José Loureiro Lopes
JOSÉ LOUREIRO Lopes: Nasceu em 26 de junho de 1940, em Piancó, Estado da Paraíba; filho do casal Severino Ramos Lopes e D.Beatriz Loureiro Lopes, casado com a senhora Marília de Medeiros Lopes, deste matrimônio nasceram as filhas Patrícia e Christiane. Estudou no Seminário de Patos, concluindo o curso de Humanidades no Seminário Arquidiocesano da Paraíba, tendo curso de Licenciatura e Mestrado em Filosofia e Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália; doutorado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Pós-doutorado na Westfalische Wilhelms-Universsita Munster, Alemanha, em 1990. Tema: Educação e Trabalho. Possui cursos de Extensão Cultural sobre Sociologia do desenvolvimento; sobre Introdução à economia e sobre Sociologia religiosa e paroquial, Pontifício Colégio Pio Brasileiro, em Roma, entre os anos de 1962/1965, além de outros cursos. Ingressou no magistério superior, através de concurso público, lecionando na Universidade Federal da Paraíba as disciplinas Sociologia e Psicologia da Educação. Já exerceu, entre outras, as funções: Diretor da Rádio Alto Piranhas, da cidade de Cajazeira, Pb; Diretor de Departamento de Educação Primária da Secretaria de Educação da Paraíba, 1969/71; Secretário Geral do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, 1971/73; Diretor do Instituto de Psicologia dos Institutos Paraibanos de Educação (IPÊ), 1972/76; Diretor da Faculdade de Educação (IPÊ), 1980/1990; Membro do Conselho Estadual de Educação, em vários mandatos; Secretário da Educação e Cultura do Estado da Paraíba, de setembro de 1988 a março de 1990; Pró -Reitor de Graduação da UFPB, de setembro de 1988 a março de 1990; Pró -Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa da UFPB., de abril de 1900 a setembro de 1992. Atualmente, desempenha as funções: Membro do Conselho Municipal de Educação; Membro fundador de Conselheiro do IPÊ; Pró-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da UNIPÊ, João Pessoa-Pb., desde setembro/94. Bibliografia: O salário da educação, aspectos legais e sistemática operacional (Boletim, nº 02/SEC); Ensino Supletivo, o novo desafio(Revista Horizonte,nº01/76/UFPB.);Gramsci, um novo bloco histórico(UFPB, Cadernos de Educação,nº 07/1982) Teoria eprática em educação(Cadernos de educação, UFPB); Educação de Adultos noBrasil:Legislação e Ideologia (São Paulo: PUC/1984-Tese de doutorado);Uma históriada educação na Paraíba .In: Mello, José Octávio de Arruda.Coord. Capítulos de Históriada Paraíba, p.448 /453. Campina Grande: 1987. Palestras: O papel dos Kibbutz no desenvolvimento de Israel (Lions Club de Cajazeiras, 1967; Comunidade e Sociedade (1º encontro de líderes de conjuntos residenciais, CEHAP); A educação na Paraíba: Problemas e Perspectivas(Encontro sobre recursos humanos para a educação, UFPB/IPÊ); O papel da Arquidiocese da Paraíba na formação dos intelectuais: O contributo jornalístico(Curso de História, UFPB/1994). Trabalhos acadêmicos: Repensando as funções do educador escolar: um novo intelectual em formação? (PUC/São Paulo/1980); Repensando o educador escolar: onde buscar o significado das diferentes funções e habilitações técnicas (PUC/SãoPaulo/1980); Um novo educador escolar (PUC/São Paulo/1980): Uma leitura da obra de Gramsci (PUC/São Paulo/1980); Legislação Educacional Brasileira: como chegar à realidade que oculta (PUC/São Paulo/1981); Reflexões sobre a UNIPÊ: sua identidade e ação (UNIPÊ/João Pessoa: 1997); Centros universitários: Uma proposta em desenvolvimento (UNIPÊ)João Pessoa: 1997).
