Homenagem Póstuma ao Imortal Ariano Suassuna
Convite O Presidente da Academia Paraibana de Letras tem a honra de convidar Vossa Excelência e família para a Sessão Solene de Homenagem Póstuma ao imortal Ariano Suassuna , ocupante da Cadeira 35 , falecido em 23 de julho deste ano. Os discursos serão proferidos pelas acadêmicas Ângela Bezerra de Castro que versará sobre Ariano, o dramaturgo, e Elizabeth Figueiredo Agra Marinheiro , sobre Ariano, o romancista .O Professor Carlos Newton Júnior e João Urbano Suassuna , em nome da família , agradecerão as homenagens prestadas pela Academia Paraibana de Letras. Damião Ramos Cavalcanti Presidente Data : 09 de outubro de 2014 (quinta – feira) Hora : 19:00 Local : Academia Paraibana de Letras Rua Duque de Caxias , 25/37 – Centro CEP 58.010-820 – João Pessoa – PB
Edital Cadeira 35 – Ariano Villar Suassuna
Nota de falecimento do professor Jader Nunes
O presidente da Academia Paraibana de Letras, Prof. Damião Ramos Cavalcanti, e os demais confrades lamentam a morte do professor Jader Nunes de Oliveira. Ele foi reitor da Universidade Federal da Paraíba por dois mandatos e chefe do Centro de Tecnologia. Os acadêmicos se solidarizam com os familiares e amigos nesse momento difícil, confirmando a presença no velório que está ocorrendo no hall de entrada do prédio da Reitoria da UFPB.
Posse de Ramalho Leite, mais um filho de Bananeira na APL
Na próxima sexta-feira, 06 de dezembro, o jornalista Ramalho leite, advogado, político e escritor tomará posse na Academia Paraibana de Letras. O novo imortal vai ocupar a cadeira numero 07, vaga com o falecimento do saudoso escritor, também jornalista e político, Dorgival Terceiro Neto, nascido em Taperoá e que chegou ao cargo de Governador da Paraíba. A cadeira da APL a ser ocupada por Ramalho Leite tem como patrono o também jornalista Artur Aquiles, que pontificou na imprensa paraibana até a década inicial do século passado. Seu fundador, foi também fundador da Academia de Letras, igualmente jornalista, o professor Coriolano de Medeiros, primeiro presidente da APL. Após a morte de Coriolano, a Cadeira Sete foi ocupada pelo médico e historiador Maurilio Almeida, nascido em Bananeiras e finalmente, por Dorgival Terceiro Neto. Ramalho Leite é bananeirense do antigo Distrito de Borborema,hoje cidade, e exerceu os mandatos de vereador em sua terra natal, deputado estadual e federal. Foi ainda diretor do Banco do Nordeste, Secretário de Estado e Presidente de A União, imprensa oficial do Estado.Depois que deixou de exercer mandatos eletivos, Ramalho Leite voltou a colaborar com os jornais O Norte, Correio e A União e publicou vários livros entre os quais Dá Licença Um Aparte, Nos Espelhos do Palácio e mais recentemente Em Prosa e no Verso e o Vendedor de Calúnias. Exímio contador de histórias, Ramalho publicou um livro com cem historias do folclore político da Paraíba intitulado O Poder de Bom Humor, todos as suas produções, com edições esgotadas. Na Academia Paraibana de Letras, em solenidade presidida pelo escritor Damião Ramos Cavalcanti, o novo acadêmico será recepcionado pelo imortal Juarez Farias, ex-presidente daquela casa de letras e de artes.
