01 – José Nêumanne

CADEIRA Nº 01 4º SUCESSOR: JOSÉ NÊUMANNE PINTO Patrono: Augusto dos Anjos Fundador: José Flóscolo da Nóbrega (1898-1969) 1º: Sucessor: Humberto Carneiro da Cunha Nóbrega (1912-1988) 2º Sucessor: Waldemar Bispo Duarte (1923-2006) 3º Sucessor: Altimar de Alencar Pimentel (1952-2008) 4º Sucessor: José Nêumanne Pinto (atual ocupante) 4º Sucessor: José Nêumanne Pinto (atual ocupante) Ocupação: Jornalista Eleito: 22/07/2008 Posse: 08/09/2008  Saudação: Ronaldo Cunha Lima BIOGRAFIA José Nêumanne Pinto nasceu em Uiraúna, Paraíba, cidade do Vale do Rio do Peixe, alto sertão paraibano em 18 de maio de 1951. Filho de Anchieta e Mundica. O jornalista é pai de três filhos adultos e já foi casado com a funcionária pública Magdala Ramos, mãe da atriz Mayana Neiva. Hoje casado com a jornalista Isabel, dessa união nasceu Artur. Nêumanne é torcedor do Campinense Clube, equipe de futebol de Campina Grande.  José Nêumanne teve seu nome tirado de uma corruptela do nome do cardeal inglês John Henry Newman. O fato é que, ao registrá-lo, seus pais não levaram corretamente a grafia do nome e a escrivã grafou-o como o ouviu: “nêuman”, e acrescentou um “e” ao fim para aportuguesá-lo.  Na infância como um seminarista, Nêummane Pinto foi muito aficionado à leitura, tempo que seria a base de sua carreira profissional. Foi influenciado por grandes escritores e poetas como Augusto dos Anjos, Castro Alves e Manuel Bandeira. O jornalista atribui a sua paixão pelas letras e pelo jornalismo às histórias que ouvia de D. Mundica, sua mãe, nas noites de lua do sertão paraibano. Desde essa época, ele sonhava em escrever suas próprias histórias. A sua terá é pródiga em vocações sacerdotais, no sertão paraibano; seus filhos se ordenam padres, bispos, freiras. Nêumanne escolhei o jornalismo por meio da crítica literária do Diário da Borborema, em Campina Grande, na década de 1960. Foi presidente do Cineclube Glauber Rocha e teve atuação importante em vários movimentos culturais, conciliando o jornalismo com a poesia, outra paixão sua. Nêumanne Pinto começou a sua carreira como jornalista em 1968 como crítico de cinema e repórter de polícia no Diário da Borborema de Campina Grande. Posteriormente, trabalhou no jornal Folha de S. Paulo e foi secretário, chefe de redação e repórter especial da sucursal paulista do Jornal do Brasil, editor de política, de opinião e editorialista do O Estado de S. Paulo e assessor político do senador José Eduardo de Andrade Vieira, ex-ministro da Indústria, do Comércio e do Turismo e da Agricultura. Foi ainda colunista na edição em espanhol do jornal The Miami Herald, em que escrevia um artigo semanal sobre o Brasil, e comentarista político e econômico do quadro diário Direto ao Assunto do SBT. Seu bordão jornalístico é “José Nêumanne Pinto, direto ao assunto”. De 1996 a 2012, foi editorialista do Jornal da Tarde, e desde 2000 dedicou-se ao colunismo semanal do site Cineclik, especializado em cinema, e também foi comentarista diário da Rádio Jovem Pan (programa Direto ao Assunto), ambos de São Paulo. Integra também o Conselho Editorial do site Trilhas Literárias. Nêumanne ficou na Rádio Jovem Pan até 2016, indo então para a Rádio Estadão.  Ganhou o Prêmio Esso de informação (com Maria Inês Caravaggi, “perfil do operário brasileiro hoje”, Jornal do Brasil), o Troféu imprensa de Reportagem Esportiva (com Paulo Mattiussi, “Eder Jofre e o boxe brasileiro”, Jornal do Brasil), ambos em 1976, e o Prêmio “Senador José Ermírio de Moraes”, da Academia Brasileira de Letras, em 2005, para o melhor livro de 2004, com seu romance O silêncio do delator. Com já 12 livros publicados, três de poesia, um romance e cinco de reportagens e ensaios políticos — entre romances, biografias e poesias —, José Nêumanne é um dos jornalistas-escritores brasileiros mais celebrados. Escreveu o prefácio do livro Velas Enfunadas, do ex-governador da Paraíba e também escritor Ronaldo Cunha Lima.  Em 22 de julho de 2008, foi empossado na Academia Paraibana de Letras, ocupando a cadeira de número 1, que possui Augusto dos Anjos como patrono e José Flóscolo da Nóbrega como fundador. Sucede Humberto Nóbrega, Waldemar Bispo Duarte (conterrâneo de Uiraúna) e Altimar Pimentel. Premiações: 1976: Prêmio Esso de Jornalismo Econômico, pela série “Perfil do Operário Hoje”, ao Jornal do Brasil;1976: Troféu Imprensa de Reportagem Esportiva, pela reportagem “Éder Jofre e o Boxe Brasileiro”, ao Jornal do Brasil; 2005: Prêmio Senador José Ermírio de Moraes, por “O Silêncio do Delator” (ed. A Girafa), melhor livro publicado no ano anterior (Academia Brasileira de Letras). Recebeu a honraria das mãos do jurista Miguel Reale; 2005: Troféu Personalidade TV Tambaú; 2006: Troféu Dom Pedro I (Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo “Sereníssima”); 2007: Medalha do Mérito Literário José Lins do Rego (ALPB); 2010: Título de Cidadão Paulistano (Câmara Municipal de São Paulo); 2013: Troféu Gonzagão (FIEP). PUBLICAÇÕES Mengele, a Natureza do Mal As Tábuas do Sol Erundina, a Mulher que Veio com a Chuva Atrás do Palanque Reféns do Passado Barcelona, Borborema A República na Lama Veneno na veia Solos do silêncio Os cem melhores poetas brasileiros do século As fugas do Sol O silêncio do delator O que sei de Lula

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02 – Socorro Aragão

CADEIRA Nº 02 3ª SUCESSORA: SOCORRO ARAGÃO Patrono: Manuel de Arruda Câmara (1752-1810) Fundador: Oscar de Oliveira Castro (1899-1970) 1º Sucessor: Eugênio Carvalho Júnior (1914-1995) 2ª Sucessora: Adylla Rocha Rabello (1931-2015) 3ª Sucessora: Maria do Socorro Silva de Aragão (atual ocupante) 3ª Sucessora: Maria do Socorro Silva de Aragão (atual ocupante) Ocupação: Professora universitária Eleita: 19/02/2016 Posse: 15/04/2016 Saudação: Damião Ramos Cavalcanti BIOGRAFIA Maria do Socorro Silva de Aragão iniciou sua vida acadêmica no curso de graduação em Letras, na antiga Universidade Regional do Nordeste, hoje Universidade Estadual da Paraíba, em Campina Grande, quando ao final do curso apresentou uma Monografia falando sobre o ensino de Língua Inglesa, dando como exemplo os Cursos do Yazigi. Seu trabalho foi muito bem aceito e o orientador, à época, o Prof. Dr. José Elias Barbosa Borges, sugeriu mandar o trabalho para a sede do Yazigi, em São Paulo, para o Prof. Dr. Francisco Gomes de Matos. O trabalho foi lido e comentado não só por Gomes de Matos, como pela Profa. Dra. Adair Palácio, também do Yazigi São Paulo. Ambos a incentivaram a fazer uma pós-graduação em Linguística. Terminou a graduação em dezembro de 1969 e começou a fazer o Mestrado em março de 1970, tendo como orientador o saudoso Prof. Dr. Cidmar Teodoro Pais, na Universidade de São Paulo. Como seu curso de graduação não tinha uma ênfase muito forte em Linguística, seu orientador aconselhou-me a fazer algumas disciplinas de graduação concomitantemente com as disciplinas da Pós. As disciplinas que cursei na graduação, na USP, foram, na realidade, toda a sua base linguística a partir daí. Em 1972, fez um curso de Especialização em Linguística na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Foram anos de muita luta e muitos sofrimentos. Com dois filhos pequenos e o terceiro nascendo em julho de 1970, sem transporte, morando longíssimo da USP. Foi uma verdadeira aventura, com maratonas cada vez mais difíceis. Mas creio que essas dificuldades serviram de incentivo para que sua dedicação cada vez mais aos seus estudos e pesquisas.  Em 1973, defendeu seu mestrado com dissertação sob o tema: “Notas a uma Análise Fonético Fonológica do Sistema Linguístico Regional da Paraíba”. Quando terminou o Mestrado já havia cursado todas as disciplinas do Doutorado. A tese de Doutorado foi defendida em maio de 1974, sob o tema: “Sistema, Norma e Fala na Caracterização Fonológica do Falar Regional da Paraíba”, também sob a orientação do Prof. Dr. Cidmar Teodoro Pais. Durante sua estada em São Paulo, incentivada peço seu orientador, participou de inúmeros congressos nacionais e internacionais, participando de projetos de pesquisa e publicando seus primeiros trabalhos. Fez parte, juntamente com o Prof. Cidmar e outros colegas de Pós-Graduação na USP, da primeira Reunião Anual da SBPC, em que a Linguística entrou, pela primeira vez, como ciência nas Reuniões da SBPC. Participou dos primeiros encontros e congressos do GEL – Grupo de Estudos Linguísticos de São Paulo. Foi nesse período que o Prof. Cidmar criou, com um grupo de Professores e alunos da Pós-Graduação, a Sociedade Brasileira de Professores de Linguística – SBPL, que ele dirigiu por muito tempo e que segue dando apoio, especialmente aos novos professores de Linguística de todo o país.  Durante seus cursos na USP foi aluna de inúmeros professores doutores.  No período de 1971 a 1973, foi professora Colaboradora da USP, com bolsa da FAPESP. Tendo concluído os seus cursos de mestrado e doutorado, em tempo recorde à época, voltou à Paraíba onde foi logo aproveitada na URNE, como Professora Titular de Língua Portuguesa, de 1974 a 1975, ao mesmo tempo em que ministrava aulas na UFPB, Campus II, em Campina Grande. Prestou concurso para a Universidade Federal da Paraíba, em 1974. Logo ao chegar à UFPB, em João Pessoa, ministrou um Curso de Especialização em Linguística para os professores da antiga Faculdade de Filosofia, durante um ano. Este curso serviu de base para a proposta de implementação do Mestrado em Letras da UFPB, que teve início em setembro de 1995, sendo o primeiro Mestrado em Letras de todo o Norte e Nordeste brasileiro.  Foi a primeira coordenadora do curso e reconduzida para mais um período. A partir daí a Pós-Graduação em Letras cresceu e se firmou. Ao sair da coordenação da Pós, foi convidada pelo então Reitor Berilo Ramos Borba para ser a Coordenadora Geral de Pesquisa da Pró Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa da UFPB, cargo em que ficou cerca de dois anos, passando, a seguir, a exercer a função de Pró-Reitora Substituta de Pós-Graduação e Pesquisa, assumindo a titularidade algumas vezes. Em 1992, foi convidada pelo Reitor Antônio de Souza Sobrinho para ser Pró-Reitora de Graduação da UFPB, cargo em que ficou cerca de dois anos. Dando continuidade a formação acadêmica, fez um pós-doutorado em Fonética Experimental na Universidade de Paris, Sorbonne Nouvelle, onde ficou por cerca de um ano, trabalhando com os Professores René Gsell, Bernard Pottier, Rose Marie Simoni e Bernard Quemada, entre outros. Dois anos depois fez um pós-doutorado em Dialetologia e Geolinguística, na Universidade de Madrid, sob a orientação do Professor Manuel Alvar. Este pós-doutorado lhe deu conhecimentos para propor o projeto do Atlas Linguístico da Paraíba, o terceiro Atlas Brasileiro publicado em 1984 pelo CNPq. Em 1989, fez um pós-doutorado em Linguística Aplicada ao Ensino de Línguas, na Central Connecticut State University, nos Estados Unidos, até início de 1990.  Com estes cursos sentiu-se muito mais segura para desenvolver seus projetos de pesquisa e fazer suas orientações. Já orientou mais de 50 Dissertações de Mestrado e 8 Teses de Doutorado. Participou de 175 Bancas de Tese de Doutorado e Dissertações de Mestrado no país, duas na França e uma nos Estados Unidos. No período de 1989 a 1990, foi Professora visitante da Central Connecticut State University, nos Estados Unidos, onde ministrou a Disciplina Cultura e Civilização Brasileira, para alunos das Humanidades.  Em 1994, aposentou-se da UFPB e, em 1995, passou a trabalhar como Professora Visitante da Universidade Federal do Ceará, onde permaneceu por mais de dez anos. Entre 1995 e 2005, foi Professora

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03 – Cadeira Vaga

CADEIRA Nº 03 2º SUCESSOR: EILZO NOGUEIRA MATOS BIOGRAFIA Escritor, advogado, político e acadêmico Eilzo Nogueira Matos nasceu no sítio Gato Preto, nos arredores do município de Sousa, Paraíba, em 23 de junho de 1934, filho de Tiburtino Leite Matos Rolim e Natércia Nogueira Matos. Teve cinco filhos do primeiro matrimônio — Sandra, Sônia, Ênio, Francisco Carlos e José Fábio — e mais três do segundo — Edna, Érica e Tiburtino. Realizou os estudos primários e secundários em Sousa, Patos, Mossoró e Campina Grande. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Recife, iniciando sua carreira como advogado de ofício de Terceira Entrância, entre outras funções jurídicas. Na área cultural, foi presidente da Fundação Cultural do Estado da Paraíba, membro do Conselho Estadual de Cultura e do Conselho do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba, além de diretor da Rádio Tabajara. Enquanto dirigia a emissora oficial, presidiu o programa Partners of the Americas na Paraíba, elaborando, com o escritor e jornalista Evandro Nóbrega, uma série de programas sobre a cultura paraibana transmitidos pela rádio latino-americana de Connecticut. Na política, foi deputado estadual em duas legislaturas, eleitas em 1971 e 1979, tendo exercido também os cargos de Secretário de Segurança Pública (1976) e Secretário do Interior e Justiça do Estado da Paraíba (1978). Entre os feitos mais relevantes de sua vida pública destaca-se a criação da Faculdade de Direito de Sousa, desde a idealização até a instalação. Também foi o idealizador do Festival de Inverno de Areia, que reuniu intelectuais de diversas áreas para o debate dos problemas culturais do país. Membro da Academia Paraibana de Letras, afastou-se posteriormente da militância político-partidária, recolhendo-se à fazenda Lagoa de Baixo, de sua propriedade, no município de Pombal. OBRAS PUBLICADAS Prosa Caótica (1985) – Artigos e discursos. Editora A União, João Pessoa. A Face do Tempo (1985) – Poesia. Editora A União, João Pessoa. Salviano Leite – Plaquete biográfica. Gráfica Iterplan, João Pessoa. História da Faculdade de Direito de Sousa (1991) – Plaquete historiográfica. Editora A União, João Pessoa. A Invasão das Cobras – Romance. 1ª ed. (s/d); 2ª ed. 1996; 3ª ed. 1998. Editora A União / Textoarte, João Pessoa. Viajantes do Purgatório (1995) – Romance. Editora A União, João Pessoa. As Horas Trágicas (1997) – Contos. Editora Universitária, UFPB. A Super Quadra – Novelas. 1ª ed. 1989 (Iterplan); 2ª ed. 1998 (Textoarte), João Pessoa. Antonio Mariz – Paraíba, Nomes do Século (2000) – Série histórica. Editora A União, João Pessoa. Faculdade de Direito de Sousa (2001) – Ensaio. Arpoador Gráfica e Editora, João Pessoa. Dr. Firmino Leite, Médico e Humanista (2002) – Coleção Documentos Piancoenses. Fundação Salviano Leite, Sousa. Salviano Leite (2002) – 2ª ed. corrigida e ampliada, comemorativa do centenário de nascimento. Piancó. Letras do Sertão (2004) – Edição comemorativa do sesquicentenário da Independência Política de Sousa. Gráfica Real, Cajazeiras. Política Sousense: Novos Tempos, Velhos Costumes (2005) – Edição comemorativa dos dez anos de falecimento de Antonio Mariz. Gráfica Marques, Sousa. Traição, Ética e Trabalho; e Piancó, Breves Traços Biográficos – Edição comemorativa do cinquentenário da administração do Dr. Elzir Nogueira Matos, prefeito constitucional de Piancó. Fundação Salviano Leite (2006) – Coleção Documentos Piancoenses. Gráfica e Editora Real, Cajazeiras.

