Nº 26 – (3º SUCESSOR) ANTÔNIO JUAREZ FARIAS

CADEIRA Nº 26 3º SUCESSOR: ANTÔNIO JUAREZ FARIAS Patrono: Pe. Inácio de Souza Rolim (1800-1889) Fundador: Mathias da Silva Freire (1882-1947) 1º Sucessor: Mons. Pedro Anísio Bezerra Dantas (1883-1979) 2º Sucessor: Tarcísio de Miranda Burity (1938-2003) 3º Sucessor: Antônio Juarez Farias (1933-2021) 4º Sucessor: Manoel Hélder de Moura Dantas (atual ocupante) 3º Sucessor: Antônio Juarez Farias (1933-2021) Ocupação: Advogado, economista e escritor Eleito: 11/12/2003 Posse: 04/06/2004 Saudação: Luiz Nunes Alves BIOGRAFIA Antônio Juarez Farias nasceu no dia 23 de março de 1933, em Cabaceiras. Foi casado com Maria das Neves Lima de Farias, de cuja união nasceram os filhos João Manoel, Guilherme Ewerton, Antônio e Celina Maria; e os netos João Gabriel e Mariana Lima. Fez o curso primário no Grupo Escolar Alcides Bezerra, em sua cidade natal; o secundário no Colégio Pio XI, em Campina Grande; no Colégio Estadual da Prata; no Colégio Estadual do Ceará, em Fortaleza; e, por fim, no Colégio Carneiro Leão, em Recife. Concluiu os bacharelados em Economia pela Escola de Economia da Sociedade Universitária de Ensino Superior e Comercial do Rio de Janeiro, em 1961, e em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco, em 1965. Antes, havia realizado os cursos de Projetos, em 1957, promovido pelo Banco do Nordeste do Brasil e pela Organização das Nações Unidas, e de Programação do Desenvolvimento Econômico, em 1959, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e pela Comissão Econômica para a América Latina da ONU. Tornou-se economista de renome, diplomado no tempo em que as faculdades de economia formavam poucos profissionais. Juarez ajudou Celso Furtado na pioneira tarefa de construir a SUDENE. Exerceu relevantes funções de destaque durante sua competente vida pública. Iniciou a labuta cedo: em 1943, já era auxiliar do 2º Cartório da Comarca de Cabaceiras. Depois, exerceu as funções de auxiliar e gerente do Cartório do 3º Ofício da Comarca de Campina Grande; assistente da gerência da Fábrica de Mosaico Borborema; auxiliar técnico do escritório de advocacia de Aluízio Campos e Cláudio Agra Porto; escrevente do Cartório do 3º Ofício da Comarca de Campina Grande; auxiliar de escritório do BNB; e técnico em desenvolvimento econômico do BNB, em Fortaleza. Em 1957, já no Rio de Janeiro, foi assistente da Diretoria de Indústrias Básicas do BNDE; coordenador da meta de petróleo do Programa de Metas do Governo Federal; membro da equipe do Conselho Nacional de Desenvolvimento e Coordenação Econômica; consultor técnico da Companhia de Indústria do Estado da Paraíba; vice-governador e governador em exercício, em 1970 e 1971. Antônio Juarez continuou sua carreira e ocupou muitos outros cargos de relevo. Em 2003, foi nomeado secretário-executivo da Comissão de Implementação do Programa de Reforma do Estado. Apesar das múltiplas atribuições, o economista ainda se dedicou ao magistério, lecionando as disciplinas Teoria do Desenvolvimento Econômico e Elaboração e Avaliação de Projetos, ambas na Universidade Católica de Pernambuco. Sua atuação o fez receber títulos e honrarias, tais como: menção por serviços relevantes ao País, outorgada pelo Presidente Jânio Quadros, em 1961; Diploma de Honra ao Mérito Municipal, pela Câmara de Vereadores de Campina Grande, em 1987; Cidadão Campinense; Medalha Cunha Pedrosa, do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, órgão ao qual pertenceu e que presidiu; diploma de Honra ao Mérito e Medalha Epitácio