Homenagem da CMJP ao imortal Gonzaga Rodrigues

A Câmara Municipal de João Pessoa outorgou, na tarde desta quarta-feira (6), o Título de Cidadão pessoense e a Medalha Cidade de João Pessoa ao jornalista Luiz Gonzaga Rodrigues. O propositor das homenagens, o vereador Bruno Farias (PPS), destacou a “justa condecoração a um dos mais festejados talentos de nossa literatura, reconhecendo a cidadania pessoense a uma vida intensamente vivida por sessenta anos em nossa Capital e condecorando com a Medalha da Cidade o maior defensor do seu acervo histórico-cultural”. Conforme explanou o parlamentar, Gonzaga Rodrigues atuou em diversos veículos da imprensa paraibana, sendo, atualmente, cronista do Jornal da Paraíba. “Como é gostoso ouvir as suas histórias, os seus causos e os episódios de sua vida. Tal como as suas crônicas, a inteligência e o time do seu senso de humor fazem um bem danado à alma da gente”, elogiou o vereador. Ele ainda acrescentou que, através da figura de Gonzaga Rodrigues, a CMJP estava rendendo homenagens “ao mais sublime dos legados divinos: a palavra. Ela é a expressão do próprio homem, é o mostruário de sua alma e o escape de seus sentimentos”. Bruno Farias contou que Luiz Gonzaga Rodrigues nasceu em 21 de junho de 1933, filho de Manuel Avelino Rodrigues e de Antônia Freire Rodrigues. Embora nascido na cidade de Areia, no Brejo paraibano, foi registrado por seus pais em Alagoa Nova, onde passou a infância. “Só mesmo Deus para lhe oferecer como manjedoura a cidade de Areia, conhecida como a Terra da Cultura, a primeira da Paraíba a abrigar um teatro e, vejam que coincidência, a usar o jornal impresso, a cidade de legendas da intelectualidade paraibana como Abdon Milanez, Dom Adauto, José Américo de Almeida, Elpídio de Almeida e Pedro Américo”, comentou o vereador em seu discurso na tribuna. Depois de sair de Alagoa Nova, o homenageado viveu em Campina Grande até o início da década de 1950, quando se mudou para a Capital paraibana. Aqui, ingressou no Jornal A União, onde foi revisor, repórter, redator, secretário-geral e diretor técnico. Ele também atuou no Jornal Correio da Paraíba. Bruno Farias ainda relatou o engajamento político do jornalista, que, após o Golpe Militar de 1964, passou por dificuldades. “Marcadamente um homem de esquerda, os espaços foram ficando restritos para o exercício de sua profissão. Por suas posições ideológicas, passou a ser visto de soslaio pelos donos de jornal e começou a ser queimado por resistir ao ambiente de arbítrio e de força em que o país se vira envolvido”, narrou o parlamentar. Em meados da década de 1960, Gonzaga Rodrigues recebeu um convite para integrar a redação do jornal O Norte, que se consolidou como o veículo mais vendido do Estado na década seguinte. “Ao conversar com Gonzaga sobre episódios de sua vida, eu percebi seus olhos marejados ao se recordar de O Norte e tive a certeza de que as suas lembranças daquele período são imorredouras e se perpetuarão pela eternidade”, disse Bruno Farias. O vereador também destacou que, além de escritor de romances, biografias e coletâneas de crônicas, o jornalista Gonzaga Rodrigues é imortal da Academia Paraibana de Letras (APL) e Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), tendo sido também presidente da Associação Paraibana de Imprensa (API) e secretário de Comunicação do Estado. Em seu discurso de agradecimento, Gonzaga Rodrigues disse que há muito tempo já se sentia pessoense. “Esta é a cidade na qual me acomodei sem grandes choques. Foi esta a cidade que me encantou e com a qual me senti identificado, sem me abalar por nenhum outro lugar deste país”, revelou. O jornalista também lamentou o atual abandono do patrimônio histórico de João Pessoa. “A cidade histórica, detentora do título de terceira capital mais antiga do Brasil, não dispõe de um museu onde guardar a lição secular de seu passado, de seus homens e de sua cultura”, reclamou. Gonzaga Rodrigues desejou que a Capital paraibana volte a se destacar também por suas exuberâncias naturais: “Que no futuro possamos dizer como o poeta Paul Claudel em sua passagem pelo Rio: O Rio de Janeiro é a única grande cidade das que conheço que não conseguiu expulsar a natureza. Vai ser difícil, mas resta a esperança”. Ele ainda concluiu: “Esta Medalha chega em boa hora, fortalecendo-me a convicção de não existir outro lugar no mundo que me favorecesse com a mulher que tenho, com os nossos bons e belos filhos e com essa convivência fiel de amigos e de amigas”. Entre as autoridades presentes na solenidade, estavam os vereadores Bosquinho (DEM) e Lucas de Brito (DEM); o ex-governador da Paraíba e atual deputado estadual Wilson Braga (PV); o presidente da API, João Pinto; e atual presidente da APL, Prof. Damião Ramos Cavalcanti.