José Mário da Silva Branco
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José Neumanne Pinto
JOSÉ NÊUMANNE PINTO nasceu em 18 de maio de 1951 – Uiraúna, Paraíba, Brasil. JORNALISMO 1968/69 Diário da Borborema, Campina Grande, PB – Repórter 1970/75 Folha de S. Paulo – Repórter 1975/86 Jornal do Brasil – Repórter da sucursal de São Paulo (1975/83) – Secretário de redação (1983) – Chefe da redação (1984) – Repórter especial da sucursal de São Paulo (1985/86) 1986/91 e desde 2012 O Estado de S. Paulo – Editor de política (1986/88) – Editor de opinião (1988/89) – Editorialista (1989/91 e desde 2012) 1991/96 Assessor político e ghost writer do senador José Eduardo de Andrade Vieira, ex-ministro da Indústria, do Comércio e do Turismo e da Agricultura 1994-96 El Nuevo Herald – foi colunista, com um artigo semanal sobre Brasil na edição em castelhano do jornal “Miami Herald”1996-97 e 2004-2006) Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) – comentarista político e econômico no programete diário “Direto ao assunto” De 1996 a 2012 – Chefe dos editorialistas do Jornal da Tarde. Desde1996 Rádio Jovem Pan – comentarista: coluna “Direto ao assunto” no “Jornal da Manhã” e na “Hora da Verdade” 2000 Cineclick – colunista semanal do site, especializado em cinema PRÊMIOS E CONDECORAÇÕES 1975 Prêmio Esso de Jornalismo Econômico (com Maria Inês Caravaggi), pela série “Perfil do Operário Brasileiro Hoje” (“Jornal do Brasil”) 1975 Troféu Imprensa de Reportagem Esportiva (com Paulo Mattiussi), pela reportagem “Éder Jofre e o Boxe Brasileiro” (“Jornal do Brasil”) 2005 Prêmio Senador José Ermírio de Moraes, da Academia Brasileira de Letras, de melhor livro de 2004, com o romance O silêncio do delator, A Girafa Editora. 2005: Troféu Personalidade TV Tambaú. Reportagem biográfica completa da TV Tambaú, sob a direção do jornalista José Vieira Neto, exibida na noite do Prêmio Personalidade TV Tambaú, recebido por José Nêumanne. Para exibição do vídeo clique neste ícone: 2005 O romance O silêncio do delator também figurou entre os 14 finalistas do prêmio de melhor livro de 2003/2004 da Jornada Literária de Passo Fundo (RS), em 2005, vencido pelo romance Budapeste, de Chico Buarque de Holanda. 2005 O romance O silêncio do delator também foi relacionado entre os dez finalistas do Prêmio Literário da Portugal Telecom, de 2005. 2007 (26 de outubro): Medalha José Lins do Rego do Mérito Literário, concedida pela Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba. 2008. Homenagem do Conselho de Desenvolvimento Econômico de São Bernardo do Campo. Iniciativa do prefeito William Dib e do secretário de Desenvolvimento e Turismo, Fernando Longo. 2008 (terça-feira 22 de julho): Posse na Academia Paraibana de Letras. Cadeira n. 01, Patrono Augusto do Anjos.
José Octávio de Arruda Mello
JOSÉ OCTÁVIO de Arruda Mello : Nasceu em 18 de março de 1940, em João Pessoa, capital do Estado da Paraíba; filho do casal Arnaldo Vieira de Mello e Otília de Arruda Mello. É casado com a senhora Amável Maria Targino da Rocha Mello, sua fiel colaboradora e seguidora ideológica; da união nasceu o filho Victor Raul da Rocha Mello. Fez os cursos primário e secundário em Colégios de João Pessoa com a professora Tércia Bonavides e os professores Aníbal Moura e Pedro Nicodemos os quais lhe despertaram o gosto pela história; bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da UFPB. Posteriormente, graduou-se em História, também, pela UFPB.. Possui cursos de Especialização em Técnicas e Métodos de Pesquisa Histórica, pelo Instituto de Filosofia e Ciências do Homem da Universidade Federal de Pernambuco, fazendo, também, nesta Universidade, Mestrado em História. Obteve o título de Doutor em São Paulo, tendo participado da banca examinadora os historiadores Carlos Guilherme Mota, Edgard Carone e José Sebastião