Francisco Pereira da Silva Júnior

Francisco Pereira da Silva Júnior, natural de Campina Grande, PB. 22 de dezembro de 1944. Artista Plástico e gráfico. Pesquisador de arte, história da arte e cultura popular. Membro de instituições nacionais e internacionais de arte, museologia e congêneres, entre as quais – Associação Internacional de Artes Plásticas-AIAP/Unesco; Conselho Internacional de Museus-ICOM/Unesco; membro fundador da Associação Brasileira de Educação Através da Arte-Sobreart; Asssociação Brasileira de Críticos de Arte-ABCA; sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Goiana-PE. Diretor do Museu de Arte Assis Chateaubriand (1969 a 1974), Campina Grande-PB. Tem ocupado cargos e funções entre os quais assessor especial na UFPB na gestão do reitor Lynaldo Cavalcanti, participando da criação do Núcleo de Arte Contemporânea – NAC, tendo sido coordenador do referido setor, e na mesma instituição coordenador de extensão cultural e pró-reitor adjunto de assuntos comunitários. Foi professor do departamento de artes visuais e decano do mesmo, atualmente aposentado. Por dois períodos ocupou a função de vice-presidente executivo do Conselho Estadual de Cultura da Paraíba e de subsecretário de cultura no governo José Maranhão. Ocupou o cargo de Pró-Reitor de Cultura da UEPB, atualmente sendo Pró-Reitor Adjunto e diretor do Museu de Arte Popular da Paraíba – Mapp/UEPB. Tem participado de foruns, diretorias, assessorias e outras funções em instituições de arte e cultura, atuando em congressos e encontros nacionais e internacionais. Tem publicado livros, plaquetes, ensaios, artigos, entre os quais se destaca o livro “PARAÍBA – Memória Cultural”, obra que descreve a evolução histórico/cultural do território paraibano, dos primórdios aos dias atuais. Como artista plástico vem desde os anos de 1960 participando de eventos nacionais e internacionais, em exposições individuais e coletivas.

Hildeberto Barbosa Filho

HILDEBERTO BARBOSA Filho: Hildeberto Barbosa Filho nasceu em 09 de outubro de 1954, na cidade de Aroeiras, Estado da Paraíba. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal da Paraíba; tem curso de Licenciatura em Letras Clássicas e Vernáculas (UFPB); Especialização em Direito Penal, pela USP e Mestrado em Literatura Brasileira, pela UFPB, com dissertação intitulada Sanhauá: poesia emodernidade. Logo cedo, iniciou sua vida de professor, lecionando Língua Portuguesa e Literatura Brasileira em colégios públicos e particulares. Ingressou no ensino superior, através de concurso público, sendo, atualmente, professor da Universidade Federal da Paraíba, lecionando Literatura Brasileira, Teoria da Literatura e Literatura Portuguesa, no curso de Letras, ministrando aulas, também, no curso de Comunicação Social, ao mesmo tempo, prepara-se para concluir o curso de doutorado em Literatura Paraibana. Além de professor universitário, Hildeberto é crítico literário, escritor, poeta e jornalista; mantém uma coluna em o Jornal O Norte, escrevendo sobre literatura. Colabora em os jornais A União, Correio da Paraíba, O Momento, Correio das Artes; Jornal do Comércio e Diário de Pernambuco (PE); O Galo (RN), O Pão (CE); D.O. Leitura (SP); Suplemento Literário de Minas Gerais (MG) e a Revista Cultura Vozes (RJ). Coordenou o Projeto LER e editou a revista Ler. Constantemente, é convidado para participar em simpósios, congresso e seminário como palestrante e conferencista. Assumiu a Cadeira nº 06 da APL, em 10 de setembro de 1999, recepcionado pelo acadêmico José Octávio de Arruda Mello. Bibliografia: (Poesia) A geometria da paixão, UNIGRAF, 1986; O livro daagonia e outros poemas, Idéia, 1991; São teus estes boleros.João Pessoa: Idéia, 1992;O exílio dos dias.João Pessoa: Idéia, 1994;Desolado lobo.João Pessoa: Idéia, 1994; A comarca das pedras João Pessoa: Manufatura, 1997;Ofertório dos bens naturais. João Pessoa: Manufatura, 1998. Crítica literária e ensaios: Aspecto do Augusto dos Anjos. João Pessoa: SEC/DGC, 1981; A convivência crítica: ensaios sobre a produção literária daParaíba. João Pessoa: Governo do Estado, 1985; Ascendino Leite: a paixão de ver esentir. João Pessoa: SECETUR, 1985; Osias Gomes: a plenitude humana e literária.João Pessoa: SECETUR, 1986; Sanhauá: uma ponte para a modernidade. João Pessoa: FUNESC, 1989; A impressão da palavra: literatura e jornalismo cultural. João Pessoa: Idéia, 1993; Os desenredos da criação: livros e autores paraibanos. João Pessoa: UFPB, 1996; Namoro com a doce banalidade. João Pessoa: Idéia, 1997. Além dessas publicações, Hildeberto tem várias outras em co-autoria como, também, participação em obras coletivas, e alguns títulos a publicar.