Políbio Alves “Os objetos indomáveis”

A Academia Paraibana de Letras e a Fundação Casa de José Américo – órgão vinculado à Secretaria de Estado da Cultura lançam, nesta quarta-feira (6), às 18h30, o livro “Os objetos indomáveis”, de autoria do poeta Políbio Alves. A parceria para o lançamento partiu de entendimentos entre o autor, Políbio Alves, o presidente da APL, Damião Ramos Cavalcanti, e o presidente da FCJA, Flávio Sátiro Filho. O livro, impresso pela Editora Universitária (UFPB), será lançado na APL, com a presença da comunidade cultural de João Pessoa. Políbio Alves nasceu em 1941 na cidade de João Pessoa. Ficcionista e poeta, é formado em Ciências Administrativas. Viveu por mais de 15 anos no Rio de Janeiro e desde l974 possui o título de Cidadão Carioca. Literário da Tribuna da Imprensa, nos anos 60/70, tem trabalhos em antologias e periódicos nacionais e em outros países como Estados Unidos, Alemanha, Portugal e Cuba. O poeta é verbete da Enciclopédia de Literatura Brasileira, de Afrânio Peixoto e J. Galante de Sousa, e detém vários prêmios literários, alguns internacionais. Recebeu a Medalha Poeta Augusto do Anjos, da Assembleia Legislativa da Paraíba (2001) e a Comenda Cidade de João Pessoa, da Câmara Municipal da Capital paraibana (2002). Foi também editor da revista Presença Literária, de 1983 a 1985. Entre as obras de sua autoria estão “O que resta dos Mortos”, “Exercício Lúdico – Invenções de Armadilhas”, “Passagem Branca” e “Varadouro”, livro-poema publicado em 1989, que retrata as impressões do escritor que soube transfigurar para o papel a alma do bairro em que cresceu. No livro, Políbio Alves canta um rio e um bairro: o Sanhauá e o Varadouro. Na mais recente edição, que conta com uma nova diagramação, o autor convida o leitor para participar de uma viagem lírica sobre o Rio Sanhauá, narrando acontecimentos históricos, épicos do passado e presente. Os fatos descritos pelo autor remetem à conquista e ocupação do Estado da Paraíba. Ele narra a história vivida por personagens que se cruzam e percorrem os mais distintos contextos, além de mostrar a religiosidade e a arquitetura do bairro.
Agradecimento ao Senador Cassio

O presidente da APL, Damião Ramos Cavalcanti, e os acadêmicos Astênio Fernandes e Gonzaga Rodrigues agradecem ao senador Cássio Cunha Lima seu empenho pela impressão do livro EU, de Augusto dos Anjos, edição comemorativa dos 100 anos do EU. Em 18 de março deste ano, o Senado Federal promoveu sessão especial em homenagem à memória intelectual e à carreira política de Ronaldo Cunha Lima. Na oportunidade, foi lançada mais uma edição do livro “Eu e Outras Poesias”, do escritor paraibano Augusto dos Anjos. Essa edição da obra-prima de Augusto foi possível graças à iniciativa do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que propôs a edição ao Conselho Editorial do Senado. A edição do livro, aliás, foi especialmente preparada pela Academia Paraibana de Letras (APL). A homenagem, na mesma data, ao Poeta Ronaldo e ao centenário do livro de Augusto não é por acaso. Ronaldo Cunha Lima era um grande admirador daquele poeta paraibano e ganhou prêmios respondendo de improviso – e em versos! – sobre a vida e a obra de Augusto dos Anjos através de programas televisivos, a exemplo de “O Céu é o Limite”, apresentado por Jota Silvestre na década de 70 (na extinta TV Tupi) e, depois, no final dos anos 80, no programa “Sem Limite” (na Rede Manchete), apresentado por Luiz Armando Queiroz.