Witter. Ingressando no magistério superior, lecionou na Universidade da Paraíba nos cursos de graduação e pós-graduação de História, tendo sido o fundador da Cadeira de História da Paraíba, lecionando esta disciplina, durante 21 anos; leciona na Universidade Autônoma de João Pessoa e na Fundação Francisco Mascarenhas, em Patos. Atualmente está aposentado da UFPB, mas ministra aulas nos cursos de mestrado e doutorado e graduação das Universidades Federais da Paraíba e de Pernambuco, na UEPB e na UNIPÊ; é jornalista, atuando com regularidade nos jornais locais.No serviço público,como jornalista, assessorou dois Governos Estaduais, foi Diretor Geral de Cultura e Coordenador do Setor de Teleducação da SEC/Pb. Durante dez anos integra o Conselho Estadual de Cultura. José Octávio sendo amigo e discípulo dos historiadores José Honório Rodrigues e Hélio Jaguaribe, fundou o Grupo de Estudos José Honório, cuja atuação é considerada a mais dinâmica da historiografia paraibana. Juntamente com Hélio Jaguaribe, participou, no Rio de Janeiro dos debates que precederam a elaboração de Um estudo crítico da História (2volumes). Ingressou na Academia Paraibana de Letras no ano de 1974, recepcionado pelo acadêmico Cláudio Santa Cruz Costa. Em sua bibliografia consta centenas de artigos publicados em jornais e revistas especializadas, como do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, da Academia Paraibana de Letras, Anais do SOPH, CCHLA, CELAM, Fundação Joaquim Nabuco e Correio das Artes, entre outras.É editor da Revista da UNIPÊ e secretário da comissão editorial da mesma. Organizador de dezenas de publicações, incluindo a série Brasil, tempoe cultura, do Governo Estadual; autor de inúmeros prefácios e de obra numerosa e diversificada, destacando-se: A revolução estatizada (1982/1992); O Brasil na PrimeiraGuerra Mundial ou Estado Novo (1988); História da Paraíba (já na 6ª edição), 1994/2000; 1964: a dimensão global (1988); O problema do Estado da Paraíba (2000) e Sociedade e poder político no nordeste; Sociedade e poder político no nordeste (2001).
Juarez Farias
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Luiz Gonzaga Rodrigues
Luís GONZAGA RODRIGUES: Nasceu em 21 de junho de 1933, na cidade de Alagoa Nova, Estado da Paraíba; filho do casal Manuel Avelino Rodrigues e D. Antonina Freire Rodrigues. É casado com a senhora Edite Maria do Nascimento Rodrigues, de cuja união nasceram cinco filhos: Gustavo, Graciele, Fabiano, Dinah e Luz Cibele.Iniciou o curso primário no Grupo Escolar Professor Cardoso, em Alagoa Nova, vindo concluir em Campina Grande, no Colégio Diocesano Pio XI e começando o ginasial, que veio concluir na capital do Estado, no Lyceu Paraibano. Ingressou no Jornal O Norte, através do jornalista José Leal, como revisor, passando a redator e, em seguida a editor, estas mesmas funções ele exerceu no Jornal A União, chegando a Diretor Técnico. Colaborou como cronista nos jornais O Norte, A União e no Correio da Paraíba; atualmente, escreve as suas crônicas no Jornal O Norte. Gonzaga Rodrigues foi Secretário de Comunicação Social do Estado; Presidente da Associação Paraibana de Imprensa; coordenou, com o escritor José Octávio de Arruda Mello, o livroCapítulos de História da Paraíba é citado em verbete no Dicionário de Literatura Brasileira, editado pelo MEC. Assumiu a Cadeira da APL, em 27 de agosto de 1993, recepcionado pelo acadêmico Luiz Augusto da Franca Crispim. Publicou: Notas do meu lugar (crônicas 1979); Um sítio que anda comigo (crônicas), 1983; Filipéia e outrassaudades; Parahyba, a cidade, o rio e o mar (Álbum); José Maria dos Santos(ensaio biográfico –Coleção Nomes do século, A União, 2000). Realizou palestra sobre Juarez Batista na Academia Paraibana de Letras. Neste ano de 2001, foi agraciado pela TV TAMBAÚ, com o titulo de PERSONALIDADE VIP DO ANO.
