24 – Evaldo Gonçalves de Queiroz (falecido)

24 – Evaldo Gonçalves de Queiroz Cadeira nº 24 Patrono: Pedro Américo Fundador: Horácio de Almeida Sucessores: José Joffily Bezerra de Melo Evaldo Gonçalves de Queiroz Nasceu em São João do Cariri, Estado da Paraíba, em 15 de junho de 1933; filho de José Gonçalves de Queiroz e d. Felismina Maria de Queiroz. Estudou no Colégio Diocesano Pio XI, em Campina Grande, tendo os cursos de Direito, pela Universidade Federal da Paraíba e Filosofia, pela Universidade Federal de Pernambuco. É advogado, professor universitário, escritor e político. Entre as funções públicas, ressaltamos: Funcionário do IBGE –Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística; Diretor de Educação e Cultura de Campina Grande; Promotor Público das Comarcas de Pocinhos e Campina Grande; Secretário da Administração de Campina Grande; secretário da Administração do Estado, na no governo Ernani Sátyro; Chefe da Casa Civil do Governo do Estado da Paraíba, 1973;, ; atualmente, ocupa o cargo de Secretário da Ação Social do Governo do Estado, tendo ocupado, também, a Secretaria de Educação do Estado, neste ano de 2000. Foi professor de História Gral e do Brasil no Colégio Diocesano Pio XI, Colégio Estadual de Campina Grande e do Colégio Técnico de Administração; professor de Geografia Humana da Faculdade de Ciências Econômicas de Campina Grande e professor de Geografia Econômica da Faculdade de Ciências da Administração da Universidade Regional do Nordeste; professor de Estudos dos Problemas Brasileiros da UFPB. Vereador em Campina Grande; Deputado Estadual, por três mandatos consecutivos; Governador , eventual, do Estado, em 1985; Deputado Federal (1986/1994); membro do Conselho Estadual de Educação do Estado; membro efetivo da Associação Brasileira de Técnicos em Administração. Foi Presidente da Assembléia Legislativa do Estado (1985/86); Líder do Governo Ivan Bichara, 1976/78; Alguns dos seus trabalhos publicados: Ocidentes: legados e perspectivas, 1957; A América pré-colombiana, 1957; Nossa primeira defesa (discurso de orador de turma), 1963; Do horário do comércio (parecer), 1963; Do “Quorum” nas câmaras de vereadores (parecer), 1963; Capitalismo: crises e alternativas, 1964; Geografia humana: Conceito e objetivo, 1964; Modelos de código tributário municipal, 1969; Manuais de serviço tributário e patrimônio, 1969; Plano de classificação de cargos, 1969; A verdade, somente a verdade, 1970; Integração política: fatos de segurança nacional (discurso como orador ta turma do II Ciclo de Estudos sobre o Desenvolvimento e Segurança, promovido pela ADESG); A revolução brasileira: desenvolvimento e modelo político, 1975; Festa do dever cumprido, 1975; José Américo: profeta em sua terra, 1977; João Calmon: cidadão do Brasil, 1977; Da recompensa de ser Deputado, 1978; Da hora e da vez de agradecer, 1981; Argemiro: líder do seu povo, 1981;Sonho de estudante, lição de eternidade, 1981; Afonso Campos e Campina na primeira república, 1981; Três discursos: Mais um dos nossos- A grandeza do quotidiano e Ouvir ou ver estrelas?, 1983; O mundo começa em Campina, 1984; Epitácio contra o epitacismo?; Auroras que jamais entardecerão, 1984; A hora é esta! o nordeste não pode mais esperar, 1987; À Paraíba sempre, 1989; Meu capital é o trabalho, 1990; Valeu, amigos!, 1991; Memória política, 1993; Alegria de poder voltar, 1994; Elpídio: o homem – encontro, 1998; Signos da Paraíba, 1990; Cristiano Lauritzen, 2000. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: Curriculum vitae elaborado pelo acadêmico
Nº 15 – (3º SUCESSOR) FRANCISCO PEREIRA DA SILVA JÚNIOR