Escritor Murilo Melo visita Museu Augusto dos Anjos

Escritor Murilo Melo visita Museu Augusto dos AnjosO jornalista Murilo Melo Filho, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), para a qual foi eleito em 1999, esteve na sede da Academia Paraibana de Letras, na sexta-feira (27), por ocasião da posse da desembargadora e escritora Fátima Bezerra Cavalcanti na APL. Representando a ABL na solenidade, Murilo foi recebido pelo presidente Damião Ramos Cavalcanti e estava acompanhado do jornalista Nelson Coelho e, mais uma vez, percorreu os salões da Casa de Coriolano de Medeiros e admirou o Museu de Augusto dos Anjos, ampliando por ocasião das comemorações dos cem anos do livro EU, ocorrido no ano passado .Autor de livros como O desafio brasileiro, O nosso Rio Grande do Norte, Memória viva, Testemunho político, e Tempo diferente, ele lançou em 2010, pela Editora A União, o livro O Brasileiro Rui Barbosa.
A cadeira 23 da APL receberá hoje a escritora Fátima Bezerra Cavalcanti.
A cadeira 23 da APL receberá hoje a escritora Fátima Bezerra Cavalcanti A escritora Fátima Bezerra Cavalcanti, será empossada nesta sexta-feria (27) na Academia Paraibana de Letras. Ela vai ocupar a Cadeira 23, cujo patrono é o jornalista Theodomiro Ferreira Neves Júnior, que nasceu na antiga Parayba em 1875. O último a ocupar a Cadeira 23 foi o desembargador Paulo Gadelha. A solenidade de posse está marcada para às 7h30, nos jardins da Academia, e caberá ao jornalista e escritor José Neumanne Pinto fazer o discurso de saudação à nova acadêmica. Fátima Bezerra Cavalcanti é autora do livro “Guiadas pela justiça, movidas pela fé”. A escritora falou da responsabilidade de ocupar uma Cadeira na APL. “A Cadeira 23 foi ocupada inicialmente pelo poeta Neves Júnior. Quando procuramos pesquisar a vida e obra desse patrono, tivemos uma certa dificuldade por ele ter sido uma pessoa muito modesta, mas que conseguiu marcar época em que viveu. Era um homem de uma sensibilidade extraordinária. Tem um só poema, mas tão forte que ficou conhecido a nível nacional”, revelou. Quando a Academia Paraibana de Letras foi instalada, em 14 de setembro de 1941, ficou acertado pela estrutura que seriam trinta cadeiras, cada qual com um patrono já falecido e destacado na redação e nas letras. Foi aí que entrou o nome do jornalista e poeta Theodomiro Ferreira Neves Junior e a seguir, todos aqueles que mereceram ocupar a Cadeira de número 23. O fundador da Cadeira 23 foi o mamanguapense Álvaro Pereira Carvalho. Nasceu em 1885 e quando era menino mudou-se para a Capital. Bacharel em Direito pela Faculdade do Recife, chegou a exercer o cargo de Governador do Estado da Paraíba. Depois de Àlvaro, tomou assento na Cadeira 23 o magistrado Aurélio Albuquerque, tendo sido presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, entre 1977 e 1978. Foi também promotor público. Outro destacado nome nacional, o ministro da Justiça do Governo João Goulart, Abelardo Araújo Jurema, que escreveu vários livros, também ocupou a Cadeira que gora será ocupada pela escritora Fátima Bezerra. A primeira mulher a ocupar a cadeira que a desembargadora Fátima Bezerra vai ocupar no dia 27 de setembro, foi a escritora Mariana Cantalice Soares. Isso aconteceu no ano 2000. O último foi o desembargador Paulo Gadelha. “Vejo um elo de ligação, assumo a Cadeira 23, que teve como ocupantes dois juristas – Aurélio Albuquerque, que foi presidente do TJ, e Paulo Gadelha, que durante anos foi desembargador federal do Tribunal Regional Federal da 5ª Região. Sou a terceira pessoa de carreira jurídica que chega a essa cadeira. E me orgulha saber que outra mulher, a poetisa Mariana Soares, já ocupou a Cadeira 23”, comentou. Segundo a escritora Fátima Bezerra, existe um liame muito forte que une as pessoas que já ocuparam essa cadeira. “São pessoas muito sentimentais. Está lá na biografia de cada um deles. Muito embora Paulo Gadelha tenha sido um grande jurista, mas todo mundo conhece sua oratória, os textos literários que ele publicava na imprensa. Ele tinha o dom da palavra e deixava extravasar o romantismo que