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04 – João Trindade

CADEIRA Nº 04 2º SUCESSOR: JOÃO TRINDADE Patrono: Adolfo Tácito da Costa Cirne (1855-1922) Fundador: Mário Moacyr Porto (1912-1997) 1º Sucessor: José Loureiro Lopes (1940-2024) 2º Sucessor: João Trindade Cavalcante (atual ocupante) 2º Sucessor: João Trindade Cavalcante (atual ocupante) Ocupação: Professor, jornalista e advogado Eleito: 14/02/2025 Posse: 16/05/2025 Saudação: Milton Marques Júnior BIOGRAFIA João Trindade Cavalcante nasceu em Piancó, Paraíba, em 1957. Aos seis anos de idade, transferiu-se para Patos (PB) e, mais tarde, aos catorze, para João Pessoa, onde reside até hoje. É Bacharel em Direito pela Universidade Federal da Paraíba e tem pós-graduação pela Escola Superior da Magistratura da Paraíba (ESMA-PB). Também na UFPB, cursou Letras e Comunicação. É advogado militante, jornalista, radialista, professor e escritor. É professor de Português e Literatura Brasileira e autor de “A Língua no Bolso”, publicado pela Alumnus/Leya, em 2013 e que já se encontra na 3ª edição; em 2016, publicou, pela mesma editora, “Português descontraído”. Lançou, em 1988, pela editora Colibri o livro “Os Segredos da Redação”. No âmbito do Direito, lançou, em 2018, a obra “Guia Prático de Introdução ao Direito” pela “Sal da terra”. Lecionou Língua Portuguesa e Literatura Brasileira em todos os grandes colégios e cursinhos da Capital; na Escola Superior da Magistratura da Paraíba – ESMA-PB –; na Escola Superior do Ministério Público – ESMIP- PB. Foi professor, durante 24 anos, da disciplina “Introdução ao Direito”, no Centro Universitário de João Pessoa (Unipê) e professor-substituto de “Instituições de Direito Público e de Direito Privado”, na UFPB. Iniciou a carreira literária em 1981, com o livro de poemas “Um Pouco Além do Sonho”, publicado pela editora “A União”, sendo que seu livro mais recente é “O Estranho Professor de Violão” (crônicas), publicado pela editora Ideia, em 2022. Ainda na área especificamente literária, é autor do cordel “A Coluna Prestes em Piancó”. Participou das antologias “Autores Parahybanos” (Edições Caravela), com os poemas “Criação”; “Elegia”; e “Sedução”. Participou, também, da antologia “Memórias e Passagens do Tempo – Vol. 2”, publicada pela Scortecci, com os poemas “Algoz de Mim” e “O Fim”. Na área de ensaio, é coautor da plaqueta “Augusto dos Anjos, Sua Vida, Sua Obra”, publicada pela Academia Paraibana de Letras e Secretária de Educação e Cultura do Estado da Paraíba, com a conferência: “Itinerário de Augusto dos Anjos”. É coautor, também, do livro “Coletânea de Autores Paraibanos”, sob a coordenação dopoeta Sérgio de Castro Pinto, e que tem também como autores: Ângela Bezerra de Castro, Chico Viana, Hildeberto Barbosa Filho e João Batista B. de Brito, publicado pela Secretaria de Educação e Cultura do Estado da Paraíba e de “Poder e Política na Paraíba,”, edição conjunta da API (Associação Paraibana de Imprensa) e editora “A União”. Foi destacado aluno do Liceu Paraibano, tendo como secundarista, em 1976, após concurso entre alunos de escolas públicas e privadas do estado, representado a Paraíba, em Salvador, no II Concurso Secundarista Nacional de Poesia Falada, promovido pelo colégio Severino Vieira, em parceria com o Governo do Estado da Bahia, com o poema “Realidade”. Desde cedo, dedicou-se às letras, tendo sido, aos 17 anos, rádio-escuta (captador e redator de notícias) da Rádio Correio da Paraíba e, aos 21, redator do jornal Correio da e repórter de “O Norte”. Nos anos 80, atuou como crítico literário no jornal “Correio da Paraíba”, mantendo uma coluna diária e foi repórter de cultura do jornal O Momento. Nos anos 90, no jornal “O Norte”,  atuou como cronista e crítico literário na coluna “Vida Literária”.  Em 1990, foi editor do suplemento literário “Correio das Artes”, de “A União”, veículo em que também publicou, sob várias editorias, contos e poemas.Neste mesmo ano, fui âncora do telejornal TJ O Norte, na extinta TV O Norte. Entre 2006 e 2008, foi comentarista esportivo da Rádio CBN João Pessoa e mantinha, diariamente, a coluna sobre literatura “Por Dentro das Letras”. Desde 2003, mantém coluna dominical no jornal “Correio da Paraíba”. A princípio, no Impresso. Com a extinção deste, no “Portal Correio”, com a coluna “Palavra Certa”, em que escreve artigos e crônicas sobre assuntos variados, com ênfase em relação aos sobre Língua Portuguesa. Também assina a coluna “Sempre na Área” no Portal esportivo Arena Correio. É membro da Associação Paraibana de Imprensa (API), da qual já foi, inclusive, secretário-geral; da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Paraíba (OAB-PB). Já foi auditor do Tribunal de Justiça Desportivo de Futebol, da Paraíba (TJDF-PB). PUBLICAÇÕES O Estranho Professor de Violão  Guia Prático de Introdução ao Direito A Língua no Bolso  A Coluna Prestes em Piancó Um Pouco Além do Sonho Paraíba na Literatura II Paraíba na Literatura VI

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05 – Tarcísio Pereira

CADEIRA Nº 05 3º SUCESSOR: TARCÍSIO DE SOUSA PEREIRA Patrono: João Alcides Bezerra Cavalcanti (1891-1938) Fundador: Osias Nacre Gomes (1903-1994) 1º Sucessor: Sindulfo Guedes Santiago (1933-2005) 2º Sucessor: Oswaldo Trigueiro do Valle (1935-2022) 3º Sucessor: Tarcísio de Sousa Pereira (atual ocupante) 3º Sucessor: Tarcísio de Sousa Pereira (atual ocupante) Ocupação: Jornalista e Publicitário Eleito: 28/04/2023 Posse: 15/06/2023 Saudação: Hildeberto Barbosa Filho BIOGRAFIA Tarcísio de Sousa Pereira é escritor paraibano, romancista, dramaturgo, jornalista, publicitário, ator, diretor e gestor cultural, reconhecido como uma das vozes mais atuantes da literatura e do teatro contemporâneo da Paraíba. Natural de Pombal (PB), construiu uma trajetória multifacetada, marcada pela intensa produção literária e dramatúrgica, aliada a uma presença constante nos palcos e no audiovisual. Ao longo de décadas, consolidou-se como autor de obra extensa e plural, transitando entre romance histórico, ficção contemporânea, dramaturgia e roteiros para teatro e cinema.  Na literatura, destacou-se especialmente como romancista. Entre suas obras mais conhecidas estão títulos como O Sacrifício dos Anjos, O Homem que Comprou a Rua, Agonia na Tumba e o romance histórico A Farra do Meu Cadáver, além de outras narrativas marcantes como Dom Quizales de Condor, Como São Jorge na Lua, Uma Noite no Céu e O Último Dia de Deus. Sua produção romanesca é reconhecida pela inventividade narrativa, pelo diálogo com a história nordestina e pela construção de personagens densos e simbólicos.  Paralelamente à literatura, Tarcísio Pereira construiu sólida carreira no teatro brasileiro como autor, diretor e ator. É responsável por dezenas de textos dramatúrgicos, muitos deles encenados em diferentes cidades do país. Parte dessa produção foi reunida na coleção “Série Teatro de Tarcísio Pereira”, com peças premiadas que transitam entre comédia, tragédia e drama. Como encenador, dirigiu diversos espetáculos autorais, consolidando linguagem própria que une lirismo, pesquisa histórica e elementos da cultura nordestina. Também atuou em montagens teatrais e projetos audiovisuais, ampliando sua atuação artística para além da escrita.  Ao longo de sua carreira, recebeu diversos prêmios literários e dramatúrgicos, tanto em âmbito regional quanto nacional. Entre as distinções, destacam-se o Prêmio Funarte de Dramaturgia (primeiro lugar na região Nordeste e destaque nacional), o Prêmio Políbio Alves de Literatura na categoria romance, o Prêmio Nélson Rodrigues do Ministério da Cultura, o Prêmio Novos Autores Paraibanos da UFPB, além de indicações e reconhecimentos como o Prêmio Moinho Santista e homenagens institucionais pela contribuição à cultura brasileira.  Além da produção artística, exerceu relevante atuação como jornalista, publicitário e gestor cultural, contribuindo diretamente para o fortalecimento de políticas públicas culturais e para a difusão da arte nordestina. Sua trajetória inclui ainda atividades como roteirista, formador e incentivador de projetos culturais, consolidando um legado que ultrapassa a criação individual e alcança o campo da formação artística.  Reconhecido por sua contribuição à cultura paraibana, Tarcísio Pereira foi eleito para a Academia Paraibana de Letras em 18 de abril de 2023, em eleição sem concorrentes, sendo empossado na instituição em 15 de junho de 2023, passando a integrar oficialmente o quadro de imortais da literatura do estado. PUBLICAÇÕES ROMANCES Agonia na Tumba (1993) Como São Jorge na Lua (1996) Dom Quizales de Condor (1998) Uma Noite no Céu (2006) O Último Dia de Deus ( 2007) O Homem que Comprou a Rua (2008) O Sacrifício dos Anjos (2008) O Autor da Novela (2013) La Bodeguita (2022) A Farra do Meu Cadáver (2023) Encanto Mambembe (2023) Teodósio (2026) Éramos Sete (2026) DRAMATURGIA As Pelejas de Camões (1997) As Esposas (1998) Série Teatro Tarcísio Pereira – 20 peças em 12 volumes (2000) Cordel da Paixão de Deus (2006) De João para João (2017) BIOGRAFIA Fernando Peregrino – um perfil biográfico de Fernando Teixeira em 50 anos de Palco (2013) CORDEL Cordel do Carro Encantado (2011)

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06 – Hildeberto Barbosa

CADEIRA Nº 06 1º SUCESSOR: HILDEBERTO BARBOSA FILHO Patrono: Aristides da Silveira Lobo (1838-1896) Fundador: Ivan Bichara Sobreira (1918-1998) 1º Sucessor: Hildeberto Barbosa Filho (atual ocupante) 1º Sucessor: Hildeberto Barbosa Filho (atual ocupante) Ocupação: Professor e escritor Eleito: 18/09/1998 Posse: 10/09/1999 Saudação: José Octávio de Arruda Mello BIOGRAFIA Hildeberto Barbosa Filho nasceu em 9 de outubro de 1954, na cidade de Aroeiras, Estado da Paraíba. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), possui Licenciatura em Letras Clássicas e Vernáculas (UFPB), Especialização em Direito Penal pela Universidade de São Paulo (USP) e Mestrado em Literatura Brasileira pela UFPB, com a dissertação intitulada Sanhau: poesia e modernidade. Iniciou precocemente a carreira docente, lecionando Língua Portuguesa e Literatura Brasileira em colégios públicos e particulares. Posteriormente, ingressou no ensino superior por concurso público, tornando-se professor da Universidade Federal da Paraíba, onde leciona Literatura Brasileira, Teoria da Literatura e Literatura Portuguesa no curso de Letras, além de atuar no curso de Comunicação Social. Preparava-se para concluir o doutorado em Literatura Paraibana.  Além da docência, atua como crítico literário, escritor, poeta e jornalista. Mantém coluna literária no jornal O Norte e colabora em diversos periódicos, entre eles: A União, Correio da Paraíba, O Momento, Correio das Artes, Jornal do Comércio e Diário de Pernambuco (PE); O Galo (RN), O Pão (CE); D.O. Leitura (SP); Suplemento Literário de Minas Gerais (MG) e Revista Cultura Vozes (RJ). Coordenou o Projeto LER e editou a revista Ler. Participa frequentemente de simpósios, congressos e seminários como palestrante e conferencista. Tomou posse na Academia Paraibana de Letras, na Cadeira nº 06, em 10 de setembro de 1999, sendo recepcionado pelo acadêmico José Octávio de Arruda Mello. PUBLICAÇÕES A geometria da paixão O livro da agonia e outros poemas São teus estes boleros O exílio dos dias Desolado lobo A comarca das pedras Ofertório dos bens naturais Aspectos de Augusto dos Anjos A convivência crítica: ensaios sobre a produção literária da Paraíba  Ascendino Leite: a paixão de ver e sentir Osias Gomes: a plenitude humana e literária A impressão da palavra: literatura e jornalismo cultural Os desenredos da criação: livros e autores paraibanos  Namoro com a doce banalidade As horas mortas Lendo Borges Do vento e suas vértebras aladas Erros no aquário Sanhauá: uma ponte para a modernidade Caos e neblina Ira de viver e outras poesias Os idiomas da esfinge Vocábulos e veredas O escritor e seus intervalos O pó dos sábados, memória dos domingos! Os desenredos da criação Arrecifes e lajedos Correio das artes: anotações para sua história O galo da torre Literatura na ilha: poetas e prosadores maranheneses À sombra do soneto e outros poemas Literatura: as fontes do prazer As luzes sobre as coisas: Ascendino Leite As ciladas da escrita Os labirintos do discurso: as expressões literárias da Paraíba Letras Cearenses Caligrafia das léguas O giz e a letra A luz e o rigor: reflexões sobre o poder Essa mecânica nefasta O Eu e os outros As coisas incompletas Os livros (a única viagem) As palavras, minha vida! Dançar com facas Vai por aí Augusto dos Anjos: a origem e a modernidade Osias Gomes: a plenitude humana e literária De quase nada se faz poema E nada aconteceu comigo Gabi voltou As palavras me escrevem

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07 – Ramalho Leite

CADEIRA Nº 07 3º SUCESSOR: SEVERINO RAMALHO LEITE Patrono: Artur Achiles dos Santos (1864-1916) Fundador: João Rodrigues Coriolano de Medeiros (1875-1974) 1º Sucessor: Maurílio Augusto de Almeida (1926-1998) 2º Sucessor: Dorgival Terceiro Neto (1932-2013) 3º Sucessor: Severino Ramalho Leite (atual ocupante) 3º Sucessor: Severino Ramalho Leite (atual ocupante) Ocupação: Jornalista, Advogado, Promotor e Procurador do Estado Eleito: 18/10/2013 Posse: 06/12/2013 Saudação: Antônio Juarez Farias BIOGRAFIA SEVERINO RAMALHO LEITE: Nasceu no antigo Distrito de Borborema (então pertencente ao município de Bananeiras), Estado da Paraíba, no dia 06 de outubro de 1943. É filho de Arlindo Rodrigues Ramalho e de Maria Eurídice Leite Ramalho. Iniciou sua formação básica no Rio Grande do Norte, onde realizou os estudos primários no Ginásio de Natal, concluídos no ano de 1955, e o curso ginasial no Colégio Sete de Setembro, finalizado em 1959, na capital potiguar. De volta à terra natal, fixou residência em João Pessoa e ingressou no tradicional Lyceu Paraibano, instituição pela qual concluiu o Curso Clássico no ano de 1962. Orientando sua vocação para a ciência jurídica, matriculou-se na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), obtendo o grau de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais no ano de 1967. Homem de sólidos pendores doutrinários, aprofundou seus estudos acadêmicos ao realizar pós-graduação em Direito Constitucional pela própria UFPB, em 1980, oportunidade em que defendeu a tese intitulada A Constituição de 1967 à Luz da Doutrina do Poder Constituinte. Jurista de reconhecido tirocínio técnico e vasta folha de serviços prestados à administração, consolidou uma respeitável carreira funcional no Estado. Aprovado em rigorosos concursos públicos de provas e títulos, exerceu com retidão as investiduras de Promotor de Justiça da comarca de Belém e de Procurador do Estado da Paraíba. No âmbito da consultoria e da representação judicial, atuou com destaque como procurador técnico de diversas Secretarias de Estado e do Poder Legislativo paraibano. Na gestão municipal na capital, deu sua contribuição ao desenvolvimento socioeconômico ao assumir a pasta de Secretário de Turismo da cidade de João Pessoa. Na advocacia privada, notabilizou-se por uma atuação enérgica e combativa nas áreas cível e criminal, tornando-se uma referência no patrocínio jurídico e na defesa de dezenas de Prefeituras e Câmaras Municipais junto ao Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB). Sua trajetória como agente político confunde-se com a própria emancipação e história de sua região. Iniciou a vida parlamentar no plano municipal, elegendo-se Vereador e alcançando a chefia do Legislativo como Presidente da Câmara Municipal de Borborema. Seu carisma e liderança regional conduziram-no à Assembleia Legislativa da Paraíba, onde representou o povo paraibano como Deputado Estadual em quatro legislaturas (9ª Legislatura, de 1975 a 1979; 10ª Legislatura, no período de 1979 a 1980; 11ª Legislatura, de 1983 a 1987; e 12ª Legislatura, de 1987 a 1991), destacando-se na tribuna por sua eloquência e rigor no debate das leis. No cenário político federal, alcançou a primeira suplência na bancada de seu estado, assumindo o mandato de Deputado Federal no Congresso Nacional entre os anos de 1992 e 1993. Paralelamente às lides partidárias e jurídicas, Severino Ramalho Leite exerceu um papel pioneiro e benemérito na instrução pública, figurando como fundador e Diretor do Colégio Comercial de Borborema. No magistério de nível médio, regeu com brilho as disciplinas de Organização Social e Política do Brasil (OSPB) no Colégio Estadual de Bananeiras, e de História Geral e do Brasil nas salas de aula do Colégio Assis Chateaubriand (referido como Assis Vidal) em João Pessoa. No campo das letras e da comunicação, consagrou-se como jornalista de fino trato e escritor de verve aguçada. Atuou como Diretor-Superintendente do jornal oficial A União, imprensa de cuja história se tornou parte indissociável e onde manteve, por longos anos, uma concorrida e influente coluna semanal de análise política e crônica literária. Sua profícua dedicação às instituições e à cultura paraibana valeu-lhe o reconhecimento de corporações civis, militares e políticas, sendo agraciado com destacadas comendas: a Medalha do Mérito Coronel Elísio Sobreira, outorgada pela Polícia Militar da Paraíba em 2004; a Medalha Homero Leal, concedida pela Associação dos Procuradores do Estado da Paraíba (ASPEP) no ano de 2006; e a Medalha Escritor Sinésio Guimarães, conferida pela Câmara Municipal de Bananeiras em 2012. Ensaísta rigoroso e memorialista atento às transformações sociais de seu tempo, sua eleição para os quadros representativos das letras estaduais coroou uma existência inteiramente voltada ao culto da inteligência, do Direito e da salvaguarda da memória histórica e cultural da Paraíba. PUBLICAÇÕES A botija de Camucá e outros assuntos aleatórios O poder de bom humor Gente do passado, fatos do presente Arlindo Ramalho: a candeia espivitada Dá licença: um aparte Nos espelhos do palácio Ramalho Leite em prosa e no verso – Mais histórias do folclore político da Paraíba Vendedor de Calúnias A história como eu conto Era o que eu tinha a dizer Pequenas histórias para quem tem preguiça de ler as grandes