CADEIRA Nº 15 3º SUCESSOR: CHICO PEREIRA Patrono: Eugênio Toscano de Brito (1850-1903) Fundador: Celso Marques Mariz (1885-1982) 1º Sucessor: Jansen Filho (1925-1994) 2º Sucessor: Paulo Gustavo Galvão (1936-2015) 3º Sucessor: Francisco Pereira da Silva Junior 4º Sucessor: Mário Hélio Gomes de Lima (atual ocupante) 3º Sucessor: Francisco Pereira da Silva Junior (1944-2025) Ocupação: Artista Plástico Eleito: 08/07/2016 Posse: 16/08/2016 Saudação: José Octávio de Arruda Mello BIOGRAFIA FRANCISCO PEREIRA DA SILVA JÚNIOR: Natural da cidade de Campina Grande, Estado da Paraíba, nasceu em 22 de dezembro de 1944 e faleceu em João Pessoa, no dia 25 de dezembro de 2025. Destacou-se como artista plástico, designer gráfico e pesquisador de arte, história da arte e cultura popular. Ao longo de sua trajetória, integrou importantes instituições nacionais e internacionais de arte e museologia, entre as quais a Associação Internacional de Artes Plásticas (AIAP/Unesco), o Conselho Internacional de Museus (ICOM/Unesco) e a Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), além de ser membro-fundador da Associação Brasileira de Educação Através da Arte (Sobread) e sócio-correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Goiana (PE). No campo da gestão museológica e cultural, foi diretor do Museu de Arte Assis Chateaubriand (MAAC), em Campina Grande, no período de 1969 a 1974. Na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), atuou como assessor especial na gestão do reitor Lynaldo Cavalcanti, ocasião em que participou ativamente da criação do Núcleo de Arte Contemporânea (NAC), setor do qual foi coordenador. Na mesma universidade, exerceu ainda as funções de coordenador de extensão cultural e de pró-reitor adjunto de assuntos comunitários, tendo sido também professor e decano do Departamento de Artes Visuais, instituição pela qual se aposentou. Sua relevante atuação na administração pública incluiu dois mandatos como vice-presidente executivo do Conselho Estadual de Cultura da Paraíba e o cargo de subsecretário de Cultura do Estado durante o governo de José Maranhão. Posteriormente, vinculou-se à Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), onde exerceu o cargo de Pró-Reitor de Cultura e, consecutivamente, a função de Pró-Reitor Adjunto, além de assumir a direção do Museu de Arte Popular da Paraíba (MAPP/UEPB) — conhecido como o Museu dos Três Pandeiros. Participou ativamente de fóruns, diretorias, assessorias e congressos de relevância nacional e internacional na área cultural. Como autor, publicou diversos livros, plaquetes, ensaios e artigos especializados, destacando-se a sua obra primordial Paraíba: Memória Cultural, livro que descreve detalhadamente a evolução histórico-cultural do território paraibano desde os seus primórdios até a contemporaneidade. Paralelamente às suas funções acadêmicas e administrativas, consolidou uma sólida carreira nas artes plásticas a partir da década de 1960, participando de inúmeras exposições individuais e coletivas, tanto no Brasil quanto no exterior. PUBLICAÇÕES Feira Livre de Campina Grande – Um Museu Vivo de Cultura Popular Os Anos 60 – Revisão das Artes Plásticas na Paraíba Paraíba – Memória Cultural
Nº 09 – (1º SUCESSOR) MANUEL BATISTA DE MEDEIROS

CADEIRA Nº 09 1º SUCESSOR: MANOEL BATISTA DE MEDEIROS Patrono: Antônio Gomes de Arruda Barreto (1857-1909) Fundador: Antônio da Rocha Barreto (1882-1958) 1º Sucessor: Manoel Batista de Medeiros (1924-2026) 1º Sucessor: Manoel Batista de Medeiros (1924-2026) Ocupação: Jornalista e Procurador de Justiça Eleito: 14/09/1984 Posse: 26/09/1985 Saudação: Afonso Pereira da Silva BIOGRAFIA Manoel Batista de Medeiros nasceu aos 27 dias do mês de julho do ano de 1924, na cidade de Bananeiras, Estado da Paraíba, tendo falecido no dia 21 de maio de 2026, em João Pessoa. Formado em Letras Neolatinas e em Direito pela Universidade Federal da Paraíba é Professor, escritor, advogado e jornalista profissional. Sua Ordenação Sacerdotal ocorreu no dia 08 de dezembro de 1950 e liberado por Rescrito exarado pelo Papa Paulo VI em maio de 1970, a seu pedido. É filho de João Batista Moreira e