Luiz Nunes Alves
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Manuel Batista de Medeiros
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Nº 28 – (2º SUCESSOR)MARCOS AUGUSTO TRINDADE

CADEIRA Nº 28 2º SUCESSOR: MARCOS AUGUSTO TRINDADE Patrono: Pe. Lindolpho José Correa das Neves (1819-1884) Fundador: Apolônio Carneiro da Cunha Nóbrega (1909-1967) 1º Sucessor: Milton Ferreira Paiva (1923-2002) 2º Sucessor: Mons. Marcos Augusto Trindade (1928-2021) 3º Sucessor: Rui Cezar de Vasconcelos Leitão (atual ocupante) 2º Sucessor: Mons. Marcos Augusto Trindade (1928-2021) Ocupação: Padre e professor Eleito: 13/12/2002 Posse: 09/05/2003 Saudação: José Loureiro Lopes Saudação: Oscar de Oliveira Castro BIOGRAFIA Marcos Augusto Trindade (Monsenhor Marcos) nasceu no dia 15 de outubro de 1927, em João Pessoa. Filho de José Augusto Trindade e Noêmia Bezerra Trindade. Ele decidiu seguir o sacerdócio aos 11 anos, iniciando os estudos eclesiásticos na década de quarenta, no complexo barroco, atualmente Igreja de São Francisco, entre 1941 e 1946; concluiu o curso de Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, em 1950. Foi ordenado na Igreja de São João de Latrão. Na mesma Pontifícia concluiu o mestrado. No ano de 1971, cursou Licenciatura em Filosofia pela Universidade Católica de Pernambuco. Em seu sacerdócio, exerceu a função de assistente eclesiástico da Juventude Estudantil da Paraíba entre 1958 e 1964; presidente da Associação Educacional Católica, no biênio 1980/81; cônego efetivo do Cabido Metropolitano da Paraíba, desde 1990; vigário paroquial da Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes entre 1968 e 1970 e entre 1983 e 1991. Padre Marcos dedicou-se ao magistério, lecionando as disciplinas de Lógica, Teologia Política Social, Filosofia da Religião, Sociologia, Português, Latim, Grego e outras, em instituições de ensino como o Seminário Arquidiocesano Pio XII e o Instituto Nossa Senhora de Lourdes. Sua dedicação ao ensino levou-o também a exercer a administração das escolas e universidades, como vice-reitor e, depois, reitor do Seminário Arquidiocesano da Paraíba entre 1960 e 1968; diretor do Colégio Arquidiocesano Pio XII, por vinte e três anos, entre 1971 e 1994, onde marcou gerações com valores cristãos de otimismo. Ainda no ano de 1971, juntamente com os chamados conselheiros fundadores — Afonso Pereira da Silva, Flávio Colaço Chaves, José Loureiro Lopes, José Trigueiro do Vale e Manuel Batista de Medeiros — parte para construir, no início da década de 1970, no âmbito do ensino superior, os Institutos Paraibanos de Educação (Ipê), transformando-se depois no Unipê. Marcos sempre ressaltou que um dos objetivos principais da novel instituição era ensinar a Paraíba a pensar, em sua ótica, o complemento racional e necessário daquilo que o padre Ignácio de Souza Rolim fizera no início do século XIX, em terras das Cajazeiras, ensinando a Paraíba a ler. A imensa contribuição desse sacerdote à educação fez com que recebesse diversas homenagens, das quais destacam-se os diplomas: Honra ao Mérito da Assembleia Geral da Federação Paraibana de Desportos Acadêmicos, em 1977; Mérito Cultural da Academia Paraibana de Letras, em 2002; Sócio Honorário do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, em 2001; Honra ao Mérito da Assembleia Legislativa do Estado, em 1998; Honra ao Mérito concedida pela Secretaria da Cidadania e Justiça do Ministério da Justiça, em 2000. Também foi agraciado com as medalhas Epitácio Pessoa da Assembleia Legislativa, em 2001; Mérito Universitário, concedido pelo Ipê, em 1989; e a medalha comemorativa dos 40 anos do Conselho Estadual de Educação da Paraíba. Monsenhor Marcos Trindade publicou Caminhos da Educação e da Cultura, em 2002; foi membro da Associação Brasileira de Escolas Superiores Católicas desde 1991; e ingressou na Academia Paraibana de Letras em 9 de maio de 2003. Faleceu no dia 12 de setembro de 2021, deixando um grande legado na construção do ensino superior. PUBLICAÇÕES Caminhos da Educação e da Cultura Discurso de Posse na APL
Marcos Cavalcanti de Albuquerque
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