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08 – Maria Mercedes Cavalcanti

CADEIRA Nº 08 4ª SUCESSORA: MARIA MERCEDES RIBEIRO PESSOA CAVALCANTI Patrono: Afonso Rodrigues de Souza Campos (1881-1916) Fundador: Hortênsio de Souza Ribeiro (1885-1961) 1º Sucessor: Adhemar Victor de Menezes Vidal (1897-1986) 2º Sucessor: Aluízio Afonso Campos (1914-2002) 3º Sucessor: Ascendino Leite (1915-2010) 4ª Sucessora: Maria Mercedes Ribeiro Pessoa Cavalcanti [Pepita] (atual ocupante) 4ª Sucessora: Maria Mercedes Ribeiro Pessoa Cavalcanti [Pepita] (atual ocupante) Ocupação: Escritora e professora Eleito: 14/01/2011 Posse: 13/05/2011 Saudação: Cláudio Santa Cruz BIOGRAFIA Maria Mercedes Ribeiro Pessoa Cavalcanti nasceu em 17 de julho de 1954. Paraibana com raízes na cultura espanhola por parte da mãe, nasceu em João Pessoa, mas divide seu tempo entre a Capital paraibana e Viña del Mar(Chile). Na infância chegou a morar também nos bairros pessoenses do Centro e de Jaguaribe. Mais tarde, já na fase adulta, Mercedes também faz contato com a cultura de outras regiões como os anos vividos no Rio de Janeiro. Lá fez especialização em Literatura Brasileira; e depois em Grenoble, França, onde cursou mestrado em Teoria da Literatura. Já ministrou aulas de Inglês, Português, Literatura e Arte no Unipê, Funac, na rede estadual, no colégio João XXIII e em escolas de idiomas. Hoje, é professora do Departamento de Letras da UFPB. PUBLICAÇÕES A Volúpia dos Anjos Presença do Conto Paraibano O Ouro dos Dragões O Vinho de Caná Quatro Luas Filhas do Sol El Manuscrito de Hannah O Chamado dos Deuses Cores da paixão Feitiço da palavra À flor da terra Nua O hino de Caná Presença do Conto Paraibano Sonho de Feliz Cidade

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10 – José Octávio

CADEIRA Nº 10 FUNDADOR: JOSÉ OCTÁVIO DE ARRUDA MELLO Patrono: Manuel Pedro Cardoso Vieira (1848-1880) Fundador: José Octávio de Arruda Mello (atual ocupante) Fundador: José Octávio de Arruda Mello (atual ocupante) Ocupação: Jornalista e professor Eleito: 08/05/1971 Posse: 17/06/1974 Saudação: Cláudio Santa Cruz BIOGRAFIA José Octávio de Arruda Mello nasceu no dia 28 de março de 1940, em João Pessoa; filho do casal Arnaldo Vieira de Mello e Otília de Arruda Mello. Foi casado com Dª. Amável Maria Targino da Rocha Mello e tem um filho, Victor Raul. Fez o curso primário e secundário em colégios de João Pessoa, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal da Paraíba. Posteriormente, graduou-se em História pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da UFPB. Possui cursos de Especialização em Técnicas e Métodos de Pesquisa Histórica, pelo Instituto de Filosofia e Ciências do Homem, na Universidade Federal de Pernambuco, fazendo, nesta mesma universidade, Mestrado em História. Obteve o título de doutor, em São Paulo. Ingressando no magistério, lecionou na Universidade Federal da Paraíba, nos cursos de Graduação e Pós-graduação de História; na Universidade Autônoma de João Pessoa e na Fundação Francisco Mascarenhas, de Patos. José Octávio, no decorrer de sua vida profissional, tem desempenhado inúmeras atividades ligadas à área cultural do Estado, destacando-se: Coordenador do Setor de Tele-educação da Paraíba; Diretor Geral de Cultura; Diretor de Pesquisa e Programação Cultural da Fundação Casa de José Américo; Coordenador do V Festival de Verão, realizado em Areia (1980); membro do Conselho Estadual de Cultura; membro da Comissão Organizadora e Secretário Executivo das Comemorações do Centenário do Presidente João Pessoa; Diretor executivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba; membro da Academia Paraibana de Letras; Pesquisador bolsista do CNPq. como integrante do Grupo de Trabalho de Análise das Eleições de 1982, na Paraíba; membro do Conselho Deliberativo e Presidente da Comissão do IV Centenário da Paraíba; Diretor executivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba. Professor, jornalista, escritor e, acima de tudo, historiador, José Octávio tem realizado conferências, simpósios, seminários e orientado alunos na UFPB em trabalhos em nível de Monografias, para conclusão de cursos de Especialização lato sensu (250 horas), em História do Nordeste. Já publicou trabalhos em obras coletivas, prefaciou livros de autores renomados, colabora em jornais e revistas especializadas, onde se encontram os seguintes trabalhos: Modernismo, regionalismo e revolução em José Lins do Rego, Tradição, realidade brasileira e liberalismo, e Joaquim Inojosa, de Princesa à revolução de 30, in Correio das Artes; Tensão Social e Lutas Populares na Paraíba, in Cadernos de Estudos Regionais; Revolução de 30, autoritarismo e abertura, in Terra e Sal; Temas, autores e obras na historiografia nordestina, in Ciência e Cultura, São Paulo. José Octávio de Arruda Mello ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano em 9 de novembro de 1972, tendo ocupado vários cargos na sua Diretoria, inclusive a Vice-Presidência em 1977/80. Recebeu a Comenda do Mérito Cultural “José Maria dos Santos” PUBLICAÇÕES Independência, Tempo Histórico e Nacionalidade João Pessoa perante a História: textos básicos e estudos críticos Geo-História e Formação das Cidades da Paraíba Uma Cidade de Quatro Séculos O Brasil, da Primeira Guerra Mundial ao Estado Novo A Escravidão na Paraíba: Historiografia e História (Preconceitos e Racismo numa Produção Cultural) A República no Brasil: Ideologia, Política e Relações Exteriores Os coretos no cotidiano de uma cidade (Lazer e classes sociais na capital da Paraíba) História da Paraíba – Lutas e Resistência História, Espaço e Historiografia na Paraíba A Dimensão Global (Formação do Movimento Brasileiro de 64) Guarabira: Democracia, Urbanismo e Repressão (1945/1965) Cristianismo e Diplomacia no Brasil Contemporâneo História da Paraíba em Fascículos (8 fascículos) O Problema do Estado na Paraíba – Da Formação à Crise (1930/1996) Ideologia e Espaço Social em Órris Barbosa Ademar Vidal – Diversidade, Erudição e “Entusiasmo” Samuel Duarte Brasil – Uma Síntese de 500 Anos (Do Descobrimento a FHC) Trajetória Política e Eleições em Argemiro de Figueiredo Sociedade e Poder Político no Nordeste – O Caso da Paraíba (1945/64) Nova história da Paraíba: das origens aos tempos atuais História, historiografia e ensino em Pedro Nicodemos Nos tempos de Félix Araújo Estado Novo, Guerra Mundial e Redemocratização (1937/47) História do Direito e da Política Terra, revisionismo e cultura em Euclides da Cunha Conflitos e convergências nas eleições paraibanas de 1982, 2002 e 2006 Da resistência ao poder Faculdade de Direito PB 63: a última turma do populismo Teotônio Neto: saber, ter, ser A Coluna Prestes na Paraíba: noventa e dois anos depois Ronaldo Cunha Lima: a trajetória de um vencedor (1936-2007) A Paraíba por si mesma História da Paraíba Os italianos na Paraíba: da Capital ao interior Da resistência ao poder José Américo e a cultura regional A Paraíba: das origens à urbanização A Revolução estabilizada: um estudo sobre a formação do centralismo em 30 Violência e repressão no Nordeste Capítulos da História de Paraíba

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11 – Thélio Farias

CADEIRA Nº 11 2º SUCESSOR: THÉLIO QUEIROZ FARIAS Patrono: Antônio da Cruz Cordeiro Sênior (1831-1880) Fundador: Higino da Costa Brito (1908-1988) 1º Sucessor: José Jackson Carneiro de Carvalho (1940-2023) 2º Sucessor: Thélio Queiroz Farias (atual ocupante) 2º Sucessor: Thélio Queiroz Farias (atual ocupante) Ocupação: Advogado, biógrafo, poeta e ensaísta. Eleito: 14/07/2023 Posse: 27/09/2023 Saudação: José Mário da Silva Branco BIOGRAFIA THÉLIO Queiroz FARIAS, nascido na cidade paraibana de Campina Grande em 1974, é advogado militante, com forte atuação no Nordeste brasileiro. Formado pela Universidade Estadual da Paraíba, possui especialização em Direito Civil pela Humboldt-Universitätzu Berlin (Alemanha). Fez parte da Comissão de Estudos Constitucionais do Conselho Federal da OAB, presidiu a Comissão de Estudos de Filosofia e Literatura no Direito da OAB/PB e é membro da CBB – Confraria dos Bibliófilos do Brasil; da UBE – União Brasileira dos Escritores; do Instituto Histórico e Geográfico do Cariri Paraibano (membro honorário) e do Instituto Histórico e Geográfico de Serra Branca-PB (membro honorário). Ocupa a cadeira de Pedro Américo de Figueiredo e Melo, no Instituto Histórico e Geográfico de Areia – IHGA e faz parte da Academia de Letras de Campina Grande (cadeira n. 23, cujo patrono é Mauro Luna), da qual é o seu atual Presidente. Membro efetivo da Academia de Letras de Areia (ALA), ocupando a cadeira n. 3 (patrono Pedro Américo), e sócio correspondente do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP). Pertence ao Instituto Ibero-americano de Compliance, com sede em Porto Alegre. PUBLICAÇÕES Comentários à Legislação do Mandado de Segurança Código de Processo Civil anotado com base na jurisprudência do Tribunal de Justiça da Paraíba Nova Lei do Inquilinato Comentada Prática das Indenizações – Casos Concretos Registro Público Anotado Práticas Abusivas das Operadoras de Planos de Saúde Acidente de Trabalho Dos Juros Defesas Eleitorais Teoria e Prática Processual Contra Banco Constituição Federal Interpretada O Menino de Pijama Namastê – impressões de um brasileiro na Índia e no Nepal Vinte Poemas de Viagem e uma Canção de Chegada E do tempo não cessa a caminhada Areia: ninho de Águia Minhas frases dos outros É caminhando que se faz o caminho Além do Ipiranga – a extraordinária vida de Pedro Américo e seus incríveis facetas A infância é o chão que pisamos a vida inteira Direito digital, em coautoria com Ricardo Alves de Souto Bingo: uma cãografia

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12 – Abelardo Jurema Filho

CADEIRA Nº 12 3º SUCESSOR: ABELARDO JUREMA FILHO Patrono: João Coelho Gonçalves Lisbôa (1859-1918) Fundador: Luiz Teixeira de Menezes Pinto (1904-1977) 1º Sucessor: Wilson Lustosa Cabral (1916-1979) 2º Sucessor: Wellington Hermes Vasconcelos de Aguiar (1935-2014) 3º Sucessor: Abelardo Jurema Filho (atual ocupante) 3º Sucessor: Abelardo Jurema Filho (atual ocupante) Ocupação: Jornalista e advogado Eleito: 06/11/2015 Posse: 22/01/2016 Saudação: José Mário da Silva Branco BIOGRAFIA Jornalista e advogado, Abelardo Jurema Filho nasceu no Rio de Janeiro, em 1952, onde, aos 20 anos, foi repórter estagiário no Jornal do Brasil. Em 1975, fixou-se em João Pessoa, na Paraíba, onde iniciou as suas atividades na Imprensa paraibana como redator do jornal O Norte, órgão dos Diários Associados. Em seguida, estreou   como colunista do Semanário O Momento, percorrendo todos os principais veículos de comunicação do Estado.  Filho de Abelardo de Araújo Jurema, ministro da Justiça do Governo João Goulart, é autor do livro Cesário Alvim 27 – Histórias do Filho de um Exilado, relançado em 2021, em segunda edição, pela Universidade Federal da Paraíba. É casado, desde 1977, com Maria Lucia Bezerra Jurema, com quem possui três filhos e quatro netos. Responsável, há 45 anos, pela coluna Abelardo Jurema, que hoje é veiculada em sua versão online em todas as plataformas digitais, além disso, Abelardo Jurema é empresário, publicitário, promotor de eventos e apresentador de televisão, responsável pelo programa Vanguarda, exibido diariamente na TV Master, de João Pessoa. Atualmente tem no prelo o livro A Casa das Letras, editado pela Forma Editorial, pelo jornalista Juca Pontes, em fase de impressão.  Foi um dos fundadores e ex-presidente, por dois mandatos, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo na Paraíba (Abrajet-PB) e é diretor-presidente da Abelardo.com – Comunicação & Marketing, responsável pelo  portal www.abelardo.com.br. Formado em Direito pelo Centro Universitário de João Pessoa – Unipê (turma de 1977), possui curso da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra-PB. No setor público é Defensor Público aposentado e foi Diretor do Departamento de Documentação e Informação da Assembleia Legislativa da Paraíba, diretor de marketing da PB-Tur, Empresa Paraibana de Turismo, e Coordenador de Comunicação do Tribunal de Justiça do Estado.  Foi vereador em João Pessoa, no período de 1982 a 1986, foi um dos fundadores e dirigentes da TV O Norte, de João Pessoa, na qualidade de Diretor Superintendente. Possui os títulos de Cidadão Pessoense, conferido pela Câmara Municipal; Cidadão Paraibano, pela Assembleia Legislativa; Medalha JK, conferida pelo Governo do Estado de Minas Gerais, e da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho Epitácio Pessoa, entre outras medalhas e comendas de diversas entidades e instituições da Paraíba.  PUBLICAÇÕES Paraíba Feminina Paraíba Masculina Paraíba, Sim Senhor Cesário Alvim 27 – Histórias do Filho de um Exilado Na Janela da Cidade

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13 – Maria das Graças Santiago

CADEIRA Nº 13 2ª SUCESSORA: MARIA DAS GRAÇAS SANTIAGO Patrono: Diogo Velho Cavalcanti de Albuquerque (1829-1899) Fundador: João Ribeiro da Veiga Pessoa Júnior (1892-1975) 1º Sucessor: José Gláucio Veiga (1923-2010) 2ª Sucessora: Maria das Graças Madruga Paiva Santiago (atual ocupante) 2ª Sucessora: Maria das Graças Madruga Paiva Santiago (atual ocupante) Ocupação: Professora e Musicista Eleita: 11/03/2011 Posse: 03/06/2011 Saudação: Ângela Bezerra de Castro BIOGRAFIA MARIA DAS GRAÇAS MADRUGA PAIVA SANTIAGO: Natural de João Pessoa, Paraíba. No âmbito de sua formação acadêmica, possui Licenciatura em História e curso de Especialização em Cultura Brasileira, em nível de pós-graduação, além de título de Mestre em Educação pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), concluído em dezembro de 1981. Sua experiência profissional e administrativa inclui a atuação como professora do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) da UFPB nos anos de 1975, 1976 e 1977, na capital paraibana. Na mesma instituição, exerceu os cargos de Coordenadora do Curso de Educação Artística e de Chefe do Departamento de Artes e Comunicação (DAC). Fora do ambiente universitário, atuou como Membro Titular do Conselho Estadual de Entorpecentes da Paraíba (CONEN-PB), proferindo diversas conferências em eventos ligados a uma de suas especialidades: a prevenção e o debate sobre alcoolismo e drogas. No campo intelectual, a acadêmica é cronista da revista A Semana, de João Pessoa, e autora de dezenas de artigos e crônicas publicados em jornais e revistas da Paraíba. Além de sua dedicação às letras, possui forte ligação com as artes visuais e a música, tendo participado de exposições de pintura e de concertos musicais no estado, atividades pelas quais já foi premiada. É membro da Academia Paraibana de Filosofia, da Academia de Letras e Artes do Nordeste (ALANE-PB), da União Brasileira de Escritores (UBE-PB) e integra os quadros da Academia Paraibana de Letras (APL).   PUBLICAÇÕES Alcoolismo Por que tanto Silêncio? Luzia Simões Bartolini O Problema da Descriminação das Drogas no Brasil Numa noite de Luar (Conto)

