jurídico, o Dr. Manuel Batista destacou-se nas funções de Advogado e Assessor da Presidência da SAELPA; Procurador Jurídico da UNIPÊ; Diretor de Departamento de Assistência ao Menor (1963/1967); Procurador Jurídico do Estado, ocupando a Procuradoria Geral, quando se aposentou. Jornalista profissional, escreve nos principais jornais da capital e em revistas especializadas. Foi diretor-presidente da Rádio Arapuan, Diretor Comercial do Jornal A IMPRENSA; Diretor-Presidente da Gráfica A IMPRENSA; integrante, juntamente com Virginius da Gama e Melo e Juarez Batista, do corpo editorial da Revista da FAFI. Exerceu, ainda, outros cargos importantes, dentre os quais destacamos: Secretário do Interior e Justiça; Membro-fundador da Academia Paraibana de Letras Jurídicas; Juiz Eclesiástico da Arquidiocese da Paraíba. É membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, Advogado autônomo; Membro Honorário do Instituto Histórico e Geográfico de Campina Grande, Rádio-Amador – PR-7-BTG. Recebeu as Comendas Ad Immortalitatem e Mérito de Serviço Cultural, da Academia Paraibana de Letras e a Comenda José Maria dos Santos, do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano; recebeu a Medalha Diploma de Colaborador Emérito do Exército Nacional, do IV Exército – Recife (PE). Elegeu-se membro da Academia Paraibana de Letras, em 1984, tomando posse no dia 26 de setembro do ano seguinte., sendo recepcionado pelo acadêmico Afonso Pereira.  Ocupou a Vice-Presidência, no período de 1986 a 1989, na gestão do Presidente Luiz Augusto Crispim e, pelo seu dinamismo e capacidade de trabalho foi eleito Presidente da Instituição, cumprindo um mandato de dois anos, sendo reeleito para mais um biênio. O início da sua primeira gestão coincidiu com o final do governo Burity, mesmo assim, foi realizado um convênio entre a APL e Governo do Estado que destinou à entidade recursos suficientes para a restauração da sede, que além da reparação da estrutura física do prédio, incluiu a aquisição de mobiliário e equipamentos necessários ao desenvolvimento dos trabalhos acadêmicos. Dr. Manuel Batista idealizou e implantou, com a aprovação dos membros da Casa, o JARDIM DE ACADEMUS, local reservado à exposição de estátuas dos representantes mais expressivos na nossa literatura, tendo sido iniciado com os nomes de Coriolano de Medeiros, Augusto dos Anjos, José Américo de Almeida, Alcides Carneiro, José Lins do Rêgo, Assis Chateaubriand e Virginius da Gama e Melo; ainda na sua primeira administração foi editada a 1ª edição do Memorial Acadêmico. Homem de princípios religiosos, Dr. Manuel Batista caracteriza-se pela autenticidade, demonstrando na área profissional muito senso administrativo, encontrando sempre uma maneira diplomática de apresentar as suas ideias. Imparcial, age sempre com justiça e autoridade mas, sem autoritarismo; não tendo envolvimento político desfruta de um bom conceito no meio em que convive, tanto no profissional como no social. PUBLICAÇÕES Ideias, Pessoas e Coisas Crônicas de quase crítica Acadêmicas Paraibanos na Academia Brasileira de Letras Crônica reunida ou prolegômenos da Universidade Federal da Paraíba (no prelo) O IPÊ – a verdadeira história do seu começo.

