
01 – José Nêumanne
CADEIRA Nº 01 4º SUCESSOR: JOSÉ NÊUMANNE PINTO Patrono: Augusto dos Anjos Fundador: José Flóscolo da Nóbrega (1898-1969) 1º: Sucessor: Humberto Carneiro da Cunha Nóbrega (1912-1988) 2º Sucessor: Waldemar Bispo Duarte (1923-2006) 3º Sucessor: Altimar de Alencar Pimentel (1952-2008) 4º Sucessor: José Nêumanne Pinto (atual ocupante) 4º Sucessor: José Nêumanne Pinto (atual ocupante) Ocupação: Jornalista Eleito: 22/07/2008 Posse: 08/09/2008 Saudação: Ronaldo Cunha Lima BIOGRAFIA José Nêumanne Pinto nasceu em Uiraúna, Paraíba, cidade do Vale do Rio do Peixe, alto sertão paraibano em 18 de maio de 1951. Filho de Anchieta e Mundica. O jornalista é pai de três filhos adultos e já foi casado com a funcionária pública Magdala Ramos, mãe da atriz Mayana Neiva. Hoje casado com a jornalista Isabel, dessa união nasceu Artur. Nêumanne é torcedor do Campinense Clube, equipe de futebol de Campina Grande. José Nêumanne teve seu nome tirado de uma corruptela do nome do cardeal inglês John Henry Newman. O fato é que, ao registrá-lo, seus pais não levaram corretamente a grafia do nome e a escrivã grafou-o como o ouviu: “nêuman”, e acrescentou um “e” ao fim para aportuguesá-lo. Na infância como um seminarista, Nêummane Pinto foi muito aficionado à leitura, tempo que seria a base de sua carreira profissional. Foi influenciado por grandes escritores e poetas como Augusto dos Anjos, Castro Alves e Manuel Bandeira. O jornalista atribui a sua paixão pelas letras e pelo jornalismo às histórias que ouvia de D. Mundica, sua mãe, nas noites de lua do sertão paraibano. Desde essa época, ele sonhava em escrever suas próprias histórias. A sua terá é pródiga em vocações sacerdotais, no sertão paraibano; seus filhos se ordenam padres, bispos, freiras. Nêumanne escolhei o jornalismo por meio da crítica literária do Diário da Borborema, em Campina Grande, na década de 1960. Foi presidente do Cineclube Glauber Rocha e teve atuação importante em vários movimentos culturais, conciliando o jornalismo com a poesia, outra paixão sua. Nêumanne Pinto começou a sua carreira como jornalista em 1968 como crítico de cinema e repórter de polícia no Diário da Borborema de Campina Grande. Posteriormente, trabalhou no jornal Folha de S. Paulo e foi secretário, chefe de redação e repórter especial da sucursal paulista do Jornal do Brasil, editor de política, de opinião e editorialista do O Estado de S. Paulo e assessor político do senador José Eduardo de Andrade Vieira, ex-ministro da Indústria, do Comércio e do Turismo e da Agricultura. Foi ainda colunista na edição em espanhol do jornal The Miami Herald, em que escrevia um artigo semanal sobre o Brasil, e comentarista político e econômico do quadro diário Direto ao Assunto do SBT. Seu bordão jornalístico é “José Nêumanne Pinto, direto ao assunto”. De 1996 a 2012, foi editorialista do Jornal da Tarde, e desde 2000 dedicou-se ao colunismo semanal do site Cineclik, especializado em cinema, e também foi comentarista diário da Rádio Jovem Pan (programa Direto ao Assunto), ambos de São Paulo. Integra também o Conselho Editorial do site Trilhas Literárias. Nêumanne ficou na Rádio Jovem Pan até 2016, indo então para a Rádio Estadão. Ganhou o Prêmio Esso de informação (com Maria Inês Caravaggi, “perfil do operário brasileiro hoje”, Jornal do Brasil), o Troféu imprensa de Reportagem Esportiva (com Paulo Mattiussi, “Eder Jofre e o boxe brasileiro”, Jornal do Brasil), ambos em 1976, e o Prêmio “Senador José Ermírio de Moraes”, da Academia Brasileira de Letras, em 2005, para o melhor livro de 2004, com seu romance O silêncio do delator. Com já 12 livros publicados, três de poesia, um romance e cinco de reportagens e ensaios políticos — entre romances, biografias e poesias —, José Nêumanne é um dos jornalistas-escritores brasileiros mais celebrados. Escreveu o prefácio do livro Velas Enfunadas, do ex-governador da Paraíba e também escritor Ronaldo Cunha Lima. Em 22 de julho de 2008, foi empossado na Academia Paraibana de Letras, ocupando a cadeira de número 1, que possui Augusto dos Anjos como patrono e José Flóscolo da Nóbrega como fundador. Sucede Humberto Nóbrega, Waldemar Bispo Duarte (conterrâneo de Uiraúna) e Altimar Pimentel. Premiações: 1976: Prêmio Esso de Jornalismo Econômico, pela série “Perfil do Operário Hoje”, ao Jornal do Brasil;1976: Troféu Imprensa de Reportagem Esportiva, pela reportagem “Éder Jofre e o Boxe Brasileiro”, ao Jornal do Brasil; 2005: Prêmio Senador José Ermírio de Moraes, por “O Silêncio do Delator” (ed. A Girafa), melhor livro publicado no ano anterior (Academia Brasileira de Letras). Recebeu a honraria das mãos do jurista Miguel Reale; 2005: Troféu Personalidade TV Tambaú; 2006: Troféu Dom Pedro I (Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo “Sereníssima”); 2007: Medalha do Mérito Literário José Lins do Rego (ALPB); 2010: Título de Cidadão Paulistano (Câmara Municipal de São Paulo); 2013: Troféu Gonzagão (FIEP). PUBLICAÇÕES Mengele, a Natureza do Mal As Tábuas do Sol Erundina, a Mulher que Veio com a Chuva Atrás do Palanque Reféns do Passado Barcelona, Borborema A República na Lama Veneno na veia Solos do silêncio Os cem melhores poetas brasileiros do século As fugas do Sol O silêncio do delator O que sei de Lula





