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14 – Flávio Tavares

CADEIRA Nº 14 3º SUCESSOR: FLÁVIO TAVARES Patrono: Eliseu Elias Cézar (1871-1923) Fundador: Francisco Seráphico da Nóbrega (1863-1935) 1º Sucessor: Celso Otávio de Novais Araújo (1927-1993) 2º Sucessor: Ronaldo Cunha Lima (1936-2012) 3º Sucessor: Flávio Roberto Tavares de Melo (atual ocupante) 3º Sucessor: Flávio Roberto Tavares de Melo (atual ocupante) Ocupação: Pintor Eleito: 07/12/2012 Posse: 05/07/2013 Saudação: Ângela Bezerra de Castro BIOGRAFIA Flávio Roberto Tavares de Melo nasceu em João Pessoa (PB) em 15/02/1950. Em criança já mostrava genuína intimidade com o desenho e a pintura e desde então não parou de exercitar-se, de indagar e experimentar. Frequentou o curso de pintura oferecido pelo artista Raul Córdula, no Setor de Arte da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e, ainda aos 18 anos, passou a absorver os ensinamentos do pintor e gravador Hermano José que àquela época já era um laureado artista. Tavares terminara seus estudos secundários e logo ingressara no curso de Sociologia da UFPB, o qual abandonaria ainda no terceiro ano para dedicar-se em tempo integral ao ofício artístico. Tinha pouco mais de vinte anos e já havia exposto em Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Nesse mesmo período estudaria pintura nos Estados Unidos e em Caiena (Guiana Francesa), aproveitando esses lugares aproveita para realizar exposições. A seguir, ingressa no mercado de arte da Alemanha Naquele país, sua primeira exposição individual ocorreu em 1981, em Berlim. Poucos anos mais tarde, exporia em Jerusalém (Israel) e, desde então, já realizou exposições em Lyon, Grenoble e Paris (França), Berlim e Hamburgo (Alemanha), Novo México e Washington (EUA), Quito (Equador), Jerusalém (Israel), Nova Delhi (Índia), Porto (Portugal) e Buenos Aires (Argentina). No Brasil já efetuou exposições em Brasília, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, João Pessoa, Porto Alegre, Salvador, e Olinda. Laureado por diversas vezes, Flávio tem se expressado com sucesso nas mais diversas técnicas (pintura, desenho, aquarela, escultura em pedra e madeira, gravura em metal, xilo e litogravura) e, não bastasse tudo isso, pintou cenários para peças teatrais além de ter ministrado vários cursos, workshops, palestras para estudantes de arte e, ainda, produzido mais de dez painéis e murais na Paraíba e em outros estados do Nordeste brasileiro. PUBLICAÇÕES Flávio Tavares – Obras escolhidas Flavio Tavares – Desenhos e Pinturas

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15 – Mário Hélio (Aguardando posse)

CADEIRA Nº 15 4º SUCESSOR: MÁRIO HÉLIO Patrono: Eugênio Toscano de Brito (1850-1903) Fundador: Celso Marques Mariz (1885-1982) 1º Sucessor: Jansen Filho (1925-1994) 2º Sucessor: Paulo Gustavo Galvão (1936-2015) 3º Sucessor: Francisco Pereira da Silva Junior 4º Sucessor: Mário Hélio Gomes de Lima (atual ocupante) 4º Sucessor: Mário Hélio Gomes de Lima (atual ocupante) Eleito: 17/04/2026 Posse: A ser realizada no dia 31/07/2026 Saudação: Francisco de Sales Gaudêncio Ocupação: Professor e jornalista BIOGRAFIA MARIO HÉLIO GOMES DE LIMA nasceu em Sapé, Paraíba, em 16 de abril de 1965. Fez sua estreia como autor em livro com a publicação de Livrório/Opuszero, pela Fundação de Cultura Cidade do Recife, em 1985. Esta obra havia recebido o Prêmio Literário Cidade do Recife, em 1982, na categoria Poesia. O autor contava, então, 16 anos de idade. Em 1986, estreou como conferencista, no Congresso Literário em Campina Grande (PB), com a conferência “Alegro Tristissimo”. Nesse mesmo ano conheceu pessoalmente Gilberto Freyre, sobre quem escreveria, anos depois, sua dissertação de mestrado, defendida e aprovada em 1994. O tema escolhido foi a teoria e a prática da História no chamado Mestre de Apipucos. Mais tarde, incorporou esse trabalho como parte do seu livro A História Íntima de Gilberto Freyre. Publicou ainda sobre esse autor outros livros: O Brasil de Gilberto Freyre, Casa-Grande & Senzala: o livro que dá razão ao Brasil mestiço e pleno de contradições, e Gilberto Freyre, especificamente sobre a contribuição dele para a Educação no Brasil. Além da sua produção como poeta e ensaísta, com textos em publicações nacionais e estrangeiras, Mario Helio também atua no jornalismo, seja na reportagem, seja na edição. É bacharel em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pernambuco, e, profissional e continuamente, no Jornal do Commercio, e Suplemento Cultural do Diário Oficial de Pernambuco, e como colaborador eventual, publicou reportagens e artigos em outros veículos, como Folha de S. Paulo e Jornal da Tarde, entre outros periódicos. É o editor-fundador das revistas Continente e Pernambuco, ambas publicadas pela Companhia Editora de Pernambuco. Foi coordenador-geral da Editora Massangana, da Fundação Joaquim Nabuco, e nessa mesma instituição, diretor da Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte.  É professor-visitante da Universidade de Salamanca, onde realizou seu doutoramento em Antropologia, com tese sobre os penitentes espahóis de La Rioja e os brasileiros da Barbalha, no Cariri cearense. Foi professor da Universidade Federal de Pernambuco, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco.  É membro da Academia Pernambucana de Letras, do Pen Club do Brasil, da Sociedade Espanhola de Antropologia Aplicada e da Sociedade Ibero-Americana de Antropologia Aplicada (de que já foi presidente), e sócio-correspondente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, da Academia de Letras de Campina Grande, da Academia Cabense de Letras, e da Academia Sapeense de Letras, Artes e Cultura.  É Superintendente de Periódicos e Projetos Especiais da Companhia Editora de Pernambuco – Cepe, onde edita as revistas Continente e Pernambuco. Tem também dirigido, promovido e organizado eventos, tanto culturais quanto acadêmicos, exemplo da Festa Literária Internacional de Pernambuco – Fliporto (2009-2015), Congresso Internacional de Antropologia de Ibero-América (2008, no Recife; 2014, em Porto Alegre) e Congresso Internacional de Judaísmo e Interculturalidade (Recife, 2025). Na crítica de arte e curadoria, citam-se os seus trabalhos em torno da obra dos artistas brasileiros Cícero Dias e Jaildo Marinho. PUBLICAÇÕES Livrório/opuszero Perfil parlamentar de Pereira da Costa O Recife melhor do que Paris Brasil Profundo, Espanha Negra O Brasil de Gilberto Freyre e A História Íntima de Gilberto Freyre Cícero Dias – uma vida pela pintura Mosaico Paraibano (Miscelânea de ensaios literários e jornalismo), entre outros

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16 – Alexandre de Luna Freire

CADEIRA Nº 16 1º SUCESSOR: ALEXANDRE DE LUNA FREIRE Patrono: Francisco Antônio Carneiro da Cunha (1845-1897) Fundador: Deusdedit de Vasconcelos Leitão (1921-2010) 1º Sucessor: Alexandre Costa de Luna Freire (atual ocupante) 1º Sucessor: Alexandre Costa de Luna Freire (atual ocupante) Ocupação: Desembargador Eleito: 15/10/2010  Posse: 11/03/2011 Saudação: José Jackson de Carneiro Carvalho BIOGRAFIA Alexandre Costa de Luna Freire nasceu em João Pessoa, no dia 7 de novembro de 1953. Filho de João Lélis de Luna Freire e Maria de Lourdes Costa de Luna Freire, iniciou sua careira na magistratura federal, em 26 de fevereiro de 1988, através de curso público. Foi vice-diretor e diretor do fórum, entre os anos de 1989 e 1998, exerceu também as funções de Juiz do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, entre os anos de 1989 e 1993, e entre 2001 e 2003, e de diretor da Escola de Magistratura Federal da 5ª Região – Núcleo Seccional da Paraíba, de 2004 a 2011. Em busca de aperfeiçoamento, participa de diversos congressos e encontros relacionados ao direito. Outrossim, concluiu seu mestrado em Direito Público e Privado, pela Universidade Federal de Pernambuco, em 2003 – mesma época em que cursou a especialização em Direito Sanitário, voltada a membros do Ministério Público e da Magistratura Federal da Universidade Nacional de Brasília. Como magistrado, é membro do Instituto Brasileiro de Direito Constitucional; da Associação dos Juízes Federais; da Associação dos Magistrados Brasileiros; da Associação Paraibana de Imprensa; é sócio da Academia Paraibana de Filosofia; do Instituto Brasileiro de Direto Eleitoral; sócio-correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte; sócio honorário da Academia de Letras e Artes do Nordeste. Além de juiz, também exerce a docência, foi professor, entre outras disciplinas, de Processo Constitucional e Civil, na FESP; de Hermenêutica, no Instituto de Educação Superior; de Direito Público e Privado, no Instituto de Educação Superior da Paraíba; de Direito Constitucional, na Escola Superior da Advocacia do Estado da Paraíba; de Teoria Geral do Processo, na Universidade Federal da Paraíba.

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17 – Marcos Cavalcanti

CADEIRA Nº 17 2º SUCESSOR: MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE Patrono: Antônio Alfredo da Gama e Mello Fundador: Antônio de Aguiar Bôtto Menezes 1º Sucessor: Joacil de Brito Pereira 2º Sucessor: Marcos Cavalcanti de Albuquerque (atual ocupante) 2º Sucessor: Marcos Cavalcanti de Albuquerque (atual ocupante) Ocupação: Desembargador Eleito: 11/01/2013 Posse: 28/02/2013 Saudação: Astênio Cesar Fernandes BIOGRAFIA MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE: Nasceu no município de Mamanguape, Estado da Paraíba. É casado com a senhora Iris Helena Cavalcanti de Albuquerque, união da qual nasceram três filhos: Marcos Filho, Raphael e Filipe. É sogro de Renata e Bárbara, e avô extremado de Maria Luísa e Isis, a quem carinhosamente trata como suas lindas netinhas. Nascido no seio de uma região rica em tradições e belezas naturais, alimentou na infância o sonho de tornar-se engenheiro agrônomo, despertado por seu precoce amor às árvores, às plantas e às florestas. O gosto refinado pelas letras consolidou-se ainda nos bancos escolares, marco inicial de sua jornada intelectual cuja primeira grande leitura foi o clássico romance O Ateneu, de Raul Pompéia. Orientando, contudo, sua vocação para a ciência das leis, matriculou-se na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), instituição pela qual obteve o grau de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais. Magistrado de carreira exemplar e jurista de sólido saber doutrinário, construiu uma longa e ascendente trajetória no seio do Poder Judiciário paraibano. Atuou sucessivamente como advogado militante, Promotor de Justiça e Juiz de Direito em diversas comarcas do interior e da capital. Galgando os degraus da magistratura por merecimento e retidão técnica, ascendeu ao ápice de sua carreira togada ao ser nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba (TJPB), corte que inclusive presidiu com operosidade e espírito público. No magistério superior, exerceu a docência na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), compartilhando seus conhecimentos nos cursos de graduação em Direito e de Arquivologia. Homem de hábitos moderados e temperamento profundamente reflexivo, pauta sua convivência social e profissional pela máxima de preferir ouvir mais e falar menos, cultivando sempre a sabedoria e os conselhos das pessoas mais experientes. Goza de excelente saúde, não fuma, não bebe e encontra sua maior ventura na companhia de seus familiares, amigos e pares acadêmicos. Dividiu os rigores e a intensidade de suas altas funções públicas com o zelo pelo lar, ajudando sua esposa Iris Helena na sólida criação e educação de seus filhos. Nos anos em que residiu em casa térrea, dedicava suas horas de lazer ao cultivo da terra, moldando com as próprias mãos um jardim vistoso e um pomar produtivo. Sua espiritualidade é um dos pilares de sua existência. Católico praticante de fé inabalável, orienta suas ações sob o amparo de Deus e a profunda devoção à proteção da Virgem Maria do Monte Carmelo. No campo estético, possui refinada sensibilidade artística, apreciando a grandiosidade da música clássica, a elevação espiritual do canto gregoriano e a riqueza poética da autêntica Música Popular Brasileira (MPB), elegendo como seus pratos prediletos as iguarias tradicionais da culinária sertaneja e regional, como a galinha de capoeira e o cabrito. Paralelamente aos seus densos e minuciosos votos jurídicos, converteu-se em um operoso historiador, biógrafo e ensaísta. Dono de um método de trabalho rigoroso, realiza suas pesquisas documentais e literárias exclusivamente sob a claridade do dia, raramente estendendo as lides de escrita pelas horas noturnas. Sua vasta produção bibliográfica é voltada quase inteiramente à salvaguarda da memória, da genealogia e da história dos municípios e personagens ilustres do Vale do Rio Mamanguape, terra pela qual nutre um indissociável sentimento de ufania e orgulho telúrico. Suas preferências de leitura transitam de forma ecumênica entre a Bíblia Sagrada, a historiografia regional, as grandes biografias, e o universo ficcional dos romances, novelas, contos, lendas e mitos populares. Por seu notório saber humanístico, rigor científico e inestimável contribuição à historiografia paraibana, integra os quadros de sócios efetivos do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP). Sua consagração definitiva no mundo das letras deu-se ao ser eleito membro efetivo da Academia Paraibana de Letras (APL), onde ocupa a Cadeira de nº 29. Na Casa de Coriolano de Medeiros, este eminente magistrado e escritor continua a honrar a inteligência de seu estado, professando sempre sua crença inabalável no Brasil e nas virtudes do povo brasileiro. PUBLICAÇÕES Discurso em homenagem ao centenário de nascimento do Desembargador Arquimedes Souto Maior Filho (Plaquete) Discurso de posse no IHGP – Cadeira nº 44 Saudado por Adauto Ramos  Julgamento da Preta Gertrudes – Peça de teatro Enfiteuse: doutrina e jurisprudência  Hagiografia Carmelita:  espiritualidade  Lei de execução fiscal: interpretação e jurisprudência  História da Ordem Terceira do Carmo da Paraíba – 300 anos Coletânea Carmelita: Regra, estatutos e documentos da Ordem Carmelita Secular de João Pessoa Nobiliarquia mamanguapense Mamanguape: apogeu, declínio e ressurgimento: sesquicentenário da visitado Imperador Dom Pedro II. 1859-2009   História da freguesia de Mamanguape – 380 anos de instalação  1630/2010 Personalidade do mundo jurídico e político (último volume de uma trilogia) Poder Judiciário: História da Comarca de Mamanguape  Processos e julgados históricos da Paraíba  Processos e julgados históricos da Paraíba – violência contra a mulher – Volume II AS Primeiras damas – atualizando obra da escritora Rosilda Cartaxo Complexo Arquitetônico Carmelita da Paraíba: Arte Sacra nas Igrejas do Carmo e Santa  Centenário de nascimento do Historiador José Fernandes de Lima História da Comarca de Mamanguape História da Comarca de Conde  História da Comarca de Rio Tinto 2º Autor Antônio Luiz da silva  Historiografia da Academia Paraibana de Letras        Centenário de nascimento do Desembargador Luiz Sílvio Ramalho História do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba Um Homem dedicado à justiça: Desembargador Heráclito Cavalcanti Carneiro Monteiro   João Suassuna: um magistrado que governou a Paraíba   Hagiológico dos Santos Carmelitas A Preta Gertrudes Frei Tito Figueirôa: A saga de um Padre Doutor Gestão democrática:  Relatório de atividades – Biênio 2015/2016 Gurguri  A Botija: Tristão e Angélica Monte-Mor Contos, lendas e mitos

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18 – Francisco de Sales Gaudêncio