Nº 09 – (1º SUCESSOR) MANUEL BATISTA DE MEDEIROS

SUCESSOR: MANUEL BATISTA  MANUEL BATISTA DE MEDEIROS:  Nasceu no dia 27 de julho de 1924, em Solânea, Estado da Paraíba. É filho do senhor  João Batista Moreira e D. Maria Batista de Medeiros; casado com  D. Vera Lúcia de Azevedo Medeiros, nascendo da união, os filhos: Emmanuel, Gibran e Luciana. Fez o curso primário na Escola Pública do município de Serraria e o secundário no Seminário Arquidiocesano da Paraíba. No período de 1945 a 1950, fez os cursos de Filosofia e Teologia no Seminário Arquidiocesano Maior, em João Pessoa. É titulado pela Universidade Federal da Paraíba  nos cursos: Bacharelado  e Licenciatura Plena em Línguas Latinas e Bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais; Fez Mestrado em Educação e Licenciatura Plena  em Filosofia pela Universidade  Católica do Recife (PE), 1970.  Ordenado Sacerdote, em 1950, Manuel Batista foi vigário  na Paróquia de São Miguel de Taipu e celebrava missa, mensalmente, na capela do Engenho Itapuá que pertencia  a D. Maria Lins Vieira  de Melo, a Maria Menina, mãe   de criação do escritor José Lins do Rêgo,  mantendo,  com  esta senhora, diálogo sobre a vida do escritor, tendo sido abordados fatos pitorescos da infância do romancista, cujo texto está inserido no livro José Lins do Rêgo – O homem e a obra, da autoria do  acadêmico Eduardo Martins. Foi, também, capelão do Orfanato D. Ulrico, do Centro de Recuperação Bom Pastor, dos Colégios Sagrada Família e Pio X , e da Igreja das Mercês, em João Pessoa. Em 1968, decidiu renunciar à vida sacerdotal,   requerendo permissão ao Papa Paulo VI   para casar-se. Somente obteve a concessão em  1970; de imediato, realizou  o seu matrimônio com D. Vera; à solenidade, compareceram as mais altas expressões da sociedade paraibana e dos Estados vizinhos.  O Dr. Batista dedicou-se ao magistério, exercendo as atividades: Professor Adjunto, por concurso público, da UFPB, lecionando Prática de Ensino em Português e de Literatura Portuguesa; Professor fundador da Cadeira de Direito Civil, da Faculdade de  Ciências Jurídicas e Sociais da UNIPÊ; Professor de Prática de Ensino de Sociologia da Faculdade de Educação da  UFPB.;  Professor Catedrático de Latim do  Lyceu Paraibano ; Professor de Latim  e de Português do Seminário da Paraíba; Professor de História Eclesiástica Primitiva e de Direito Canônico do Seminário Maior da Paraíba. Além de professor, exerceu outras atividades na área educacional, como: fundador e primeiro Reitor da Universidade Autônoma de João Pessoa, a atual UNIPÊ; membro da Comissão de Folclore da UFPB.; Membro do Conselho Universitário da UFPB.; Chefe do Departamento de Metodologia Pedagógica da UFPB.; Participante de bancas examinadoras de  concursos públicos e de vestibulares; Membro do Conselho Executivo da UNIPÊ. No campo jurídico, o Dr. Manuel  Batista destacou-se nas funções de  Advogado e Assessor da Presidência da SAELPA;  Procurador Jurídico da UNIPÊ; Diretor de Departamento de Assistência ao Menor (1963/1967); Procurador Jurídico do Estado, ocupando a Procuradoria Geral, quando se aposentou. Jornalista profissional, escreve nos principais jornais da capital e em revistas especializadas. Foi diretor-presidente da Rádio Arapuan, Diretor Comercial do Jornal A IMPRENSA; Diretor-Presidente da Gráfica A IMPRENSA; integrante, juntamente com Virginius da Gama e Melo e Juarez Batista, do corpo editorial da Revista da FAFI. Exerceu, ainda, outros cargos importantes, dentre os quais destacamos:  Secretário do Interior e Justiça; Membro-fundador da Academia Paraibana de Letras Jurídicas; Juiz Eclesiástico da Arquidiocese da Paraíba. É membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, Advogado autônomo; Membro Honorário do Instituto Histórico e Geográfico de Campina Grande, Rádio-Amador – PR-7-BTG.. Recebeu as Comendas    Ad Immortalitatem  e Mérito de Serviço Cultural, da Academia Paraibana de Letras   e a Comenda José Maria dos Santos, do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano; recebeu a  Medalha Diploma de Colaborador Emérito do Exército Nacional, do IV Exército – Recife (PE).  