envolvia sua alma”, adiantou. O discurso de posse tem como tema “A geografia das horas”. Nesse trabalho Fátima Bezerra desenha toda a importância de chegar a Academia Paraibana de Letras, a Casa de Coriolono de Medeiros. “Eu passo dia inteiro refletindo sobre o valor de uma academia. Raramente, quando eu pensava que pudesse ocupar uma cadeira numa academia de letras, que é um templo do saber, formado por um grupo seleto de pessoas, que vivem para tornar sagradas as letras, eu imaginava que nunca teria essa oportunidade. Mas Deus opera quando o homem se esforça. Eu acredito muito na providência divina!”, enfatizou. Ela lembra que quando era criança pensou em ser freira, hoje será “confreira” da APL. “ E, com todos os confrades, vou fazer na APL um trabalho de unidade, de harmonia. Estou chegando lá para somar, para aprender com eles e colaborar de uma forma modéstia na medida das minhas possibilidades, para divulgar as nossas letras, a arte e a cultura”. De acordo com a desembargadora Fátima Bezerra, a palavra chave para sua chegada a Academia é gratidão. “A gratidão é a mais bela das virtudes e o mais nobre dos sentimentos. Quando a gente agradece algo a alguém já é uma forma de dar o primeiro passo, de se tornar escravo de alguém, escravo no terreno da espiritualidade. Se você me faz um bem, a minha vida toda eu vou guardar esse bem. Eles me deram a oportunidade de chegar a Academia para integrar essa valorosa equipe formada por homens e mulheres talentosos. Essa oportunidade que estão me dando tem um nome chamado gratidão”, registrou. A novidade na área jurídica é um projeto do Tribunal de Justiça, um livro novo da Mesa Diretora do TJPB e do presidente do TRE, desembargador Marcos Cavalcanti, que também integra a Academia Paraibana de Letras. Ela explica: “Vamos começar a lançar fascículos sobre as histórias das comarcas paraibanas. O primeiro é de autoria do desembargador Marcos Cavalcanti, sobre a Comarca de Mamanguape. Caberá ao desembargador Leandro dos Santos, lançar o segundo fascículo, contando a história da Comarca de Campina Grande. O terceiro será escrito por mim, sobre a Comarca da Capital”, resumiu. Fonte: Gecon/TJPB – Kubitschek Pinheiro
Augusto das Letras passa pela APL PB
APL é parceira do Augusto das Letras O Projeto Augusto das Letras, promovido pela prefeitura da cidade de João Pessoa, que acontece entre os dias 23 e 28 deste mês. Integrada ao projeto, a Academia Paraibana de Letras abre suas portas no dia 24, às 10h00, para a palestra “Augusto dos Anjos e o Eu” e debate com Sandra Fernandes Erickson. O evento contará com nomes importantes da literatura atual a exemplo de Fabrício Carpinejar, Frederico Barbosa (SP), Reynaldo Damásio (SP), Antônio Carlos Secchin (RJ), Ronaldo Cagiano (SP) e Sandra Fernandes Erickson (RN). Por seu caráter interdisciplinar, o “Augusto das Letras” contará com a presença do ator Lima Duarte, o cantador Oliveira de Panelas, o cantor e compositor Gustavo Magno e a atriz e ‘performer’ Suzy Lopes. O “Augusto das Letras” terá como tema Nove Poetas de Sempre: Augusto dos Anjos, Carlos Drummond de Andrade, Castro Alves, Cecília Meireles, Jomar Moraes Souto, Manuel Bandeira, Mário Quintana, Paulo Leminski e Vinícius de Moraes. As atividades do projeto ocorrerão no Casarão 34, Academia Paraibana de Letras, Centro Cultural Joacil de Brito Pereira e Usina Cultural da Energisa. O projeto voltado para a literatura homenageia o poeta paraibano Augusto dos Anjos, conhecido por seu estilo único na literatura brasileira, que também será tema de discussão. O poeta, natural de Sapé, também será homenageado no encerramento com o show “Eu e Outras Músicas” do cantor e compositor Gustavo Magno. Ele será acompanhado da Orquestra de Câmara da Cidade de João Pessoa, que apresentará a transposição das poesias do “Eu” para o universo musical. O Augusto das Letras será aberto, às 19h30, no Casarão 34 com uma palestra de tema livre com o escritor Fabrício Carpinejar; seguido por uma cantoria de Oliveira de Panelas e um debate com o músico, jornalista e poeta Astier Basílio, sobre literatura e cantoria.