CADEIRA Nº 18 4º SUCESSOR: FRANCISCO DE SALES GAUDÊNCIO Patrono: Irineu Ceciliano Pereira Jóffily (1843-1902) Fundador: Mauro da Cunha Lima (1897-1943) 1º Sucessor: Epaminondas Câmara (1900-1958) 2º Sucessor: Cláudio Santa Cruz Costa (1919-2005) 3º Sucessor: Luiz Hugo Guimarães (1925-2009) 4º Sucessor: Francisco de Sales Gaudêncio (atual ocupante) 4º Sucessor: Francisco de Sales Gaudêncio (atual ocupante) Ocupação: Professor Eleito: 11/03/2010 Posse: 20/08/2010 Saudação: Hildeberto Barbosa Filho BIOGRAFIA FRANCISCO DE SALES GAUDÊNCIO: Nasceu na cidade de Antenor Navarro (atual São João do Rio do Peixe), Estado da Paraíba, no dia 29 de janeiro de 1954. É filho de José Gaudêncio e de Maria Valentina de Oliveira. É casado com Glauce Gaudêncio, união da qual nasceram dois filhos: Samuel e Thiago, sendo avô de Maria Valentina e Theo. Sua sólida formação acadêmica é marcada pela interdisciplinaridade entre a História e o Direito. Graduou-se em Licenciatura Plena em História pela Fundação de Ensino Superior de Cajazeiras (FESC) em 1977 e, posteriormente, bacharelou-se em Direito pela Universidade de João Pessoa (Unipê) em 1993. No âmbito da pós-graduação, obteve o título de Doutor em História Econômica pela prestigiada Universidade de São Paulo (USP) em 2003. Concluiu ainda dois estágios de pós-doutorado: o primeiro em História pela USP em 2013, com ênfase em Legislação Patrimonial, e o segundo em Direito Constitucional pela histórica Universidade de Santiago de Compostela, na Espanha, em 2019. No magistério superior, atuou como professor colaborador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e como professor Adjunto IV da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), destacando-se na área de História Econômica, com ênfase na formação econômica do Brasil, história regional, nova história cultural, biografia social e preservação patrimonial. Homem público de expressiva atuação, acumulou vasta experiência na gestão cultural, educacional e patrimonial do estado e do país, exercendo cargos executivos de elevada relevância: Secretário do prefeito Jacob Frantz em sua cidade natal; Presidente da Fundação Casa de José Américo (FCJA); Presidente da Fundação Espaço Cultural José Lins do Rego (FUNESC); Diretor Executivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (IPHAEP); e Secretário Executivo da Educação e Cultura do Estado. No plano federal, atuou como Assessor do Ministro da Cultura, o Embaixador Antônio Houaiss, para as regiões Norte e Nordeste. Como intelectual, pesquisador e ensaísta de prestígio, estendeu sua atuação a importantes agremiações culturais e científicas. É membro efetivo e exerceu a presidência do Conselho Deliberativo do Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento no biênio 2023–2024. No âmbito jurídico-literário, integra a Academia Maranhense de Cultura Jurídica, Social e Política, ocupando a Cadeira nº 12, patroneada por Raimundo da Mota de Azevedo Corrêa, e ingressou como Sócio Titular do PEN Clube do Brasil no ano de 2025. Na Paraíba, foi eleito membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP) no dia 08 de abril de 2005 para ocupar a Cadeira de nº 27, antes pertencente à escritora Rosilda Cartaxo. Ingressou solenemente na Academia Paraibana de Letras (APL) no dia 20 de agosto de 2010 como titular da Cadeira de nº 18 — anteriormente ocupada por Luiz Hugo Guimarães e patroneada por Irineu Pinto —, ocasião em que foi recepcionado com o discurso de saudação do acadêmico Hildeberto Barbosa Filho. Por seus relevantes serviços prestados à história, à educação e à identidade cultural paraibana, foi outorgado com o título de Cidadão Paraibano pela Assembleia Legislativa do Estado, além de receber a Medalha do Mérito Governador José Targino Maranhão e o título de Cidadão Honorário de Araruna. PUBLICAÇÕES Era da Esperança- teoria e política no pensamento de Celso Furtado Joaquim da Silva: um empresário ilustrado do Império Paulo de Barros Carvalho: um jurista brasileiro Suanê: artebiografia José Maranhão: grandes vultos que honraram o Senado Uma Vida por Escrito – Estudo biográfico de Afonso Pereira da Silva

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19 – Aldo Lopes

CADEIRA Nº 19 3º SUCESSOR: ALDO LOPES DE ARAÚJO Patrono: Irineu Ferreira Pinto (1881-1918) Fundador: Durwal Cabral de Almeida e Albuquerque (1908-1973) 1º Sucessor: Amaury Araújo de Vasconcelos (1928-2007) 2º Sucessor: Guilherme Gomes da Silveira d’Ávila Lins (1941-2023)  3º Sucessor: Aldo Lopes de Araújo (atual ocupante) 3º Sucessor: Aldo Lopes de Araújo (atual ocupante) Ocupação: Delegado e escritor Eleito: 23/02/2024 Posse: 17/05/2024 Saudação: Hildeberto Barbosa BIOGRAFIA Aldo Lopes de Araújo é paraibano de Princesa Isabel, sertão do Estado. Mudou-se para a capital para estudar Direito e fazer jornalismo. Passou por várias redações e foi editor do Correio das Artes, caderno cultural do jornal A União. Foi lá que publicou seus primeiros contos, a partir de 1980. Em 1981 venceu o concurso Jurandy Moura promovido pelo Governo do estado e figurou na antologia Presença do Conto Paraibano, editada pela Secretaria da Educação e Cultura. Em 2010, Aldo foi condecorado pelo Ministério da Cultura com a “Bolsa Funarte de Criação Literária”, destinada a fomentar criações literárias inéditas. Aldo Lopes é um dos principais nomes da prosa contemporânea paraibana. Nos seus contos, ele ressalta os aspectos próprios da cultura nordestina. É advogado, jornalista e escritor. Atualmente está aposentado do cargo de delegado de polícia, antes exercido no Rio Grande do Norte. PUBLICAÇÕES O Dia dos cachorros  Lavoura de olhares e outros contos  Solidão, nunca mais  As estátuas de sal  Zé, a velha e outras histórias  A Dançarina e o coronel  Memorial do esqueleto e outros

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20 – Elizabeth Marinheiro

CADEIRA Nº 20 1ª SUCESSORA: ELIZABETH FIGUEIREDO AGRA MARINHEIRO Patrono: Joaquim José Henrique da Silva (1820-1889) Fundador: Pe. Luís Gonzaga de Oliveira (1915-1971) 1ª Sucessora: Elizabeth Figueiredo Agra Marinheiro (atual ocupante) 1ª Sucessora: Elizabeth Figueiredo Agra Marinheiro (atual ocupante) Ocupação: Professora Eleito: 11/11/1978 Posse: 02/05/1980 Saudação: Mário Moacyr Porto BIOGRAFIA Elizabeth Figueiredo Agra Marinheiro nasceu na cidade de Campina Grande, filha de Agripino da Costa Agra e Maria Figueiredo Agra. Estudou no Colégio Alfredo Dantas e no Colégio Estadual, concluindo, posteriormente, o bacharelado em Letras Neolatinas, pela Faculdade de Filosofia do Recife, também, realizando a Licenciatura do mesmo curso na Faculdade de Filosofia de Campina Grande. Fez mestrado em Linguística pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, em 1974, e doutorado e pós-doutorado em Letras pela Universidade de Madrid. Além desses cursos, possui vários outros, realizados em Campina Grande, João Pessoa, Recife, Porto Alegre e Rio de Janeiro.Entre as diversas instituições de ensino, em que lecionou as disciplinas Latim, Português, Artes e Teoria Linguística, destacam-se: o Colégio Estadual; a Escola de Artes e Campina Grande; o Colégio Municipal Anita Cabral; o Departamento de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Regional do Nordeste (FURNE). É professora de Teoria Literária da Universidade Federal da Paraíba. Já representou o Brasil em Simpósios realizados em Madrid; ministrou cursos de literatura nordestina em Sevilha e Santiago de Compostella, na Espanha. Em Viena, foi a represente dos cursos libero-americanos de Madrid, no Congresso Internacional de Semiótica em 1979. É detentora de comendas, troféus e moções conferidas por instituições culturais do Brasi e do exterior. Recebeu o Prémio José Verissimo, em 1981, conferido pela Academia Brasileira de Letras, pelo trabalho “A Bagaceira: uma Estética da Sociologia” e o Prémio Silvio Romero, em 1983, com “Vozes de uma Voz” (1982). Idealizou e coordenou os congressos de crítica literária na Paraíba, promovendo o Seminário Internacional de Literatura, anualmente, realizado em Campina Grande. Elizabeth Marinheiro foi a primeira mulher eleita para a Academia Paraibana de Letras. Assumiu a sua cadeira, em 2 de maio de 1980, e foi recepcionada pelo acadêmico Mário Moacyr Porto. Sua produção literária é vasta e significativa. PUBLICAÇÕES Chegadas e Andanças O Professor Enquanto Bandeir  José América de Almeida Iluminação de Regina Em Virgínius Somos Figueiredo Agra e o New Criticism O Homem se eterniza pelo que escreve Dicionário Bibliográfico do Autor da Microrregião do agreste da Borborema O Compromisso do Escritor Leituras, Antes e Agora Novos Hábitos de Leitura

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21 – Neide Medeiros

CADEIRA Nº 21 3ª SUCESSORA: NEIDE MEDEIROS SANTOS Patrono: Maximiano Lopes Machado (1821-1895) Fundador: José Lopes de Andrade (1914-1980) 1º Sucessor: Epitácio Soares (1915-1988) 2º Sucessor: Flávio Sátiro Fernandes (1942-2023) 3ª Sucessora: Neide Medeiros Santos (atual ocupante) 3ª Sucessora: Neide Medeiros Santos (atual ocupante) Ocupação: Professora e escritora Eleito: 25/08/2023 Posse: 27/10/2023 Saudação: Maria do Socorro Silva de Aragão BIOGRAFIA Neide Medeiros nasceu no Rio Grande do Norte, no município de Jardim do Seridó, mas ainda criança foi morar em Campina Grande, onde se formou em Letras pela Universidade Federal de Campina Grande. Ela conta que sempre se dedicou ao ensino e a literatura infantil, dedicação que fica bem evidente quando se olha para a trajetória do seu trabalho. Professora aposentada da Universidade Federal da Paraíba, onde integrava o Programa de Pesquisas em Literatura Infantojuvenil. Como escritora, pesquisadora e crítica literária, seu trabalho é voltado para a literatura infanto-juvenil e sendo representante da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil na Paraíba, cuja sede é no Rio de Janeiro. Trata-se de uma entidade sem fins lucrativos que procura divulgar a boa literatura escrita para crianças e jovens no Brasil. A escritora disse ainda que publicou seis livros infantojuvenis, além de uma média de outros seis. Entre as histórias que escreveu para o público infantojuvenil está a Série Quadrinhos, da Editora Patmos, na qual elaborou textos sobre Epitácio Pessoa, Vidal de Negreiros, Eudésia Vieira e Graciliano Ramos. Em 2014 lançou Era uma vez um menino chamado Augusto, sobre o escritor paraibano Augusto dos Anjos, com ilustrações de Tonio. É autora de três livros de crítica literária: Livros à espera do leitor ( 2009); Autores e livros em contraponto (2014) e Literatura paraibana em cena ( 2023). Com a professora Maria do Socorro Silva de Aragão e a arquivista Ana Isabel de Souza Leão Andrade escreveu seis livros sobre o poeta Augusto dos Anjos e a fotobiografia de José Américo de Almeida, todos financiados pelo FIC/SEC Augusto dos Anjos.  PUBLICAÇÕES A intertextualidade das formas simples A Bagaceira: uma estética da sociologia Prévio dicionário biobibliográfico do autor da Microrregião do Agreste da Borborema Vozes de uma voz O compromisso do escritor (coautoria) Leituras: antes e agora (corpo paraibano) O ser e o fazer na obra ficcional de Lins do Rego (coautoria) O ser e o fazer na ficção de Gama e Melo Atlas cultural da Paraíba, volume 1 O vaivém dos discursos ou de nobres a plebeus Tessituras do eu x fortuna crítica II – volume 2 Chegadas e andanças Vozes de uma voz Dicionário biobibliográfico do autor da microrregião  Homem se eterniza pelo que escreve Leituras: antes e agora corpus paraibano Guriata: uma viagem mítica ao “pais – paraíso” Violeta Formiga: 25 anos de encantamento – violeta vive Livros à espera do leitor  Confesso que li  Assim se faz literatura  Era uma vez um menino chamado Augusto Epitácio Pessoa em quadrinhos – Literatura Infanto-juvenil  Na tessitura do texto Vidal de Negreiros em quadrinhos – Literatura Infanto-juvenil O Fenômeno da migração na literatura brasileira Relicário    

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22 – Jomar Souto

CADEIRA Nº 22 1º SUCESSOR: JOMAR MORAIS SOUTO Patrono: Luís Ferreira Maciel Pinheiro (1839-1889) Fundador: Demócrito de Castro e Silva (1913-1996) 1º Sucessor: Jomar Morais Souto (atual ocupante) 1º Sucessor: Jomar Morais Souto (atual ocupante) Ocupação: Poeta e Promotor de justiça Eleito: 19/12/1996 Posse: 23/05/1998 Saudação: Luiz Gonzaga Rodrigues BIOGRAFIA Jomar Morais Souto nasceu em 23 de agosto de 1935, em Santa Luzia do Sabugy. Filho do casal João Paulino Souto e Maria Morais Souto, transferiu-se, com a família, em 1941, para a Capital do Estado. Iniciando os estudos, fez o curso primário no Grupo Escolar Epitácio Pessoa, o ginásio no Colégio Marista Pio X e o secundário (Clássico) no Lyceu Paraibano. Graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade do Recife, em 1964, após ter cancelado a matrícula na Universidade Federal da Paraíba, na década de 50, por motivos pessoais. Aos 18 anos, o jovem Jomar ingressou no serviço público, através de concurso para o IAPI (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários). Mas tarde, durante uma pausa na sua criação artística, por força do AI-5, preparou-se para se submeter ao concurso do Ministério Público. Aprovado, foi nomeado promotor de justiça, com atuação na comarca de São José de Piranhas, alto sertão paraibano. Na década de 70, integrou a equipe do gabinete do Governador Tarcísio Burity. Introduzido por Nicodemus Lopes, estreou no jornal O Estado, publicando as suas primeiras crônicas e reportagens. Em 1958, o jornal A União publicou seus poemas, ilustrados por Ivan Freitas. No ano seguinte, mereceu elogios do escritor pernambucano Mauro Mota, pelo destaque que teve na coletânea de poesias intitulada Geração 59, elaborada por um grupo de jovens poetas paraibanos. “Pela capacidade de novos métodos de assimilação poética, ao lado de uma imaginética que o coloca entre os melhores representantes de sua geração, entre os melhores e mais promissores (Mauro Motta, em entrevista ao Suplemento Letras e Artes, Jornal A União, em 1959). Em 1961, participou de um encontro nacional de escritores, no Rio de Janeiro, a convite do jornalista Adalberto Barreto, presidente, à época, da Associação Paraibana de Imprensa, oportunidade em que conheceu o poeta Vinicius de Morais, advindo daí, uma sólida amizade. Em 1969, o poeta integrou o elenco da peça “P A R A I B A”, dirigido por Paulo Pontes, declamando versos seus e de Augusto dos Anjos. Seus poemas: “Reina Calma no País” foi musicado pelo compositor Marcos Vinicius e “Sabia, Sabiá”, por Vital Farias, amos apresentados em festivais de música popular brasileira, no Teatro Santa Roza. Para o cinema, compôs as trilhas poéticas dos filmes “País de São Saruê”, Conterrâneos Velhos de Guerra” e Bolandeira”, todos do cineasta paraibano Vladimir Carvalho e todos premiados. Jomar Souto ingressou na Academia Paraibana de Letras, em 23 de maio de 1998, saudado pelo acadêmico Luiz Gonzaga Rodrigues. PUBLICAÇÕES Geração 59 Pedra de Espera Itinerário Lírico da cidade de João Pessoa Elegia para um Camponês Morto na Fazenda Miriri Noturno do Adro da Igreja de São Francisco e Sonetos das Harpas do Areal Fazenda de Murmúrios Canto da Capitania Real de Nossa Senhora das Neves Agrarianas e outros poemas escolhidos

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23 – Fátima Bezerra

CADEIRA Nº 23 5ª SUCESSORA: FÁTIMA BEZERRA CAVALCANTI Patrono: Theodomiro Ferreira Neves Júnior (1875-1940) Fundador: Álvaro Pereira de Carvalho (1885-1952) 1º Sucessor: Aurélio Moreno de Albuquerque (1912-1981) 2º Sucessor: Abelardo de Araújo Jurema (1914-1999) 3ª Sucessora: Mariana Cantalice Soares (1947-2010) 4º Sucessor: Paulo de Tasso Benevides Gadelha (1942-2013) 5ª Sucessora: Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti Maranhão (atual ocupante) 5ª Sucessora: Maria de Fátima Bezerra Cavalcanti Maranhão (atual ocupante) Ocupação: Desembargadora Eleito: 12/07/2013 Posse: 27/09/2013 Saudação: José Nêumanne Pinto BIOGRAFIA Juíza na comarca de Pilões, aprovada no 43º Concurso de Juiz de Direito, em 1º lugar. Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti Maranhão é autora do livro “Guiadas pela justiça, movidas pela fé”, (Editora Forma). além de outras obras. A acadêmica, escritora e desembargadora Maria de Fátima Bezerra Cavalcanti Maranhão, nasceu em João Pessoa, filha de Maria Alice Moraes Bezerra e Cavalcanti e Antônio Waldir Bezerra Cavalcanti. Viúva do senador José Targino Maranhão e mãe de Maria Alice Bezerra Cavalcanti Maranhão e Leônidas Bezerra Cavalcanti Targino Maranhão. Foi a primeira mulher a ser empossada como desembargadora do Tribunal de Justiça da Paraíba, tendo sido a primeira também a ser presidente do TJPB. Na Academia Paraibana de Letras, Fátima Bezerra ocupa a Cadeira 23, cujo patrono é o jornalista Theodomiro Ferreira Neves Júnior, que nasceu na antiga Parayba em 1875. O último a ocupar a Cadeira 23 foi o desembargador Paulo Gadelha. Fez o curso de Direito, na Universidade Federal da Paraíba, concluído em 27/12/1978 e tem Pós-Graduação em Direito pela Universidade Federal da Paraíba. Sua área de especialização é Direito Processual Civil. Antes de ingressar na magistratura, foi advogada entre 1979 e 1984, no escritório do seu genitor, Antônio Waldir Bezerra Cavalcanti. Ingressou na magistratura em 13 de julho de 1984. PUBLICAÇÕES Por uma Magistratura Independente Guiadas pela Justiça movidas pela Fé Pelos Caminhos da Justiça – Discursos Selecionados História da Comarca da Capital (João Pessoa) Esma – 33 anos de disseminação do saber jurídico