Elegeu-se membro da Academia Paraibana de Letras, em 1984, tomando posse no dia 26 de setembro do ano seguinte., sendo recepcionado pelo acadêmico Afonso Pereira .Ocupou a Vice-Presidência, no período de 1986 a 1989, na gestão do Presidente Luiz Augusto Crispim e, pelo seu dinamismo e capacidade de trabalho foi eleito  Presidente da Instituição, cumprindo um  mandato de dois anos, sendo reeleito  para mais   um  biênio. O inicio da  sua primeira gestão coincidiu com o final do governo Burity, mesmo assim, foi realizado um convênio entre a APL e Governo do Estado  que destinou à entidade  recursos suficientes para a restauração da sede, que  além da reparação da estrutura física do prédio, incluiu a aquisição de  mobiliário e equipamentos necessários ao desenvolvimento dos trabalhos acadêmicos. Dr Batista idealizou e implantou, com a aprovação dos membros da Casa, o JARDIM DE ACADEMUS, local  reservado à exposição de estátuas dos representantes mais expressivos na nossa literatura, tendo sido iniciado com os nomes de Coriolano de Medeiros, Augusto dos Anjos, José Américo de Almeida, Alcides Carneiro, José Lins do Rêgo, Assis Chateaubriand e Virginius da Gama e Melo; ainda na sua primeira administração foi editada a 1ª edição do Memorial Acadêmico.  Homem de princípios religiosos, Dr. Batista caracteriza-se pela autenticidade, qualidade típica do leonino, demonstrando na área profissional muito senso administrativo, encontrando sempre uma maneira diplomática de impor as suas idéias. Imparcial, age sempre com justiça e autoridade, mas sem autoritarismo; não tendo envolvimento político desfruta de um bom conceito no meio  em que convive, tanto no profissional como no social. Livros publicados: Idéias, pessoas e coisas, 1958; Crônicas de quase crítica, 1963; Acadêmicas, 1998; Paraibanos na Academia Brasileira de Letras, 1999 (2 edições);   Prefácios de alguns livros e centenas de artigos nos jornais O NORTE, A IMPRENSA e A UNIÃO. No  prelo: Crônica reunida  ou prolegômenos da Universidade Federal da Paraíba; O IPÊ – a verdadeira história do seu começo. REFERÊNCIA  BIBLIOGRÁFICA: Currículum Vitae elaborado pelo acadêmico.

Nº 09 – (FUNDADOR) ANTÔNIO DA ROCHA BARRETO

CADEIRA Nº 09 FUNDADOR: ANTÔNIO DA ROCHA BARRETO Patrono: Antônio Gomes de Arruda Barreto (1857-1909) Fundador: Antônio da Rocha Barreto (1882-1958) 1º Sucessor: Manoel Batista de Medeiros (1924-2026) Fundador: Antônio da Rocha Barreto (1882-1958) Ocupação: Escritor Fundador da APL: 14/09/1941 BIOGRAFIA ANTÔNIO DA ROCHA BARRETO nasceu na cidade de Catolé do Rocha, Estado da Paraíba, no ano de 1882, e faleceu no dia 15 de novembro de 1958, em João Pessoa. Era filho de Ferreira de Araújo Barreto, descendente de portugueses, e de D. Francisca Rocha Barreto. Fez os seus estudos fundamentais em sua terra natal e, não tendo seguido uma formação acadêmica tradicional, consolidou-se como um autêntico autodidata. Ingressou no serviço público federal como postalista na Empresa de Correios e Telégrafos, instituição na qual ascendeu ao cargo de oficial administrativo e pela qual veio a se aposentar. Dedicou-se intensamente às letras e enveredou pela imprensa paraibana, na qual se notabilizou pelo talento, pelo senso de responsabilidade e, sobretudo, pela combatividade e sinceridade de suas posições. A vasta experiência acumulada ao longo de sua carreira no serviço postal serviu-lhe de principal subsídio para a escrita e publicação de sua obra histórica O Correio da Paraíba há cem anos, lançada em 1940. No campo do jornalismo, exerceu o cargo de diretor dos periódicos O Norte e A Imprensa, além de colaborar assiduamente com diversas revistas e jornais da capital. Entre os periódicos de relevo nos quais deixou sua marca, citam-se as revistas Manaíra, Menina e Ilustração, bem como os jornais A União, Correio da Manhã e Liberdade. Foi também o autor de importantes artigos historiográficos e biográficos, tais como Rafael de Holanda e O Cólera. No âmbito institucional, Rocha Barreto figurou como membro-fundador da Associação Paraibana de Imprensa (API) e integrou o grupo de sócios-fundadores da Academia Paraibana de Letras (APL), além de ter pertencido ao quadro de membros efetivos do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP). Conforme registrado em sua memória, “A Academia era como um remanso sagrado e, sem dúvida alguma, foi-lhe nos derradeiros momentos da sua existência, um estímulo, uma alegria, uma bem-aventurança espiritual” (Revista da APL, nº 07, p. 07). “A Academia era como um remanso sagrado e, sem dúvida alguma, foi-lhe nos derradeiros momentos da sua existência, um estímulo, uma alegria, uma bem-aventurança espiritual”. (Revista da APL, nº 07, p.07). PUBLICAÇÕES O Correio da Paraíba há cem anos Rafael de Holanda O Cólera