CADEIRA Nº 06
1º SUCESSOR: HILDEBERTO BARBOSA FILHO
1º Sucessor: Hildeberto Barbosa Filho (atual ocupante)
Ocupação: Professor e escritor
Eleito: 18/09/1998
Posse: 10/09/1999
Saudação: José Octávio de Arruda Mello
BIOGRAFIA
Hildeberto Barbosa Filho nasceu em 9 de outubro de 1954, na cidade de Aroeiras, Estado da Paraíba. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), possui Licenciatura em Letras Clássicas e Vernáculas (UFPB), Especialização em Direito Penal pela Universidade de São Paulo (USP) e Mestrado em Literatura Brasileira pela UFPB, com a dissertação intitulada Sanhau: poesia e modernidade.
Iniciou precocemente a carreira docente, lecionando Língua Portuguesa e Literatura Brasileira em colégios públicos e particulares. Posteriormente, ingressou no ensino superior por concurso público, tornando-se professor da Universidade Federal da Paraíba, onde leciona Literatura Brasileira, Teoria da Literatura e Literatura Portuguesa no curso de Letras, além de atuar no curso de Comunicação Social. Preparava-se para concluir o doutorado em Literatura Paraibana.
Além da docência, atua como crítico literário, escritor, poeta e jornalista. Mantém coluna literária no jornal O Norte e colabora em diversos periódicos, entre eles: A União, Correio da Paraíba, O Momento, Correio das Artes, Jornal do Comércio e Diário de Pernambuco (PE); O Galo (RN), O Pão (CE); D.O. Leitura (SP); Suplemento Literário de Minas Gerais (MG) e Revista Cultura Vozes (RJ).
Coordenou o Projeto LER e editou a revista Ler. Participa frequentemente de simpósios, congressos e seminários como palestrante e conferencista.
Tomou posse na Academia Paraibana de Letras, na Cadeira nº 06, em 10 de setembro de 1999, sendo recepcionado pelo acadêmico José Octávio de Arruda Mello.
PUBLICAÇÕES
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A geometria da paixão
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O livro da agonia e outros poemas
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São teus estes boleros
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O exílio dos dias
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Desolado lobo
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A comarca das pedras
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Ofertório dos bens naturais
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Aspectos de Augusto dos Anjos
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A convivência crítica: ensaios sobre a produção literária da Paraíba
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Ascendino Leite: a paixão de ver e sentir
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Osias Gomes: a plenitude humana e literária
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A impressão da palavra: literatura e jornalismo cultural
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Os desenredos da criação: livros e autores paraibanos
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Namoro com a doce banalidade
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As horas mortas
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Lendo Borges
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Do vento e suas vértebras aladas
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Erros no aquário
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Sanhauá: uma ponte para a modernidade
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Caos e neblina
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Ira de viver e outras poesias
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Os idiomas da esfinge
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Vocábulos e veredas
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O escritor e seus intervalos
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O pó dos sábados, memória dos domingos!
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Os desenredos da criação
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Arrecifes e lajedos
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Correio das artes: anotações para sua história
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O galo da torre
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Literatura na ilha: poetas e prosadores maranheneses
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À sombra do soneto e outros poemas
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Literatura: as fontes do prazer
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As luzes sobre as coisas: Ascendino Leite
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As ciladas da escrita
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Os labirintos do discurso: as expressões literárias da Paraíba
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Letras Cearenses
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Caligrafia das léguas
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O giz e a letra
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A luz e o rigor: reflexões sobre o poder
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Essa mecânica nefasta
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O Eu e os outros
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As coisas incompletas
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Os livros (a única viagem)
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As palavras, minha vida!
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Dançar com facas
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Vai por aí
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Augusto dos Anjos: a origem e a modernidade
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Osias Gomes: a plenitude humana e literária
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De quase nada se faz poema
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E nada aconteceu comigo
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Gabi voltou
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As palavras me escrevem