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24 – Francisco Gil Messias

CADEIRA Nº 24 3º SUCESSOR: FRANCISCO DAS CHAGAS GIL MESSIAS Patrono: Pedro Américo Figueiredo Mello (1843-1905) Fundador: Horácio de Almeida (1896-1983) 1º Sucessor: José Jóffily Bezerra de Mello (1914-1994) 2º Sucessor: Evaldo Gonçalves de Queiroz (1933-2025) 3º Sucessor: Francisco das Chagas Gil Messias (atual ocupante) 3º Sucessor: Francisco das Chagas Gil Messias (atual ocupante) Ocupação: Advogado, jornalista e escritor Eleito: 25/07/2025 Posse: 02/09/2025 Saudação: Hildeberto Barbosa Filho BIOGRAFIA Francisco das Chagas Gil Messias nasceu em João Pessoa, PB em 1955. É bacharel em Direito pela UFPB e mestre em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina — UFSC. Foi Procurador Federal, do quadro de Advocacia-Geral da União, junto à Universidade Federal da Paraíba, onde prestou serviços na década de 1980. Na referida universidade foi Chefe da Procuradoria Jurídica. Exerceu o magistério superior no Curso de Direito do UNIPÊ e na Escola de Magistratura da Paraíba. No gênero de poesia publicou: Olhares: poemas bissextos, Na medida do possível e outros poemas da aldeia, Um dedo de prosa: escritos da aldeia e O redator de obituários: crônicas, artigos e talvez ensaios. Todos pela editora Ideia. Publicou artigos em jornais e trabalhos jurídicos em revistas especializadas. Escreveu quinzenalmente no jornal Correio da Paraíba, na página de opinião. Escreve semanalmente no blog Ambiente de Leitura Carlos Romero e regularmente no suplemento literário do jornal A União, Correio das Artes; é membro do Instituto de Estudos Kelsenianos da Paraíba e da Academia Paraibana de Filosofia. Foi eleito para a APL em 25 de julho de 2025 e tomou posse no dia 02 de setembro de 2025 para ocupar a Cadeira nº 24, que tem como patrono Pedro Américo Figueiredo Mello e último ocupante Evaldo Gonçalves de Queiroz. Foi recepcionado pelo acadêmico Hildeberto Barbosa Filho. PUBLICAÇÕES Olhares: poemas bissextos  A medida do possível e outros poema da aldeia  Um dedo de prosa: escritos da aldeia  O redator de obituários: crônicas, artigos e talvez ensaios 

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25 – Astênio César

CADEIRA Nº 25 2º SUCESSOR: ASTÊNIO CÉSAR FERNANDES Patrono: Severino Peryllo de Oliveira (1898-1930) Fundador: João Lelis de Luna Freire (1909-1954) 1º Sucessor: José Rafael de Menezes (1924-2009) 2º Sucessor: Astênio César Fernandes (atual ocupante) 2º Sucessor: Astênio César Fernandes (atual ocupante) Ocupação: Médico Eleito: 25/02/2010 Posse: 07/05/2010 Saudação: José Loureiro Lopes BIOGRAFIA Médico, escritor e pesquisador, Astênio César Fernandes foi eleito para a Academia Paraibana de Letras em 25 de fevereiro de 2010. Saudado pelo acadêmico José Loureiro Lopes, tomou posse no dia 07 de maio de 2010 em solenidade realizada no auditório do Espaço Cultural do UNIPÊ. Nascido em Campina Grande/Paraíba, em 20 de dezembro de 1947, Astenio é filho de Antonio Fernandes de Medeiros e Anna de Almeida Cesar Fernandes. É casado com a médica oftalmologista, e professora, Yone Maria Rocha Cesar Fernandes. Pai de Mariana Rocha Fernandes de Carvalho, Arthur Rocha Cesar Fernandes e Bruno Rocha Cesar Fernandes, é avô de Lara Fernandes de Carvalho, Lucas Fernandes de Carvalho e o mais novo neto, Ravi, filho de Arthur. Astenio Fernandes teve estudos secundários no Colégio Estadual Liceu do Ceará em Fortaleza; graduação em Medicina na Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa/PB; residência médica e especialização (em oftalmologia) no Hospital São Geraldo – Serviço do professor Hilton Rocha – em Belo Horizonte/MG. Na Universidade Federal de Minas Gerais concluiu também tese de doutorado em Medicina, aprovada com nota máxima, em 1980. No hospital Hôtel-Dieu de Paris da Université Pierre et Marie Curie de Paris realizou pós-doutorado – sob orientação do professor Yves Pouliquen – no período de 1990 a 1991. Coordenando o Programa de Intercâmbio Internacional Brasil/França, celebrado pelo MEC e envolvendo o Hospital Lauro Wanderley (Brasil) e o Centro Hospitalar Universitário de Nice (França), estagiou no Hôpital Pasteur da Université Sophia Antipolis, emNice/França, em 1998. Na Universidade Federal da Paraíba foi professor da disciplina oftalmologia, no Centro de Ciências da Saúde (CCS), em Cursos de graduação e residência médica credenciada pelo MEC. No Centro de Ciências da Saúde foi fundador, coordenador adjunto e professor de didática, do Programa de Doutorado em Ciências da Saúde. Durante a atividade docente, idealizou e criou o Centro de Referência Oftalmológica (CEROF) e o Programa de Residência Médica, sendo coordenador de ambos, de 2002 a 2005. Na UFPB desempenhou outras atividades: membro do Comitê Local do PIBIC-CNPq, de 1998 a 1999; presidente do Conselho Curador da Fundação José Américo (por três períodos administrativos) e membro titular do Conselho Superior Universitário (CONSUNI) de 1999 a 2001; Diretor de Ensino Pesquisa e Extensão do Hospital Lauro Wanderley de 1996 a 2005. Docente, participou de bancas examinadoras de monografias de mestrado e teses de doutorado e orientou monografias de mestrado e outras pesquisas acadêmicas, nas Universidades Federais da Paraíba e Minas Gerais, nas áreas de Medicina, Engenharia de Produção e Enfermagem. Foi ainda palestrante, coordenador e debatedor, em mais de noventa Cursos, Seminários e Congressos, no Brasil e no exterior e membro e presidente de Comissões de Concurso Público para seleções de docentes e de médicos oftalmologistas de Hospitais Universitários. José Rafael de Menezes, prefaciando o seu livro inaugural em poesia (“Âkâsha – poemas”), afirmou: “Hoje, o convite de Astenio Cesar Fernandes me distingue e reconfirma as afinidades que cultivo com esse magnânimo poeta, cuja familiaridade com meu amigo José Américo de Almeida vem selar ainda mais a admiração que nutro pela sua pessoa (…). Astenio apresenta-nos versos livres, mas também ousa com sucesso a difícil técnica do soneto (…). Outra vertente por onde percorre o poeta Astenio é a liberdade. Foi assim que eu li Âkâsha. É isso que penso sobre sua significante obra”.  Acerca deste livro, disse ainda, em “TESSITURAS”, a crítica literária e professora, Elizabeth Marinheiro: “Sou mesmo fissurada em livros. Daí porque recomendo a leitura de Âkâsha da autoria de Astenio Fernandes”. Em sua trajetória cultural, Astenio Fernandes apresenta outros títulos: membro honorário do Instituto Histórico e Geográfico do Estado do Rio Grande do Norte; membro efetivo da Academia Paraibana de Filosofia; presidente do Comitê Diretor da Campanha Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC – Estado da Paraíba, de 1988 a 1989; presidente do Comitê Diretor da Associação de Cultura Franco-Brasileira, Aliança Francesa de João Pessoa, de 1996 a 1999; vice-presidente da União Brasileira de Escritores, Seccional/Paraíba, em 2007. Ganhou muitas honrarias, sendo elas: Patente de Grande Inspetor Geral Grau 33, Supremo Conselho Maçônico do Rito Escocês Antigo e Aceito para a República Federativa do Brasil, 1980; Medalha e Diploma de Amigo da Marinha (concedidos pela Marinha  do Brasil), 1988; Título de Cidadão de João Pessoa – Câmara Municipal de João Pessoa/PB, 1989; Medalha da Inconfidência – GLMG, Minas Gerais, 1989; Medalha do Mérito Educacional e Cultural – Secretaria de Educação da Prefeitura Municipal de João Pessoa/PB, 1992; Diploma de Colaborador Emérito do Exército Brasileiro (concedido pelo Comando Militar do Nordeste), 1996; Medalha de Honra ao Mérito, do Centre Hospitalier Universitaire de Nice, France, 1997; Paraninfo dos concluintes do Curso de Medicina período 98.2, do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Paraíba, 1998; Diploma de Preito de Reconhecimento e Gratidão pelos serviços prestados ao Hospital de Guarnição de João Pessoa, e como amigo do referido hospital, 1998; Membro Benemérito da Grande Loja Maçônica de Minas Gerais, 1979; Homenagem especial de agradecimento da Universidade Federal de Ouro Preto, Minas Gerais, por serviços prestados ao Programa de Alfabetização Solidária, 2000; Certificado de reconhecimento e agradecimento do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, 2002; Distinção: ministrante da “Aula da Saudade” dos concluintes do Curso de Medicina, da UFPB, 2002; Moção de elogio: do Conselho do Centro de Ciências da Saúde, pelo desempenho e dedicação frente à Coordenação da Residência Médica em Oftalmologia, 2004; Inclusão em “Personalidade Destaque da Paraíba”, no livro “ASSIM EU DISSE”, do memorialista Itapuan Botto Targino (Edit. Ideia), 2005; Inclusão no ranking dos cientistas mais consultados do mundo – IRC 2005, Centro de Ciências da Saúde da UFPB baseado no Institute of Science Information, Thomson, EUA; Medalha Epitácio Pessoa – concedida pela Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, 2006; Diploma de Colaborador Emérito da Universidade Federal de Ouro Preto/MG, 2006; CERTIFICATE OF APRECIATION – INTERNACIONAL LIONS CLUBS – COMO RECONHECIMENTO E DISTINÇÃO, 2007; Votos de aplausos da

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26 – Hélder Moura

CADEIRA Nº 26 4º SUCESSOR: HÉLDER MOURA Patrono: Pe. Inácio de Souza Rolim (1800-1889) Fundador: Mathias da Silva Freire (1882-1947) 1º Sucessor: Mons. Pedro Anísio Bezerra Dantas (1883-1979) 2º Sucessor: Tarcísio de Miranda Burity (1938-2003) 3º Sucessor: Antônio Juarez Farias (1933-2021) 4º Sucessor: Manoel Hélder de Moura Dantas (atual ocupante) 4º Sucessor: Manoel Hélder de Moura Dantas (atual ocupante) Ocupação: Professor e escritor Eleito: 10/09/2021 Posse: 03/12/2021 Saudação: José Mário da Silva Branco BIOGRAFIA Natural de Campina Grande, Hélder Moura ingressou na carreira de jornalismo em 1983, aos 26 anos de idade. Seu primeiro trabalho foi na Gazeta do Sertão onde se tornou editor-chefe, atuando sempre no colunismo político. Venceu alguns prêmios de poesia, em 1985, lançou o livro Coração de Cedro, é também professor do IFPB (Instituto Federal da Paraíba) onde leciona sobre algoritmos e lógica. Em 2018, Helder lançou o livro Inventário das pequenas coisas, sendo apresentado em Santiago no Chile e Mendoza na Argentina, o livro foi traduzido para o espanhol e deverá nos próximos anos ser lançado para outros países da América Latina. Em 2019, Helder lançou a versão italiana do seu romance Dom Agápito em um evento literário na itália, nas cidades de Milão e Florença nos dia 20 e 22 de junho tendo o título em italiano “L’ incredible testamento di Don Agapito” , no dia 25 de junho foi lançado na cidade do Porto em Portugal. Anteriormente dois anos antes em 2017, o livro havia sido traduzido para o inglês e espanhol, sendo lançado no México e EUA, ele pretende tentar disponibilizar Don Agápito, em alemão, francês e chinês.  O autor ainda especula o lançamento de uma coletânea com poemas, um livro de ensaios literários, outros sobre melancolia e criação literária, afora um novo romance, além de um possível livro infantil. Além de membro da APL, também faz parte da Academia Cabedelense de Letras, além de presidir a Confraria Sol das Letras, onde Helder tem vários livros publicados. PUBLICAÇÕES Obras Literárias: Inventários das pequenas coisas O incrível testamento de Dom Agápito O princípio da diversidade e outros anarquismos Veredas da melancolia na criação literária em nome de Rosa Coração de cedro A insana lucidez do ser A discreta arqueologia da noite Breves relatos da paixão Inventário das Pequenas Coisas Princípio da Diversidade e Outros Anarquismos – Textos Pandemônicos A discreta arqueologia da noite – quasipoemas

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27 – Roberto Cavalcanti

CADEIRA Nº 27 2º SUCESSOR: ROBERTO CAVALCANTI RIBEIRO Patrono: Pe. Francisco João de Azevedo Júnior(1814-1880) Fundador: Lauro Lyra Neiva (1904-1974) 1º Sucessor: Carlos Augusto Romero (1924-2019) 2º Sucessor: Roberto Cavalcanti Ribeiro (atual ocupante) 2º Sucessor: Roberto Cavalcanti Ribeiro (atual ocupante) Ocupação: Empresário das Telecomunicações Eleito: 07/06/2019 Posse: 23/08/2019 Saudação: Astênio César Fernandes BIOGRAFIA Roberto Cavalcanti Ribeiro nasceu no dia 5 de maio de 1946, na cidade de Recife.  Economista, fez a travessia para o mundo empresarial. Viabilizou indústrias de transformação de plástico, produzindo bens e gerando empregos e renda na Paraíba, terra que adotou como a de seu coração. Em 1979, foi desafiado por proposta que levaria ao reencontro com suas origens: revitalizar o Correio da Paraíba, na época um jornal e uma rádio, fechados há três meses em razão de crise financeira.  Com o primo e sócio Paulo Brandão, aceitou a empreitada. O jornal voltou a circular com a direção garantindo sua independência, defesa da nossa cultura e compromisso com o desenvolvimento econômico e social do Estado. 40 anos depois, o Correio está disponível em todos os quadrantes da Paraíba. É visto, ouvido e lido em qualquer cidade do interior, em todos os nossos rincões.  É pioneiro nessa cobertura. Não é mais a TV, rádio ou jornal de Pernambuco, Ceará ou Rio Grande do Norte, com suas notícias e influencias culturais, que chega aos paraibanos. É um Sistema com o nome do nosso Estado, falando das nossas coisas, divulgando a criatividade e as conquistas do nosso povo. O Sistema Correio cresceu e hoje é formado por duas emissoras de televisão, 15 emissoras de rádio no ar e 05 em instalação, uma revista, sites na internet e os dois únicos jornais impressos, privado, em circulação. O que não mudou: o compromisso com a Paraíba. PUBLICAÇÕES Como Penso Meu tempo sobre o tapete azul

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28 – Rui Leitão

CADEIRA Nº 28 3º SUCESSOR: RUI LEITÃO Patrono: Pe. Lindolfo José Correia das Neves (1819-1884) Fundador: Apolônio Carneiro da Cunha Nóbrega (1909-1967) 1º Sucessor: Milton Ferreira Paiva (1923-2002) 2º Sucessor: Mons. Marcos Augusto Trindade (1928-2021) 3º Sucessor: Rui César de Vasconcelos Leitão (atual ocupante) 3º Sucessor: Rui César de Vasconcelos Leitão (atual ocupante) Ocupação: Jornalista Eleito: 08/04/2022 Posse: 19/07/2022 Saudação: Hélder Moura BIOGRAFIA Rui César de Vasconcelos Leitão nasceu em Patos – PB. Em 1968 cursava o curso clássico no Liceu Paraibano. Foi bancário por vinte e três anos como funcionário do Banco do Estado da Paraíba. Ocupou diversos cargos na administração pública, entre os quais: Secretário Adjunto da Industria, Comércio, Turismo, Ciência e Tecnologia do governo da Paraíba; Superintendente do Jornal A União; Superintendente da Rádio Tabajara; Diretor Geral do Instituto do Patrimônio Histórico e Arquitetônico da Paraíba (IPHAEP); Diretor Presidente da Cia. de Desenvolvimento dos Recursos Minerais da Paraíba; Diretor Nacional de Benefícios do INSS, em Brasília; Secretário de Administração da Prefeitura Municipal de João Pessoa; Superintendente do Instituto de Previdência do Município de João Pessoa. Já assinou colunas nos portais Paraibaonline de Campina Grande, portalbip, em João Pessoa.   Rui Leitão foi eleito em 12 de março de 2016 como membro do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, ele conquistou vaga em uma eleição em que teve 16 votos favoráveis e cinco para outra candidatura. Ele também é Membro Fundador Efetivo da Academia Cajazeirense de Artes e Letras (Acal).  Rui atualmente é diretor de Rádio e TV da Empresa Paraibana de Comunicação (EPC) e colaborador do jornal A União. Ele afirmou que foi estimulado na arte de escrever pela obra literária do pai, Deusdedit Leitão, que, àquela instituição, ofereceu a sua contribuição intelectual. “Alcançar a Academia não decorre de intenção ou desejo, mas à afirmação da colheita de anos dedicados ao exercício de escrever, na silenciosa e sempre difícil tarefa de organizar os textos produzidos, de forma a que sirvam de reflexão para os que os leem” afirma ele. PUBLICAÇÕES 1968 – O grito de uma geração Um olhar interpretativo das canções de Chico Eu vivi a ditatura militar Sentimentos, emoções e atitudes A essência da sabedoria popular: crônicas  Canções que falam por nós