Pessoa, pela Assembleia Legislativa, em 1995; Medalha do Mérito Universitário, pelo Centro Universitário de João Pessoa, em 2001; Cidadão Pessoense; Medalha José Américo, pela Fundação Casa de José Américo. Juarez Farias foi sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Campina Grande. Além disso, tornou-se membro efetivo da Academia Paraibana de Letras, em 04 de junho de 2004, ao assumir a Cadeira nº 39, vindo a ser Presidente da mesma instituição por dois mandatos (2006-2008; 2008-2010). Faleceu em 08 de março de 2021. PUBLICAÇÕES Posições e Posicionamentos
33 – Damião Ramos

CADEIRA Nº 33 2º SUCESSOR: DAMIÃO RAMOS CAVALCANTI Patrono: João Pereira de Castro Pinto (1863-1944) Fundador: Samuel Vital Duarte (1904-1979) 1º Sucessor: Francisco Pereira da Nóbrega (1928-2007) 2º Sucessor: Damião Ramos Cavalcanti (atual ocupante) 2º Sucessor: Damião Ramos Cavalcanti (atual ocupante) Ocupação: Professor e advogado Eleito: 10/07/2007 Posse: 15/10/2007 Saudação: José Loureiro Lopes BIOGRAFIA Damião Ramos Cavalcanti, nascido na cidade de Pilar – PB, terra do escritor e romancista José Lins do Rego. Passou parte da sua infância em Itabaiana, quando, com seus 11 anos, foi estudar na cidade de João Pessoa, onde reside até hoje é cidadão itabaianense, título outorgado pela Câmara Municipal daquela cidade. Em 1966, viajou à Itália, onde, em Roma, realizou seus estudos de graduação e pós-graduação em Filosofia; em Paris, posgraduou-se em Sociologia da Educação pela Sorbonne, de 1978 a 1983. Professor da Universidade Federal da Paraíba, desde 1973, onde prestou uma larga folha de serviço como docente e dirigente. Participou da criação da UEPB em Guarabira, da UNIPÊ e da FESP em João Pessoa. Hoje, dedica-se a escrever seus livros, como membro da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB; da Academia Paraibana de Letras – APL, ocupante da cadeira nº 33, que teve como patrono João Pereira de Castro Pinto, tendo sucedido os escritores Samuel Vital Duarte e Francisco Pereira da Nóbrega. Tomou posse no dia 15 de outubro de 2007. Apos quatro anos de sua posse é eleito Presidente da ‘Casa da Cultura Paraibana’ . Presidindo a instituição em seu quarto mandato. É da Academia Paraibana de Cinema – APC; da Associação Paraibana de Imprensa – API e da Academia Paraibana de Filosofia – APF. Presidiu a Fundação Casa de José Américo – no período de 03 abril de 2014 a 31 de dezembro de 2018. É advogado, escritor, poeta e cronista. PUBLICAÇÕES Aspectos culturais e políticos da pena de morte Discursos de lá méthode et lá pensée cartesienne Teoria hegeliana da história A educação sistêmica: criatividade e valorização da pessoa Herói e anti-herói nos manuais da história Memórias da FUNESC Ausência do tempo
31 – Ângela Bezerra

CADEIRA Nº 31 3ª SUCESSORA: ÂNGELA BEZERRA DE CASTRO Patrono: Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa (1865-1942) Fundador: Pe. Francisco Lima (1904-1972) 1º Sucessor: Oswaldo Trigueiro de Albuquerque Melo (1905-1989) 2º Sucessor: Geraldo Magela Cantalice (1921-1996) 3ª Sucessora: Ângela Maria Bezerra de Castro (atual ocupante) 3ª Sucessora: Ângela Maria Bezerra de Castro (atual ocupante) Ocupação: Professora Eleito: 19/12/1996 Posse: 01/10/1999 Saudação: Odilon Ribeiro Coutinho BIOGRAFIA Ângela Bezerra de Castro nasceu na cidade de Bananeiras, em 1º de outubro de 1942. Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal da Paraíba, na turma de 1966. Também se licenciou em Letras Vernáculas pela Universidade Federal da Paraíba, em 1970. Posteriormente, especializou-se em educação, pelo Centro de Estudos de Pessoal, no Rio de Janeiro, e concluiu mestrado em Letras pelo Pontifícia Universidade Católica, em 1976. Defendeu seu doutorado na Universidade Federal do Rio de Janeiro, no ano de 1982. No exercício do magistério, lecionou português e literatura brasileira no Colégio Estadual, no Instituto de Educação da Paraíba, na Escola Técnica Federal da Paraíba. Foi nomeada Superintendente da Escola de Serviços Público do Estado da Paraíba e membro do Conselho Estadual de Cultura. Por sua qualidade literária, ganhou o prêmio José Américo de Literatura, em 1987, no Centenário de José Américo de Almeida; a medalha Augusto dos Anjos, outorgada pelo Governo do Estado, em 1985; e a comenda do Mérito de Serviço Literário da Academia Paraibana de Letras, e1966. Ingressou na Academia Paraibana de Letras em 1º de outubro de 1999. PUBLICAÇÕES Releitura de A Bagaceira: uma aprendizagem de desaprender Coletânea de Autores Paraibanos José Lins do Rego – Fortuna Crítica Um Certo Modo de Ler Ao Sabor do Diálogo
Nº 09 – (1º SUCESSOR) MANUEL BATISTA DE MEDEIROS

CADEIRA Nº 09 1º SUCESSOR: MANOEL BATISTA DE MEDEIROS Patrono: Antônio Gomes de Arruda Barreto (1857-1909) Fundador: Antônio da Rocha Barreto (1882-1958) 1º Sucessor: Manoel Batista de Medeiros (1924-2026) 1º Sucessor: Manoel Batista de Medeiros (1924-2026) Ocupação: Jornalista e Procurador de Justiça Eleito: 14/09/1984 Posse: 26/09/1985 Saudação: Afonso Pereira da Silva BIOGRAFIA Manoel Batista de Medeiros nasceu aos 27 dias do mês de julho do ano de 1924, na cidade de Bananeiras, Estado da Paraíba, tendo falecido no dia 21 de maio de 2026, em João Pessoa. Formado em Letras Neolatinas e em Direito pela Universidade Federal da Paraíba é Professor, escritor, advogado e jornalista profissional. Sua Ordenação Sacerdotal ocorreu no dia 08 de dezembro de 1950 e liberado por Rescrito exarado pelo Papa Paulo VI em maio de 1970, a seu pedido. É filho de João Batista Moreira e D. Maria Batista de Medeiros; foi casado com a professora Vera Lúcia de Azevedo Medeiros, nascendo da união: Emmanuel, Gibran e Luciana. Fez o curso primário na Escola Pública do município de Serraria e o secundário no Seminário Arquidiocesano da Paraíba. Manuel Batista foi vigário na Paróquia de São Miguel de Taipu e celebrava missa, mensalmente, na capela do Engenho Itapuá que pertencia a D. Maria Lins Vieira de Melo, a Maria Menina, mãe de criação do escritor José Lins do Rêgo, mantendo, com esta senhora, diálogo sobre a vida do escritor, tendo sido abordados fatos pitorescos da infância do romancista, cujo texto está inserido no livro José Lins do Rêgo – O homem e a obra, da autoria do acadêmico Eduardo Martins. Foi, também, capelão do Orfanato D. Ulrico, do Centro de Recuperação Bom Pastor, dos Colégios Sagrada Família e Pio X , e da Igreja das Mercês, em João Pessoa. O Dr. Batista dedicou-se ao magistério, exercendo as atividades: Professor Adjunto, por concurso público, da UFPB, lecionando Prática de Ensino em Português e de Literatura Portuguesa; Professor fundador da Cadeira de Direito Civil, da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais da UNIPÊ; Professor de Prática de Ensino de Sociologia da Faculdade de Educação da UFPB.; Professor Catedrático de Latim do Lyceu Paraibano ; Professor de Latim e de Português do Seminário da Paraíba; Professor de História Eclesiástica Primitiva e de Direito Canônico do Seminário Maior da Paraíba. Além de professor, exerceu outras atividades na área educacional, como: fundador e