D. Maria Batista de Medeiros; foi casado com a professora Vera Lúcia de Azevedo Medeiros, nascendo da união: Emmanuel, Gibran e Luciana. Fez o curso primário na Escola Pública do município de Serraria e o secundário no Seminário Arquidiocesano da Paraíba. Manuel Batista foi vigário na Paróquia de São Miguel de Taipu e celebrava missa, mensalmente, na capela do Engenho Itapuá que pertencia a D. Maria Lins Vieira de Melo, a Maria Menina, mãe de criação do escritor José Lins do Rêgo, mantendo, com esta senhora, diálogo sobre a vida do escritor, tendo sido abordados fatos pitorescos da infância do romancista, cujo texto está inserido no livro José Lins do Rêgo – O homem e a obra, da autoria do acadêmico Eduardo Martins. Foi, também, capelão do Orfanato D. Ulrico, do Centro de Recuperação Bom Pastor, dos Colégios Sagrada Família e Pio X , e da Igreja das Mercês, em João Pessoa. O Dr. Batista dedicou-se ao magistério, exercendo as atividades: Professor Adjunto, por concurso público, da UFPB, lecionando Prática de Ensino em Português e de Literatura Portuguesa; Professor fundador da Cadeira de Direito Civil, da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais da UNIPÊ; Professor de Prática de Ensino de Sociologia da Faculdade de Educação da UFPB.; Professor Catedrático de Latim do Lyceu Paraibano ; Professor de Latim e de Português do Seminário da Paraíba; Professor de História Eclesiástica Primitiva e de Direito Canônico do Seminário Maior da Paraíba. Além de professor, exerceu outras atividades na área educacional, como: fundador e primeiro Reitor da Universidade Autônoma de João Pessoa, a atual UNIPÊ; membro da Comissão de Folclore da UFPB.; Membro do Conselho Universitário da UFPB.; Chefe do Departamento de Metodologia Pedagógica da UFPB.; participante de bancas examinadoras de concursos públicos e de vestibulares; Membro do Conselho Executivo da UNIPÊ. No campo jurídico, o Dr. Manuel Batista destacou-se nas funções de Advogado e Assessor da Presidência da SAELPA; Procurador Jurídico da UNIPÊ; Diretor de Departamento de Assistência ao Menor (1963/1967); Procurador Jurídico do Estado, ocupando a Procuradoria Geral, quando se aposentou. Jornalista profissional, escreve nos principais jornais da capital e em revistas especializadas. Foi diretor-presidente da Rádio Arapuan, Diretor Comercial do Jornal A IMPRENSA; Diretor-Presidente da Gráfica A IMPRENSA; integrante, juntamente com Virginius da Gama e Melo e Juarez Batista, do corpo editorial da Revista da FAFI. Exerceu, ainda, outros cargos importantes, dentre os quais destacamos: Secretário do Interior e Justiça; Membro-fundador da Academia Paraibana de Letras Jurídicas; Juiz Eclesiástico da Arquidiocese da Paraíba. É membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, Advogado autônomo; Membro Honorário do Instituto Histórico e Geográfico de Campina Grande, Rádio-Amador – PR-7-BTG. Recebeu as Comendas Ad Immortalitatem e Mérito de Serviço Cultural, da Academia Paraibana de Letras e a Comenda José Maria dos Santos, do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano; recebeu a Medalha Diploma de Colaborador Emérito do Exército Nacional, do IV Exército – Recife (PE). Elegeu-se membro da Academia Paraibana de Letras, em 1984, tomando posse no dia 26 de setembro do ano seguinte., sendo recepcionado pelo acadêmico Afonso Pereira. Ocupou a Vice-Presidência, no período de 1986 a 1989, na gestão do Presidente Luiz Augusto Crispim e, pelo seu dinamismo e capacidade de trabalho foi eleito Presidente da Instituição, cumprindo um mandato de dois anos, sendo reeleito para mais um biênio. O início da sua primeira gestão coincidiu com o final do governo Burity, mesmo assim, foi realizado um convênio entre a APL e Governo do Estado que destinou à entidade recursos suficientes para a restauração da sede, que além da reparação da estrutura física do prédio, incluiu