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29 – Renato César Carneiro

CADEIRA Nº 29 3º SUCESSOR: RENATO CÉSAR CARNEIRO Patrono: José Rodrigues de Carvalho (1867-1935) Fundador: Manuel Otaviano de Moura Lima (1880-1960) 1º Sucessor: Afonso Pereira da Silva (1917-2008) 2º Sucessor: Carlos Antônio Aranha de Macêdo (1946-2024) 3º Sucessor: Renato César Carneiro (atual ocupante) 3º Sucessor: Renato César Carneiro (atual ocupante) Ocupação: Professor, funcionário público e escritor Eleito: 09/05/2025 Posse: 14/07/2025 Saudação: Eitel Santiago de Brito Pereira / Humberto Mello Cavalcanti BIOGRAFIA Renato César Carneiro é natural de Patos/PB, filho de Vanda César Carneiro e Francisco Carneiro Bastos. Casado com Anniele Sanago Carneiro Tavares e pai de Maria Luisa, Yasmin, Gabriel, Victor e de Renato César Carneiro Filho.É Graduado em Direito pelo Centro Universitário de João Pessoa (1995), Especialista em Direito Eleitoral (UnP) e Mestre em Direito e Desenvolvimento pela Universidade Federal do Ceará (2001).É Professor-Adjunto da disciplina DIREITO ELEITORAL no Curso de Direito da UFPB e Analista Judiciário do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba. Pesquisa e escreve sobre História do Voto na Paraíba, Democracia Parcipava e Poder Normavo do Tribunal Superior Eleitoral.  É sócio da Academia Paraibana de Letras, da Academia Paraibana de Letras Jurídicas, do Instuto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP), do Instuto Histórico e Geográfico de Patos/PB e sócio-correspondente do Instuto Histórico e Geográfico de Santa Luzia/PB. PUBLICAÇÕES Eleições 2006 – as novas regras do jogo Cabresto, curral e peia – a história do voto na Parahyba até 1930 A bagaceira eleitoral – a história do voto na Parahyba (1930 a 1965) Casos eleitorais célebres vol. I Casos eleitorais célebres vol. II Casos eleitorais célebres vol. III Casos eleitorais célebres vol. VI Fazendo o diabo – o diário da reeleição Dicionário de direito eleitoral (e-book) Deus e o diabo na morada do sol – as campanhas eleitorais de Padre Levi Dicionário de direito eleitoral O crime da rua da pedra – realidade e ficção na história de um processo judicial em patos/PB Allyrio Meira Wanderley: o romancista Allyrio Meira Wanderley: o sociólogo

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30 – José Nunes

CADEIRA Nº 30 3º SUCESSOR: JOSÉ NUNES DA COSTA Patrono: Santo Estanislau Pessoa de Vasconcelos (1860-1933) Fundador: Francisco Barbosa Coutinho Filho (1898-1976) 1º Sucessor: Pedro Moreno Gondim (1914-2005) 2º Sucessor: Otávio Sitônio Pinto Pereira (1945-2022) 3º Sucessor: José Nunes da Costa (atual ocupante) 3º Sucessor: José Nunes da Costa (atual ocupante) Ocupação: Escritor Eleito: 25/11/2022 Posse: 09/02/2023 Saudação: Luiz Gonzaga Rodrigues BIOGRAFIA José Nunes da Costa nasceu em 17 de março de 1954, em Serraria – PB, filho de José Pedro da Costa e Angélica Nunes da Costa. Diácono, jornalista, cronista, poeta, integra a Academia Paraibana de Letras, o Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, a Academia Cabedelense de Artes e Letras Litorânea, a União Brasileira de Escritores-Paraíba e a Associação Paraibana de Imprensa. Iniciou na redação do jornal O Norte, como copiador de telegramas, em 1976. No ano de 1979 passou a exercer a função de repórter no jornal A União, e integrou a equipe que fundou o suplemento agrícola Jornal da Terra. Trabalhou como editor setorial nos jornais O Norte, Correio da Paraíba e O Momento e novamente em A União, onde atualmente colabora com uma crônica semanal. Cronista, poeta, romancista e historiador, publica seus textos em três jornais eletrônicos da Paraíba. Escreveu biografias de personalidades políticas, culturais e religiosas da Paraíba. Com formação teológica no Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Conceição, é diácono na Arquidiocese da Paraíba desde 2009. Desde quando ingressou na Academia Paraibana de Letras (09 de fevereiro de 2023), participou de palestras, de lançamentos de livros de acadêmicos, esteve presente durante visitas de estudantes às dependências da Academia e em algumas oportunidades, integrou as comissões eleitorais para eleição de novos acadêmicos. PUBLICAÇÕES Lira dos 40 Anos Serraria – A Princesa do Brejo O Bispo da Solidariedade (Posse de Dom Marcelo Cavalheira na Arquidiocese da Paraíba) Ariano Suassuna Entrego-me como Irmão (25 anos de Sagração Episcopal de Dom Marcelo Carvalheira) Padre Zé – De Mãos Estendidas (biografia de Padre Zé Coutinho) Um Terraço para Nathan (biografia do jornalista Nathanael Alves) Deus lhe pague (biografia de Dom Marcelo Cavalheira) Ascendino Leite – Vida e Obra Recados do Meu Sítio Uma Vida Bem Escrita (biografia do jornalista Gonzaga Rodrigues) Bendito Fruto (apanhado histórico sobre os diáconos permanentes na Arquidiocese da Paraíba) O Morador da Pensão da Paz Dourada (sobre o jornalista Luiz Augusto Crispim) Padre Ibiapina – O Apóstolo da Caridade (biografia do missionário que atuou no Nordeste no século XX) João Suassuna, Um Magistrado que governou a Paraíba O Cajueiro e os Cronistas O Poeta entre a Serra e o Mar, perfil biográfico de Hildeberto Barbosa Filho Um Bispo que Amava os Pobres Memórias e Ficções Um Pastor de Nuvens Tapuio – do nascer ao entardecer A Flor Azul do Rio Gramame No Reino da Parahyba – A trajetória de João Suassuna nas terras luminosas do Sertão A Musa do Entardecer O Poeta e as Margaridasc

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31 – Ângela Bezerra

CADEIRA Nº 31 3ª SUCESSORA: ÂNGELA BEZERRA DE CASTRO Patrono: Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa (1865-1942) Fundador: Pe. Francisco Lima (1904-1972) 1º Sucessor: Oswaldo Trigueiro de Albuquerque Melo (1905-1989) 2º Sucessor: Geraldo Magela Cantalice (1921-1996) 3ª Sucessora: Ângela Maria Bezerra de Castro (atual ocupante) 3ª Sucessora: Ângela Maria Bezerra de Castro (atual ocupante) Ocupação: Professora Eleito: 19/12/1996 Posse: 01/10/1999 Saudação: Odilon Ribeiro Coutinho BIOGRAFIA Ângela Bezerra de Castro nasceu na cidade de Bananeiras, em 1º de outubro de 1942. Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal da Paraíba, na turma de 1966. Também se licenciou em Letras Vernáculas pela Universidade Federal da Paraíba, em 1970. Posteriormente, especializou-se em educação, pelo Centro de Estudos de Pessoal, no Rio de Janeiro, e concluiu mestrado em Letras pelo Pontifícia Universidade Católica, em 1976. Defendeu seu doutorado na Universidade Federal do Rio de Janeiro, no ano de 1982. No exercício do magistério, lecionou português e literatura brasileira no Colégio Estadual, no Instituto de Educação da Paraíba, na Escola Técnica Federal da Paraíba. Foi nomeada Superintendente da Escola de Serviços Público do Estado da Paraíba e membro do Conselho Estadual de Cultura. Por sua qualidade literária, ganhou o prêmio José Américo de Literatura, em 1987, no Centenário de José Américo de Almeida; a medalha Augusto dos Anjos, outorgada pelo Governo do Estado, em 1985; e a comenda do Mérito de Serviço Literário da Academia Paraibana de Letras, e1966. Ingressou na Academia Paraibana de Letras em 1º de outubro de 1999. PUBLICAÇÕES Releitura de A Bagaceira: uma aprendizagem de desaprender  Coletânea de Autores Paraibanos  José Lins do Rego – Fortuna Crítica Um Certo Modo de Ler Ao Sabor do Diálogo

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32 – Eitel Santiago

CADEIRA Nº 32 2º SUCESSOR: EITEL SANTIAGO Patrono: Carlos Augusto Furtado de Mendonça Dias Fernandes (1874-1942) Fundador: Ernani Ayres Sátyro e Souza (1911-1986) 1º Sucessor: Wills Leal (1936-2020) 2º Sucessor: Eitel Santiago de Brito Pereira (atual ocupante) 2º Sucessor: Eitel Santiago de Brito Pereira (atual ocupante) Ocupação: Procurador Eleito: 23/10/2020 Posse: 21/12/2020 Saudação: Alexandre de Luna Freire BIOGRAFIA Graduado em Direito pela Universidade Federal da Paraíba (1976) e Mestre em Constituição e Sociedade pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (2014). Professor concursado da UFPB desde 1991, ministrando as disciplinas de Ciência Política, Direito Constitucional e Direito Penal. Aprovado no concurso público de provas e títulos para o cargo de Procurador da República, integrou como membro o Ministério Público Federal no período de 01/10/1984 a 02/10/2017, quando se aposentou com proventos integrais. Promovido, por merecimento, para o cargo de Subprocurador-Geral da República em 1996 (primeiro do seu concurso a chegar ao topo da carreira ministerial), foi Coordenador da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão (1998/2002) e da 1a Câmara de Coordenação e Revisão (2012/2014). Presidiu o Conselho Institucional do MPF entre 2012/2014, integrado por 21 Subprocuradores-Gerais da República. Em três ocasiões, foi eleito pelos demais Subprocuradores-Gerais da República para o Conselho Superior do MPF (2003/2005, 2013/2015 e 2015/2017). Foi Corregedor-Geral do Ministério Público Federal (2005/2007) e Secretário-Geral do Ministério Público da União (2019/2020). PUBLICAÇÕES Discurso de recepção ao novo membro José Fernandes de Andrade Discurso na mesma plaquete de Zé Fernandes 25 Anos da Constituição Federal e atuação da bancada paraibana na Assembleia Nacional constituinte de 87-88 Autor: Lucas Clemente de Brito Pereira Justiça como valor constitucional Ensaios de política e filosofia Política, ética e estado Função constituinte da jurisdição constitucional Veredas da liberdade José Lins do Rêgo: dois estudos O Direito em vidas secas: ensaio em homenagem a Gracílimos Ramos José Rodrigues de Carvalho. “O Cirne azul do Rio Tauhá”

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33 – Damião Ramos

CADEIRA Nº 33 2º SUCESSOR: DAMIÃO RAMOS CAVALCANTI Patrono: João Pereira de Castro Pinto (1863-1944) Fundador: Samuel Vital Duarte (1904-1979) 1º Sucessor: Francisco Pereira da Nóbrega (1928-2007) 2º Sucessor: Damião Ramos Cavalcanti (atual ocupante) 2º Sucessor: Damião Ramos Cavalcanti (atual ocupante) Ocupação: Professor e advogado Eleito: 10/07/2007 Posse: 15/10/2007 Saudação: José Loureiro Lopes BIOGRAFIA Damião Ramos Cavalcanti, nascido na cidade de Pilar – PB, terra do escritor e romancista José Lins do Rego. Passou parte da sua infância em Itabaiana, quando, com seus 11 anos, foi estudar na cidade de João Pessoa, onde reside até hoje é cidadão itabaianense, título outorgado pela Câmara Municipal daquela cidade. Em 1966, viajou à Itália, onde, em Roma, realizou seus estudos de graduação e pós-graduação em Filosofia; em Paris, posgraduou-se em Sociologia da Educação pela Sorbonne, de 1978 a 1983. Professor da Universidade Federal da Paraíba, desde 1973, onde prestou uma larga folha de serviço como docente e dirigente. Participou da criação da UEPB em Guarabira, da UNIPÊ e da FESP em João Pessoa. Hoje, dedica-se a escrever seus livros, como membro da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB; da Academia Paraibana de Letras – APL, ocupante da cadeira nº 33, que teve como patrono João Pereira de Castro Pinto, tendo sucedido os escritores Samuel Vital Duarte e Francisco Pereira da Nóbrega. Tomou posse no dia 15 de outubro de 2007. Apos quatro anos de sua posse é eleito Presidente da ‘Casa da Cultura Paraibana’ . Presidindo a instituição em seu quarto mandato. É da Academia Paraibana de Cinema – APC; da Associação Paraibana de Imprensa – API e da Academia Paraibana de Filosofia – APF. Presidiu a Fundação Casa de José Américo – no período de 03 abril de 2014 a 31 de dezembro de 2018. É advogado, escritor, poeta e cronista. PUBLICAÇÕES Aspectos culturais e políticos da pena de morte Discursos de lá méthode et lá pensée cartesienne Teoria hegeliana da história A educação sistêmica: criatividade e valorização da pessoa Herói e anti-herói nos manuais da história Memórias da FUNESC Ausência do tempo

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34 – Humberto Mello

CADEIRA Nº 34 2º SUCESSOR: HUMBERTO CAVALCANTI MELLO Patrono: Antônio Joaquim Pereira da Silva (1876-1944) Fundador: Alcides Vieira Carneiro (1906-1976) 1º Sucessor: João Lyra Filho (1906-1988) 2º Sucessor: Humberto Cavalcanti de Mello (atual ocupante) 2º Sucessor: Humberto Cavalcanti de Mello (atual ocupante) Ocupação: Professor e Juiz Eleito: 06/11/1989 Posse: 12/09/1990 Saudação: José Octávio de Arruda Mello BIOGRAFIA Nasceu em João Pessoa, em 28 de setembro de 1934; filho de José Batista de Mello e D. Maria Deolinda Cavalcanti. É casado com a senhora Paola Frassinete com quem teve cinco filhos: Carmem, Etienete. José Batista Neto, Humberto Junior e Luciana Maria.Estudou em João Pessoa, no Grupo Escolar Thomaz Mindello, Colégio Diocesano Pio X e no Lyceu Paraibano; bacharelou-se em Direito pela Universidade Federal da Paraíba. Aposentado como Juiz de Direito e professor universitário, mantém seu escritório de advocacia, dividindo as atividades de advogado e a pesquisa histórica, colaborando, sempre, nos jornais da capital, escrevendo preferencialmente sobre temas relacionados à história da Paraíba. É sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, do Instituto Histórico e Geográfico de Campina Grande e do Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica; sócio das Academias de Letras Municipais do Brasil-secção Paraíba; Sócio correspondente da Academia de Letras de Campina Grande e do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte. Ingressou na Academia Paraibana de Letras em 12 de setembro de 1990, recepcionado pelo acadêmico e historiador José Octávio de Arruda Mello. PUBLICAÇÕES João Pessoa – Perfil de um homem público Trajetória política de Epitácio Pessoa A administração do Presidente João Pessoa Instituições da Paraíba Colonial

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35 – José Mário

CADEIRA Nº 35 3º SUCESSOR: JOSÉ MÁRIO DA SILVA BRANCO Patrono: Raul Campelo Machado (1891-1954) Fundador: José Américo de Almeida (1887-1980) 1º Sucessor: Odilon Ribeiro Coutinho (1923-2000) 2º Sucessor: Ariano Villar Suassuna (1927-2014) 3º Sucessor: José Mário da Silva Branco (atual ocupante) 3º Sucessor: José Mário da Silva Branco (atual ocupante) Ocupação: Professor Eleito: 10/04/2015 Posse: 21/05/2015 Saudação: Elizabeth Marinheiro BIOGRAFIA Professor Adjunto da Universidade Federal de Campina Grande – Unidade Acadêmica de Letras. Mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal da Paraíba. Membro da Academia Paraibana de Letras e da Academia de Letras de Campina Grande. Vice-Presidente do Clube Pensamento/Estudo/Nacionalidade – Primeira Seccional PEN da Paraíba. Presbítero da Igreja Presbiteriana de Campina Grande. Além dos livros, publicou sete ensaios na Revista da Academia Brasileira de Letras e é colunista semanal do Jornal A União – colaborador do suplemento literário Correio das Artes.  PUBLICAÇÕES Mínimas Leituras – Múltiplos Interlúdios Reconciliação Os abismos do ser