primeiro Reitor da Universidade Autônoma de João Pessoa, a atual UNIPÊ; membro da Comissão de Folclore da UFPB.; Membro do Conselho Universitário da UFPB.; Chefe do Departamento de Metodologia Pedagógica da UFPB.; participante de bancas examinadoras de concursos públicos e de vestibulares; Membro do Conselho Executivo da UNIPÊ. No campo jurídico, o Dr. Manuel Batista destacou-se nas funções de Advogado e Assessor da Presidência da SAELPA; Procurador Jurídico da UNIPÊ; Diretor de Departamento de Assistência ao Menor (1963/1967); Procurador Jurídico do Estado, ocupando a Procuradoria Geral, quando se aposentou. Jornalista profissional, escreve nos principais jornais da capital e em revistas especializadas. Foi diretor-presidente da Rádio Arapuan, Diretor Comercial do Jornal A IMPRENSA; Diretor-Presidente da Gráfica A IMPRENSA; integrante, juntamente com Virginius da Gama e Melo e Juarez Batista, do corpo editorial da Revista da FAFI. Exerceu, ainda, outros cargos importantes, dentre os quais destacamos: Secretário do Interior e Justiça; Membro-fundador da Academia Paraibana de Letras Jurídicas; Juiz Eclesiástico da Arquidiocese da Paraíba. É membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, Advogado autônomo; Membro Honorário do Instituto Histórico e Geográfico de Campina Grande, Rádio-Amador – PR-7-BTG. Recebeu as Comendas Ad Immortalitatem e Mérito de Serviço Cultural, da Academia Paraibana de Letras e a Comenda José Maria dos Santos, do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano; recebeu a Medalha Diploma de Colaborador Emérito do Exército Nacional, do IV Exército – Recife (PE). Elegeu-se membro da Academia Paraibana de Letras, em 1984, tomando posse no dia 26 de setembro do ano seguinte., sendo recepcionado pelo acadêmico Afonso Pereira. Ocupou a Vice-Presidência, no período de 1986 a 1989, na gestão do Presidente Luiz Augusto Crispim e, pelo seu dinamismo e capacidade de trabalho foi eleito Presidente da Instituição, cumprindo um mandato de dois anos, sendo reeleito para mais um biênio. O início da sua primeira gestão coincidiu com o final do governo Burity, mesmo assim, foi realizado um convênio entre a APL e Governo do Estado que destinou à entidade recursos suficientes para a restauração da sede, que além da reparação da estrutura física do prédio, incluiu a aquisição de mobiliário e equipamentos necessários ao desenvolvimento dos trabalhos acadêmicos. Dr. Manuel Batista idealizou e implantou, com a aprovação dos membros da Casa, o JARDIM DE ACADEMUS, local reservado à exposição de estátuas dos representantes mais expressivos na nossa literatura, tendo sido iniciado com os nomes de Coriolano de Medeiros, Augusto dos Anjos, José Américo de Almeida, Alcides Carneiro, José Lins do Rêgo, Assis Chateaubriand e Virginius da Gama e Melo; ainda na sua primeira administração foi editada a 1ª edição do Memorial Acadêmico. Homem de princípios religiosos, Dr. Manuel Batista caracteriza-se pela autenticidade, demonstrando na área profissional muito senso administrativo, encontrando sempre uma maneira diplomática de apresentar as suas ideias. Imparcial, age sempre com justiça e autoridade mas, sem autoritarismo; não tendo envolvimento político desfruta de um bom conceito no meio em que convive, tanto no profissional como no social. PUBLICAÇÕES Ideias, Pessoas e Coisas Crônicas de quase crítica Acadêmicas Paraibanos na Academia Brasileira de Letras Crônica reunida ou prolegômenos da Universidade Federal da Paraíba (no prelo) O IPÊ – a verdadeira história do seu começo.