Humberto Cavalcanti Mello

HUMBERTO Cavalcanti de MELLO: Nasceu em João Pessoa, em 28 de setembro de 1934; filho de José Batista de Mello e D. Maria Deolinda Cavalcanti. É casado com a senhora Paola Frassinete com quem teve cinco filhos: Carmem, Etienete. José Batista Neto, Humberto Junior e Luciana Maria.Estudou em João Pessoa, no Grupo Escolar Thomaz Mindello, Colégio Diocesano Pio X e no Lyceu Paraibano; bacharelou-se em Direito pela Universidade Federal da Paraíba. Aposentado como Juiz de Direito e professor universitário, mantém seu escritório de advocacia, dividindo as atividades de advogado e a pesquisa histórica, colaborando, sempre, nos jornais da capital, escrevendo preferencialmente sobre temas relacionados à história da Paraíba. É sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, do Instituto Histórico e Geográfico de Campina Grande e do Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica; sócio das Academias de Letras Municipais do Brasil-secção Paraíba; Sócio correspondente da Academia de Letras de Campina Grande e do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte. Ingressou na Academia Paraibana de Letras em 12 de setembro de 1990, recepcionado pelo acadêmico e historiador José Octávio de Arruda Mello. Trabalhos publicados: João Pessoa-perfil de um homem público, 1978; Trajetória política de Epitácio Pessoa, 1979; A administração do Presidente João Pessoa, In: João Pessoa, a Paraíba e a Revolução de 30, 1979; Instituições da Paraíba Colonial, In: Paraíba – das origens à urbanização, 1989.