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36 – Itapuan Bôtto Targino

CADEIRA Nº 36 2º SUCESSOR: ITAPUAN BÔTTO TARGINO Patrono: Manuel Tavares Cavalcanti (1881-1950) Fundador: Maurício de Medeiros Furtado (1893-1965) 1º Sucessor: Mons. Eurivaldo Caldas Tavares (1921-2013) 2º Sucessor: Itapuan Bôtto Targino (atual ocupante) 2º Sucessor: Itapuan Bôtto Targino (atual ocupante) Ocupação: Professor, escritor e Jornalista Eleito: 22/11/2013 Posse: 14/03/2014 Saudação: Astênio Fernandes BIOGRAFIA Itapuan Bôtto Targino nasceu em 10/05/1938, em João Pessoa (PB), filho de Ananias Targino F. Pontes e Maria da Penha Bôtto de Menezes. É casado com Regina Rodrigues Bôtto Targino, de cujo consórcio tem os filhos Marieta, Estevam e Itapuan Filho. Fez seus estudos primários na Escola da professora Maria Adelina Barbosa, o ginasial no Colégio Pio X e concluiu o colegial no Liceu Paraibano (1955). Titulou-se em Ciência Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Paraíba, em 1960, e se formou em Licenciatura em Pedagogia (Habilitação em Administração Escolar) pelo Centro de Educação da UFPB (1975). Ingressou no magistério em 1962, lecionando, na Escola Técnica de Comércio Assis Vidal, as disciplinas História Econômica, Geografia Humana e Legislação Aplicada; foi professor de Didática no IPÊ; ensinou Direito e Legislação no Colégio N. S. de Lourdes; na UFPB, lecionou Legislação do Trabalho, no Curso de Auxiliar de Enfermagem do Ensino de 1 e 2 Graus, no Centro de Educação; lecionou Educação Moral e Cívica e Organização e Normas na ETFPB.  Tem os cursos de Relações Humanas e Técnicas  em Comunicação (Conselho Estadual de Desenvolvimento, 1960/ 1963); Administradores par Formação Profissional (Cintefor/Cenafor – São Paulo, 1982); Treinamento Prático sobre Educação Vocacional e Industrial (Oswego University, New York, 1969); Administração Financeira (MEC, Fortaleza, 1971). Entre os cargos exercidos, destacam-se: Diretor da Escola Técnica Federal da Paraíba, 1964- 1983; Secretário Municipal de Educação e Cultura, João Pessoa, 1983 -85 e 1992; Supervisor das Escolas Técnicas Federais, MEC, Brasília, 1969; Oficial d Gabinete do Prefeito Municipal de João Pessoa, 1959; Representante do MEC junto aos Conselhos Regionais do SENAI e SENAC, em Campina grande e João Pessoa, 1967-72 e 1973-74, e 1973- 1983, respectivamente; Secretário Geral do Poder Legislativo da Paraíba, 1993-95; Presidente da FUNESC, 1995; membro do Conselho Estadual de Cultura da Paraíba; Chefe do Cerimonial do Governo do Estado da Paraíba; Diretor Executivo do IPHAEP. Possui várias condecorações: Diploma de Menção Honrosa (Conselho Estadual de Cultura, 1970; Medalha Nilo Peçanha, MEC 1976; Medalha do Sesquicentenário de D .Pedro II, Colégio D. Pedro II, Rio, 1976; Medalha Professora Margarida Schivasappa, ETFPA, 1978; Medalha da ETFCE, Fortaleza, 1979; Medalha de Honra ao Mérito, ETFMT, Cuiabá, 1979; Medalha do Mérito Tamandaré, Ministério da Marinha, 1983; Medalha Alcides Carneiro da CNEC, 1984; é cidadão Honorário das cidades de Itaporanga e Picuí e  Benemérito da c idade de João Pessoa; recebeu  a Comenda do Mérito Cultural José Maria dos Santos, ortogada pelo IHGP. Itapuan Bôtto ingressou no Instituto Histórico e Geográfico  Paraibano no dia 18 de julho de 1996. Foi eleito para ocupar a cadeira 36 da Academia Paraibana de Letras em 22 de novembro de 2013 e teve sua posse realizada em 14 de março de 2014. PUBLICAÇÕES A Verdade de um homem público A propósito de Educação Apontamentos de Legislação de Ensino Estudos de recuperação – uma experiência Educação Artística – o canto coral nas Escolas Técnicas Olavo Bilac e o Serviço Militar Obrigatório Escolas Técnicas – Instrumento de Progresso e desenvolvimento Por uma educação integral Subsídios para fixação de critérios na distribuição recursos às Escolas Técnicas A educação como instrumento de reconstrução nacional Preservação do Patrimônio ferroviário: as estações de trem da Paraíba Anísio Teixeira, educador do Século XX O Centro Histórico de São João do Rio do Peixe Patrimônio Histórico da Paraíba – 2000- 2002 Cartilha do Patrimônio – Centro Histórico da Paraíba Município, municipalismo e descentralização Assim eu disse… Nelson Speers – memórias

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37 – Luiz Gonzaga Rodrigues

CADEIRA Nº 37 1º SUCESSOR: LUIZ GONZAGA RODRIGUES Patrono: Allyrio Meira Wanderley (1906-1955) Fundador: Eduardo Martins da Silva (1918-1991) 1º Sucessor: Luiz Gonzaga Rodrigues (atual ocupante) 1º Sucessor: Luiz Gonzaga Rodrigues (atual ocupante) Ocupação: Jornalista e escritor Eleito: 30/08/1991 Posse: 27/08/1993 Saudação: Luiz Augusto da Franca Crispim BIOGRAFIA Luiz Gonzaga Rodrigues nasceu em 21 de junho de 1933, na cidade de Alagoa Nova, Estado da Paraíba; filho do casal Manuel Avelino Rodrigues e D. Antonina Freire Rodrigues. É casado com a senhora Edite Maria do Nascimento Rodrigues, de cuja união nasceram cinco filhos: Gustavo, Graciele, Fabiano, Dinah e Luz Cibele.Iniciou o curso primário no Grupo Escolar Professor Cardoso, em Alagoa Nova, vindo concluir em Campina Grande, no Colégio Diocesano Pio XI e começando o ginasial, que veio concluir na capital do Estado, no Lyceu Paraibano. Ingressou no Jornal O Norte, através do jornalista José Leal, como revisor, passando a redator e, em seguida a editor, estas mesmas funções ele exerceu no Jornal A União, chegando a Diretor Técnico. Colaborou como cronista nos jornais O Norte, A União e no Correio da Paraíba; atualmente, escreve as suas crônicas no Jornal O Norte. Gonzaga Rodrigues foi Secretário de Comunicação Social do Estado; Presidente da Associação Paraibana de Imprensa; coordenou, com o escritor José Octávio de Arruda Mello, o livro Capítulos de História da Paraíba é citado em verbete no Dicionário de Literatura Brasileira, editado pelo MEC. Assumiu a Cadeira da APL, em 27 de agosto de 1993, recepcionado pelo acadêmico Luiz Augusto da Franca Crispim. Publicou: Notas do meu lugar (crônicas 1979); Um sítio que anda comigo (crônicas), 1983; Filipéia e outrassaudades; Parahyba, a cidade, o rio e o mar (álbum); José Maria dos Santos (ensaio biográfico – Coleção Nomes do século, A União, 2000). Realizou palestra sobre Juarez Batista na Academia Paraibana de Letras. No ano de 2001, foi agraciado pela TV TAMBAÚ, com o titulo de PERSONALIDADE VIP DO ANO. PUBLICAÇÕES Discurso: Sessão comemorativa dos sessenta e seis anos da APL Discurso saudando o Acadêmico Antônio Olinto. Prêmio ao testemunho Notas do meu olhar  Um sítio que anda comigo  Filipéia e outras saudades – crônicas  Paraíba – Nomes do século – José Maria dos Santos – Nº 42 COSIBRA – Um fio entre dois mundos – Cosibra 50 anos  COSIBRA – Two words intertwined – Cosibra PONSA – O Nordeste posto à prova1 Café Alvear: ponto de encontro perdido   José Maranhão: uma vida de coerência  Retrato de memória e outras histórias  Retrato de memória  100 anos sem medo: centenário de Pedro Gondim Os 100 anos de Ivan Bichara: inéditos  Com os olhos no chão

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38 – Luiz Nunes

CADEIRA Nº 38 2º SUCESSOR: LUIZ NUNES ALVES Patrono: Américo Augusto de Souza Falcão (1880-1942) Fundador: Nelson Lustoza Cabral (1900-1981) 1º Sucessor: José Cavalcanti (1918-1994) 2º Sucessor: Luiz Nunes Alves (atual ocupante) 2º Sucessor: Luiz Nunes Alves (atual ocupante) Ocupação: Professor e cordelista Eleito: 03/03/1995 Posse: 20/07/1995 Saudação: Flávio Sátyro Fernandes BIOGRAFIA Luiz Nunes Alves nasceu no município de água Branca, em 16 de abril de 1934, filho de Antônio Alves da Silva e D. Marta Nunes de Souza; casado com D. Maria Bernadeth Baptista Alves e tem três filhas: Ana Márcia, Márcia Neves e Marta Bernadeth. Fez o curso primário no Grupo Escolar José Nominando, na sua terra natal, o Ginasial, Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho, em Princesa Isabel, e o secundário. No Liceu Paraibano. Bacharelo-se em Direito pela Universidade Federal da Paraíba. Tem curso de aperfeiçoamento em Agente de Crédito Cooperativo, em 1960, em Fortaleza (CE), e curso de assistente Jurídico, em 1969, também em Fortaleza, promovidos pelo Banco do Nordeste do Brasil. Funcionário da Receita Federal; exerceu o cargo de Coletor Federal, em Princesa Isabel, de maio de 1960 a fevereiro de 1962, quando passou a prestar serviços no Banco do Nordeste, em João Pessoa. Ingressou no serviço público estadual, como Caixa de Crédito Imobiliário da Paraíba(1957/60), foi diretor do Departamento de Crédito Cooperativo (1967/68); Secretário do Planejamento (1970/71). Em 11 de março de 1971, foi empossado no cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, período 1973/75, chegando á Vice-Presidência, no período seguinte, tendo sido eleito Presidente, exercendo a função por mais duas vezes.Participou de Congressos de Tribunais de Contas do Brasil, realizados a partir de 1973, tendo a oportunidade de presidir o 7° Congresso realizado em João Pessoa, no ano de 1975. É professor de Ciências das Finanças e de Direito Financeiro da UFPB. E da UNIPÊ. Eventualmente, ministra aulas na Escola Superior de Magistratura. Amante das letras, escolheu a literatura de cordel como área de estudo, à qual dedica o seu tempo, pesquisando e produzindo trabalhos com muita criatividade e segurança, usando sempre o pseudônimo de Severino Sertanejo. Seus livros têm grande aceitação entre os apreciadores e estudiosos do cordel, tendo recebido elogios de personalidades consagradas no meio intelectual nacional, a exemplo de José Américo de Almeida, Orégenes Lessa, Carlos Drumond de Andrade, Câmara Cascudo, D. José Maria Pires e o jurista Limongi França, de São Paulo, entre outros nomes.É sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, foi agraciado com a Comenda do Mérito Cultural José Maria dos Santos, intitulada pela entidade; sócio do Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica; membro efetivo do Colégio Brasileiro de das Faculdades de Direito; 2° Vice-Presidente da Fundação Rui Barbosa(São Paulo); membro efetivo das Academias Municipais do Brasil, com sede em São Paulo; assumiu a sua Cadeira na Academia Paraibana de Letras, em 20 de julho de 1975, recepcionado pelo acadêmico Flávio Sátiro.  PUBLICAÇÕES História da Paraíba em verso A vida de Delmiro Gouveia em verso Inácio da Catingueira, o gênio escravo Copa 94 Coisas da minha sala

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39 – Sérgio de Castro Pinto

CADEIRA Nº 39 3º SUCESSOR: SÉRGIO DE CASTRO PINTO Patrono: José Lins do Rego Cavalcanti (1901-1957) Fundador: Luciano Ribeiro de Morais (1908-1966) 1º Sucessor: Juarez da Gama Batista (1927-1981) 2º Sucessor: José Edilberto Coutinho (1938-1995) 3º Sucessor: Sérgio Martinho Aquino de Castro Pinto (atual ocupante) 3º Sucessor: Sérgio Martinho Aquino de Castro Pinto (atual ocupante) Ocupação: Professor, jornalista e poeta Eleito: 24/11/1995 Posse: 05/07/1996 Saudação: Wellington Aguiar BIOGRAFIA Sérgio Martinho Aquino de Castro Pinto nasceu em João Pessoa, capital do Estado da Paraíba, em 25 de abril de 1947; filho do casal Petrônio de Castro Pinto e D.Mercedes Aquino de Castro Pinto, é casado com a professora Alda Lúcia de Castro Pinto e tem três filhos: Maria Cecília, Maria Carolina e Sérgio Rodrigo. Sérgio é formado em Direito pela Universidade Federal da Paraíba, com Mestrado e Doutorado em Literatura Brasileira, defendeu tese sobre Manuel Bandeira e Mário Quintana; é professor universitário, escritor e poeta. Colabora nos jornais da capital; exerceu as funções: editor do Correio das Artes,suplemento literário do Jornal A União; Coordenador do Departamento de Literatura da extinta Secretaria de Cultura; Subsecretário de Cultura do Estado da Paraíba.; Membro do Conselho Estadual de Cultura. Participou de várias antologias, destacando-se: Sincretismo: a poesia da geração 60, organizada por Pedro Lyra, Rio de Janeiro: 1995; Receitas de criar e cozinhar, organizada por Patrícia Bins &Dileta Silveira Martins, Rio de Janeiro: Bertrand, 1998; As árvores e seus cantores, organizada por Sérgio Faraco e Maria do Carmo Conceição Sanchotene e Antologia de poetas brasileiros, organizada por Mariazinha Congilio. Recebeu os Prêmios: 1ª lugar do Concurso de Contos Seráphico da Nóbrega, promovido pelo Diretório Acadêmico da Faculdade de Direto da UFPB, em 1967; 2ª lugar do Concurso Nacional de Contos (categoria estreante), promovido pelo Governo do Estado do Paraná, 1972; 1ª lugar do Concurso Mensal de Poesia, promovido pela Revista Escrita, São Paulo, 1973; 1ª lugar do II Festival de Poesia Falada de Campos de Goytacazes, Rio de Janeiro, 2000. Assumiu a sua Cadeira na APL, em 05 de julho de 1996, recepcionado pelo acadêmico Wellington Aguiar. PUBLICAÇÕES Gestos lúcidos A ilha na ostra Domicílio em trânsito O cerco da memória A quatro mãos Longe daqui, aqui mesmo Os paralelos insólitos A flor do gol (folha corrida poemas escolhidos) Brando fogo das palavras O Cristal dos verões  Zoo Imaginário Longe, aqui mesmo: a poética de Mário Quintana 

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40 – Milton Marques

CADEIRA Nº 40 2º SUCESSOR: MILTON MARQUES JÚNIOR Patrono: Cândido Firmino de Mello Leitão (1886-1948) Fundador: Lauro Pires Xavier (1905-1991) 1º Sucessor: Antônio de Souza Sobrinho (1939-2019) 2º Sucessor: Milton Marques Júnior (atual ocupante) 2º Sucessor: Milton Marques Júnior (atual ocupante) Ocupação: Professor Eleito: 17/01/2020 Posse: 13/03/2020 Saudação: Ângela Bezerra de Castro BIOGRAFIA Professor por 44 anos, dos quais 36 dedicou ao magistério superior na Universidade Federal da Paraíba, de que se aposentou em 2022, como professor titular do Curso de Letras Clássicas do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, tendo, no período de 2000 a 2002, ministrado aulas, como professor associado, na Universidade de Nanterre — Paris X. Mestre (1990) e Doutor (1995) em Letras, pela UFPB. Autor de mais de vinte livros publicados, dentre os quais destacam-se cinco volumes do Dicionário da Eneida de Virgílio; sua tese de doutorado sobre Aluísio de Azevedo — Da Ilha de São Luís aos refolhos de Botafogo; um livro de poemas satírico-irônicos, Epigrammaton; um estudo e tradução sobre um hino latino do século II. d.C., Peruigilium Veneris: uma sagração erótica à primavera, e, mais recentemente, Pandemia e pandêmia: o clássico no cotidiano, e Homero na sala de aula, Milton Marques Junior assina a coluna Scholia, no Correio das Artes, suplemento literário do jornal A União, é colaborador assíduo do Ambiente de Leitura Carlos Romero, onde já publicou mais de 200 artigos, colaborando, ainda, com o blog MaisPB. Atualmente, está escrevendo o livro Um léxico crítico para Augusto dos Anjos, com previsão de publicação em 2024. PUBLICAÇÕES Plaquete – Anchieta, doutrina e poesia  Um poeta entre o amor e a revolução – Um estudo das epígrafes e das leituras francesas de Castro Alves  Da ilha de São Luis aos refolhos de botafogo  O Ser e o fazer na obra ficcional de Lins do Rego  O Clássico na Marília de Dirceu  Bento Teixeira: prosopopéia  Dicionário da Eneida – De Virgílio – Livro I Dicionário da Eneida – Narrativa de Eneias: a destruição de troia – Livro II Dicionário da Eneida – As errâncias de de Eneias – Livro III Dicionário da Eneida – O Amor funesto de Dido e Eneias – Livro IV Virgilio – Eneida – Canto IV – A morte de DIdo  Museu Hero e Leandro  Colutos: O rapto de Helena  Dois textos fundadores do nativismo brasileiro  O Teatro da morte, da humilhação e da dor: análise e tradução do canto XXII da ILÍADA, de Homero  Epigrammaton Fundamentos da literatura no Brasil: o século XVI  Estudos de literatura brasileira – a literatura no século XIX Estudos de literatura brasileira – A poesia satírica de Gregório de Matos  Introdução aos estudos clássicos  Quem manda no engenho? (José Lins do Rego na sala de aula) Literatura brasileira – Era colonial (1500-1808/36)  Pandemia e pandemia: o clássico do cotidiano  Poetas da Abolição Conferencia realizada a 13 de aio de 1921, no Liceu Paraibano, a convite do Grêmio 24 de março. Organizadores: Astenio Cesar Fernandes e Milton Marques Júnior Ei-lo pulando de uma casa para outra, nas ruas da Capital: um roteiro de Augusto dos Anjos, nas ruas da Paraíba

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