07 – Ramalho Leite

CADEIRA Nº 07 3º SUCESSOR: SEVERINO RAMALHO LEITE Patrono: Artur Achiles dos Santos (1864-1916) Fundador: João Rodrigues Coriolano de Medeiros (1875-1974) 1º Sucessor: Maurílio Augusto de Almeida (1926-1998) 2º Sucessor: Dorgival Terceiro Neto (1932-2013) 3º Sucessor: Severino Ramalho Leite (atual ocupante) 3º Sucessor: Severino Ramalho Leite (atual ocupante) Ocupação: Jornalista, Advogado, Promotor e Procurador do Estado Eleito: 18/10/2013 Posse: 06/12/2013 Saudação: Antônio Juarez Farias BIOGRAFIA SEVERINO RAMALHO LEITE: Nasceu no antigo Distrito de Borborema (então pertencente ao município de Bananeiras), Estado da Paraíba, no dia 06 de outubro de 1943. É filho de Arlindo Rodrigues Ramalho e de Maria Eurídice Leite Ramalho. Iniciou sua formação básica no Rio Grande do Norte, onde realizou os estudos primários no Ginásio de Natal, concluídos no ano de 1955, e o curso ginasial no Colégio Sete de Setembro, finalizado em 1959, na capital potiguar. De volta à terra natal, fixou residência em João Pessoa e ingressou no tradicional Lyceu Paraibano, instituição pela qual concluiu o Curso Clássico no ano de 1962. Orientando sua vocação para a ciência jurídica, matriculou-se na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), obtendo o grau de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais no ano de 1967. Homem de sólidos pendores doutrinários, aprofundou seus estudos acadêmicos ao realizar pós-graduação em Direito Constitucional pela própria UFPB, em 1980, oportunidade em que defendeu a tese intitulada A Constituição de 1967 à Luz da Doutrina do Poder Constituinte. Jurista de reconhecido tirocínio técnico e vasta folha de serviços prestados à administração, consolidou uma respeitável carreira funcional no Estado. Aprovado em rigorosos concursos públicos de provas e títulos, exerceu com retidão as investiduras de Promotor de Justiça da comarca de Belém e de Procurador do Estado da Paraíba. No âmbito da consultoria e da representação judicial, atuou com destaque como procurador técnico de diversas Secretarias de Estado e do Poder Legislativo paraibano. Na gestão municipal na capital, deu sua contribuição ao desenvolvimento socioeconômico ao assumir a pasta de Secretário de Turismo da cidade de João Pessoa. Na advocacia privada, notabilizou-se por uma atuação enérgica e combativa nas áreas cível e criminal, tornando-se uma referência no patrocínio jurídico e na defesa de dezenas de Prefeituras e Câmaras Municipais junto ao Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB). Sua trajetória como agente político confunde-se com a própria emancipação e história de sua região. Iniciou a vida parlamentar no plano municipal, elegendo-se Vereador e alcançando a chefia do Legislativo como Presidente da Câmara Municipal de Borborema. Seu carisma e liderança regional conduziram-no à Assembleia Legislativa da Paraíba, onde representou o povo paraibano como Deputado Estadual em quatro legislaturas (9ª Legislatura, de 1975 a 1979; 10ª Legislatura, no período de 1979 a 1980; 11ª Legislatura, de 1983 a 1987; e 12ª Legislatura, de 1987 a 1991), destacando-se na tribuna por sua eloquência e rigor no debate das leis. No cenário político federal, alcançou a primeira suplência na bancada de seu estado, assumindo o mandato de Deputado Federal no Congresso Nacional entre os anos de 1992 e 1993. Paralelamente às lides partidárias e jurídicas, Severino Ramalho Leite exerceu um papel pioneiro e benemérito na instrução pública, figurando como fundador e Diretor do Colégio Comercial de Borborema. No magistério de nível médio, regeu com brilho as disciplinas de Organização Social e Política do Brasil (OSPB) no Colégio Estadual de Bananeiras, e de História Geral e do Brasil nas salas de aula do Colégio Assis Chateaubriand (referido como Assis Vidal) em João Pessoa. No campo das letras e da comunicação, consagrou-se como jornalista de fino trato e escritor de verve aguçada. Atuou como Diretor-Superintendente do jornal oficial A União, imprensa de cuja história se tornou parte indissociável e onde manteve, por longos anos, uma concorrida e influente coluna semanal de análise política e crônica