a aquisição de mobiliário e equipamentos necessários ao desenvolvimento dos trabalhos acadêmicos. Dr. Manuel Batista idealizou e implantou, com a aprovação dos membros da Casa, o JARDIM DE ACADEMUS, local reservado à exposição de estátuas dos representantes mais expressivos na nossa literatura, tendo sido iniciado com os nomes de Coriolano de Medeiros, Augusto dos Anjos, José Américo de Almeida, Alcides Carneiro, José Lins do Rêgo, Assis Chateaubriand e Virginius da Gama e Melo; ainda na sua primeira administração foi editada a 1ª edição do Memorial Acadêmico. Homem de princípios religiosos, Dr. Manuel Batista caracteriza-se pela autenticidade, demonstrando na área profissional muito senso administrativo, encontrando sempre uma maneira diplomática de apresentar as suas ideias. Imparcial, age sempre com justiça e autoridade mas, sem autoritarismo; não tendo envolvimento político desfruta de um bom conceito no meio em que convive, tanto no profissional como no social. PUBLICAÇÕES Ideias, Pessoas e Coisas Crônicas de quase crítica Acadêmicas Paraibanos na Academia Brasileira de Letras Crônica reunida ou prolegômenos da Universidade Federal da Paraíba (no prelo) O IPÊ – a verdadeira história do seu começo.
Nº 04 – (1º SUCESSOR) JOSÉ LOUREIRO LOPES

CADEIRA Nº 04 1º SUCESSOR: JOSÉ LOUREIRO LOPES Patrono: Adolfo Tácito da Costa Cirne (1855-1922) Fundador: Mário Moacyr Porto (1912-1997) 1º Sucessor: José Loureiro Lopes (1940-2024) 2º Sucessor: João Trindade Cavalcante (atual ocupante) 1º Sucessor: José Loureiro Lopes (1940-2024) Ocupação: Professor Eleito: 14/07/1998 Posse: 19/08/1999 Saudação: Manuel Batista de Medeiros BIOGRAFIA José Loureiro Lopes nasceu em Piancó, no Estado da Paraíba, em 26 de junho de 1940, e faleceu em João Pessoa, também na Paraíba, em 28 de setembro de 2024. Iniciou seus estudos no Seminário de Patos e concluiu o curso de Humanidades no Seminário Arquidiocesano da Paraíba. No exterior, obteve os títulos de Licenciado e Mestre em Filosofia e Teologia pela prestigiada Universidade Gregoriana de Roma, na Itália. Posteriormente, tornou-se doutor em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e realizou seu pós-doutorado na Westfälische Wilhelms-Universität Münster, na Alemanha, em 1990, com pesquisa voltada ao tema “Educação e Trabalho”. Sua sólida formação acadêmica inclui, ainda, cursos de extensão cultural em Sociologia do Desenvolvimento, Introdução à Economia e Sociologia Religiosa e Paroquial, realizados no Pontifício Colégio Pio Brasileiro, em Roma, entre os anos de 1962 e 1965. No magistério superior, ingressou por meio de concurso público na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde lecionou as disciplinas de Sociologia da Educação e Psicologia da Educação. Ao longo de sua profícua trajetória intelectual e administrativa, desempenhou funções de grande relevância no cenário educacional do estado, destacando-se como membro do Conselho Municipal de Educação, membro fundador e conselheiro do Instituto de Planejamento Governamental (IPÊ), além de ter exercido o cargo de Pró-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão do Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ) a partir de setembro de 1994. PUBLICAÇÕES O salário da educação, aspectos legais e sistemática operacional Ensino Supletivo, o novo desafio Gramsci, um novo bloco histórico Teoria e prática em educação Educação de Adultos no Brasil: Legislação e Ideologia Uma história da educação na Paraíba Repensando as funções do educador escolar: um novo intelectual em formação? Repensando o educador escolar: onde buscar o significado das diferentes funções e habilitações técnicas Um novo educador escolar Uma leitura da obra de Gramsci Legislação Educacional Brasileira: como chegar à realidade que oculta Reflexões sobre a UNIPÊ: sua identidade e ação Centros universitários: Uma proposta em desenvolvimento