Jomar Morais Souto

JOMAR MORAIS SOUTO: Nasceu em 23 de agosto de 1935, em Santa Luzia do Sabugy, Estado da Paraíba; filho do casal João Paulino Souto e Maria Morais Souto.No ano de 1941, a família transferiu-se para a capital do Estado, iniciando, então, os estudos. Fez o curso primário no Grupo Escolar Epitácio Pessoa, o ginásio no Colégio Marista Pio X e o secundário (Clássico), no Lyceu Paraibano. Graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade do Recife, em 1964, após ter cancelado a matrícula na UFPB, na década de 50, por motivos pessoais. Ingressou no serviço público, aos 18 anos, através de concurso para o IAPI (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários); mais tarde, durante uma pausa na sua criação artístico-literária, forçada por força do AI-5, preparou-se para submeter-se a um novo concurso, dessa vez para o Ministério Público. Aprovado, foi nomeado Promotor de Justiça, com atuação na Comarca de São José de Piranhas, alto sertão paraibano. Na década de 70, integrou a equipe do Gabinete do Governador Tarcísio Burity. Introduzido por Nicodemus Lopes, estreou no Jornal O Estado publicando as suas primeiras crônicas e reportagens; em 1958, o Jornal A União publica seus poemas, ilustrados por Ivan Freitas; no ano seguinte mereceu elogios do escritor pernambucano Mauro Mota, pelo destaque que teve na coletânea de poesias intitulada Geração 59, elaborada por um grupo de jovens poetas paraibanos. “Pela capacidade de novos métodos de assimilação poética, ao lado de uma imaginética que o coloca entre os melhores representantes de sua geração, entre os melhores e mais promissores” (trecho de uma entrevista concedida por Mauro Mota ao Suplemento Letras e Artes, suplemento de A União, em 1959). Em 1961, participou de um encontro nacional de escritores, no Rio de Janeiro, a convite do jornalista Adalberto Barreto, presidente à época da API, oportunidade em que conheceu o poeta Vinicius de Morais, advindo daí, uma sólida amizade. A produção poética de Jomar Souto é bastante diversificada, encontra-se presente na literatura, no teatro, no cinema, na música. Apresentamos, aqui, alguns dos seus trabalhos: Geração 59, 1959 (coletânea de poemas); Pedra de espera, 1961 (Prêmio Augusto dos Anjos); Itinerário lírico da cidade de João Pessoa, 1962, já em várias edições; Elegia para um camponês morto na Fazenda Miriri; Noturno do adro da Igreja de São Francisco e Sonetos das harpas do areal ( apresentados na Exposição Poemas dentro do rio, realizada no Rio Capibaribe, Recife);Fazenda de murmúrios, 1980; Canto da capitania real de Nossa Senhora das Neves, 1985 ( Prêmio de poesia no Quarto Centenário de Fundação da Paraíba); Agrarianas e outros poemas escolhidos, 1996. Teatro: Em 1969, participou do elenco da peça PA-RA-Í- BÊ-A-BA, dirigida por Paulo Pontes, declamando versos seus e de Augusto dos Anjos; o Poema Reina calma no país foi musicado pelo compositor Marcos Vinicius e Sabia, sabiá por Vital Farias, tendo sido apresentados em Festivais de Música Popular Brasileira no Teatro Santa Rosa, saindo vitoriosos. Cinema; compôs as trilhas poéticas dos filmes País de São Saruê, Conterrâneos velhos de guerra e Bolandeira, todos do cineasta paraibano Vladimir Carvalho e todos premiados. Jomar Souto ingressou na Academia Paraibana de Letras, em 23 de maio de 1998, saudado pelo acadêmico Luiz Gonzaga Rodrigues.

José Jackson de Carneiro Carvalho

José JACKSON Carneiro de CARVALHO: Nasceu no município de Caiçara, Estado da Paraíba, em 28 de novembro de 1940; filho de Severino Cabral de Caarvalho e D. Maria Carneiro de Carvalho. É casado com D. Célia Maria Costa de Carvalho. Fez o curso de humanidades no Seminário Arquidiocesano da Paraíba, formando-se em Filosofia na Universidade Católica do Recife, tendo, ainda, os cursos de Mestrado em Teologia, pela Universidade de Bahia, e doutorado em Psicologia Escolar, pela Universidade de São Paulo. Em Aracaju (SE), lecionou Metodologia da Pesquisa na Universidade Federal, dirigiu o Colégio de Aplicação e chefiou o Departamento de Ciências Educacionais da Universidade; representou a Faculdade de Educação no Conselho Universitário, chefiou o Núcleo de Apoio Pedagógico da Secretaria de Educação, foi Membro do Conselho Estadual de Educação, Gerente dos Recursos Humanos e Pró-Reitor de Graduação da Universidade Federal de Sergipe. Retornado à capital paraibana, foi nomeado, pelo Governador Wilson Braga, Secretário de Educação e Cultura do Estado fazendo uma administração dinâmica e eficiente. Construiu em Cajazeiras o Teatro Iracles Pires, implantou o Projeto Araponga, em João Pessoa, e o Projeto Banda de Música; trouxe à Paraíba o Projeto Pixinguinha. Professor universitário, ascendeu ao cargo de Reitor da Universidade Federal da Paraíba, no período de 1984 a 1989, aposentando-se no ano de 1991. Assumiu a sua Cadeira na APL, no dia 08 de julho de 1990, com discurso de saudação do acadêmico Manuel Batista de Medeiros. Publicou os trabalhos: Antropologia Filosófica e as Ciências Humanas, In: Revista da Universidade Federal de Sergipe, 1979; Análise de interação verbal entre professores e alunos em sala de aula (tese de doutorado, aprovada na Universidade da São Paulo, 1980); Questões Universitárias, URNE, 1983; Estudos de Filosofia, GRAFSET, 1988; Discurso de posse no cargo de Reitor, UFPB., 1984; Os caminhos da razão. Ensaios de Filosofia Social e Política, João Pessoa: Gráfica Universitária, UFPB, 1991.