literária. Sua profícua dedicação às instituições e à cultura paraibana valeu-lhe o reconhecimento de corporações civis, militares e políticas, sendo agraciado com destacadas comendas: a Medalha do Mérito Coronel Elísio Sobreira, outorgada pela Polícia Militar da Paraíba em 2004; a Medalha Homero Leal, concedida pela Associação dos Procuradores do Estado da Paraíba (ASPEP) no ano de 2006; e a Medalha Escritor Sinésio Guimarães, conferida pela Câmara Municipal de Bananeiras em 2012. Ensaísta rigoroso e memorialista atento às transformações sociais de seu tempo, sua eleição para os quadros representativos das letras estaduais coroou uma existência inteiramente voltada ao culto da inteligência, do Direito e da salvaguarda da memória histórica e cultural da Paraíba. PUBLICAÇÕES A botija de Camucá e outros assuntos aleatórios O poder de bom humor Gente do passado, fatos do presente Arlindo Ramalho: a candeia espivitada Dá licença: um aparte Nos espelhos do palácio Ramalho Leite em prosa e no verso – Mais histórias do folclore político da Paraíba Vendedor de Calúnias A história como eu conto Era o que eu tinha a dizer Pequenas histórias para quem tem preguiça de ler as grandes
Nº 37 – (1º SUCESSOR) LUIZ GONZAGA RODRIGUES
Luís GONZAGA RODRIGUES: Nasceu em 21 de junho de 1933, na cidade de Alagoa Nova, Estado da Paraíba; filho do casal Manuel Avelino Rodrigues e D. Antonina Freire Rodrigues. É casado com a senhora Edite Maria do Nascimento Rodrigues, de cuja união nasceram cinco filhos: Gustavo, Graciele, Fabiano, Dinah e Luz Cibele.Iniciou o curso primário no Grupo Escolar Professor Cardoso, em Alagoa Nova, vindo concluir em Campina Grande, no Colégio Diocesano Pio XI e começando o ginasial, que veio concluir na capital do Estado, no Lyceu Paraibano. Ingressou no Jornal O Norte, através do jornalista José Leal, como revisor, passando a redator e, em seguida a editor, estas mesmas funções ele exerceu no Jornal A União, chegando a Diretor Técnico. Colaborou como cronista nos jornais O Norte, A União e no Correio da Paraíba; atualmente, escreve as suas crônicas no Jornal O Norte. Gonzaga Rodrigues foi Secretário de Comunicação Social do Estado; Presidente da Associação Paraibana de Imprensa; coordenou, com o escritor José Octávio de Arruda Mello, o livroCapítulos de História da Paraíba é citado em verbete no Dicionário de Literatura Brasileira, editado pelo MEC. Assumiu a Cadeira da APL, em 27 de agosto de 1993, recepcionado pelo acadêmico Luiz Augusto da Franca Crispim. Publicou: Notas do meu lugar (crônicas 1979); Um sítio que anda comigo (crônicas), 1983; Filipéia e outrassaudades; Parahyba, a cidade, o rio e o mar (Álbum); José Maria dos Santos(ensaio biográfico –Coleção Nomes do século, A União, 2000). Realizou palestra sobre Juarez Batista na Academia Paraibana de Letras. Neste ano de 2001, foi agraciado pela TV TAMBAÚ, com o titulo de PERSONALIDADE VIP DO ANO. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: Arquivo da APL. Informações do acadêmico.
Nº 29 – (1º SUCESSOR) AFONSO PEREIRA DA SILVA

CADEIRA Nº 29 1º SUCESSOR: AFONSO PEREIRA DA SILVA Patrono: José Rodrigues de Carvalho (1867-1935) Fundador: Manuel Otaviano de Moura Lima (1880-1960) 1º Sucessor: Afonso Pereira da Silva (1917-2008) 2º Sucessor: Carlos Antônio Aranha de Macêdo (1946-2024) 3º Sucessor: Renato César Carneiro (atual ocupante) 1º Sucessor: Afonso Pereira da Silva (1917-2008) Ocupação: Político (Deputado Estadual) e professor Eleito: 24/04/1965 Posse: 21/06/1966 Saudação: Clóvis dos Santos Lima BIOGRAFIA AFONSO PEREIRA DA SILVA: Nasceu no município de Bonito de Santa Fé, Estado da Paraíba, em 30 de outubro de 1917, e faleceu em João Pessoa, no dia 21 de junho de 2008. Era filho de José Pereira da Silva e de D. Cherubina Pereira da Silva. Foi casado com a senhora Clemilde Torres Pereira da Silva. Oriundo de uma tradicional família católica, realizou seus estudos secundários no Seminário Apostólico São Pedro Gonçalves, na capital paraibana, e no Colégio Franciscano de Rio Negro, no Estado do Paraná, educandários onde adquiriu uma sólida e humanística base cultural alicerçada em princípios cristãos. Graduou-se em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) no ano de 1948, buscando continuamente o aperfeiçoamento por meio de extensões nas áreas jurídica e pedagógica. Humanista e políglota de rara erudição, construiu uma das mais polivalentes e impressionantes trajetórias intelectuais e docentes do estado. No magistério, regeu cátedras de impressionante amplitude teórica e linguística, lecionando Alemão, Francês, Latim, Grego, Português, Geografia, Ciências Naturais, Direito Autoral, Direito Romano e Pesquisa Social. Atuou no tradicional Lyceu Paraibano e foi professor e diretor do Instituto de Educação da Paraíba (IEP). No ensino superior e na gestão acadêmica, exerceu as funções de Diretor da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais da Universidade Autônoma de João Pessoa (Unipê) e de Diretor Substituto da Faculdade de Direito da UFPB. No cenário político e jurídico, serviu à sociedade como Deputado Estadual na Assembleia Legislativa, atuou como Juiz Substituto do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB) e foi Procurador da Santa Casa de Misericórdia da Paraíba. Sua atuação como dinâmico empreendedor cultural e educacional moldou a identidade artística da Paraíba no século XX. No campo social e pedagógico, foi o introdutor e presidente da Campanha Nacional de Escolas da Comunidade (CNEC) no estado e instituiu e presidiu a Fundação Padre Ibiapina, responsável por implantar uma vasta rede de educandários nos três níveis de ensino, sobretudo nas regiões do Sertão paraibano e no Rio Grande do Norte. No universo das artes e das letras, imortalizou-se como fundador e presidente da Sociedade de Cultura Musical; fundador do Teatro do Estudante da Paraíba, do Conservatório Paraibano de Música e da Orquestra Sinfônica da Paraíba (OSPB); além de idealizador e primeiro presidente da Associação de Cultura Franco-Brasileira (Aliança Francesa de João Pessoa). Na imprensa local, atuou como redator dos Anais Científicos – Brasil Universitário (São Paulo), correspondente de revistas nacionais e teve a honra de ser o primeiro diretor do jornal Correio da Paraíba. Sua projeção intelectual garantiu-lhe assento nas mais prestigiadas agremiações do país e do exterior, sendo membro do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP), da Academia de Letras Jurídicas, da Associação Paraibana de Imprensa (API), da Academia Internacional de Letras e sócio-honorário da Associação Norte-Riograndense de Astronomia (ANRA). Eleito membro efetivo da Academia Paraibana de Letras (APL), tomou posse solenemente em sua Cadeira no dia 21 de junho de 1966, ocasião em que foi recepcionado com o discurso de saudação do acadêmico Clóvis dos Santos Lima. No dia 20 de maio de 1978, Afonso Pereira ascendeu à Presidência da APL, sendo sucessivamente reeleito por três vezes consecutivas, cumprindo um vitorioso e histórico mandato de seis anos (1978–1984). Sua gestão operou uma profunda reforma estrutural e institucional na Casa de Coriolano de Medeiros: promoveu a restauração física e a ampliação arquitetônica do prédio-sede, abriu a Biblioteca Oficial ao público externo, organizou metodicamente os arquivos documentais e preencheu o quadro de imortais até completar, pela primeira vez, o número regulamentar de 40 cadeiras. Foi também o responsável por introduzir a tradicional e perene liturgia do “Chá Acadêmico”. Em 1981, articulou junto ao governador Tarcísio Burity a doação do imóvel de nº 37, contíguo à sede, destinado à criação do Memorial Augusto dos Anjos, projeto estruturado em sua gestão e concretizado por seu sucessor direto, o acadêmico Luiz Augusto Crispim. PUBLICAÇÕES Discurso de posse na APL Lei e justiça – uma experiência parlamentar
Nº 23 – (1º SUCESSOR) AURÉLIO MORENO DE ALBUQUERQUE
CADEIRA Nº 23 1º SUCESSOR: AURÉLIO MORENO DE ALBUQUERQUE Patrono: Theodomiro Ferreira Neves Júnior (1875-1940) Fundador: Álvaro Pereira de Carvalho (1885-1952) 1º Sucessor: Aurélio Moreno de Albuquerque (1912-1981) 2º Sucessor: Abelardo de Araújo Jurema (1914-1999) 3ª Sucessora: Mariana Cantalice Soares (1947-2010) 4º Sucessor: Paulo de Tasso Benevides Gadelha (1942-2013) 5ª Sucessora: Maria de Fátima Bezerra Cavalcanti Maranhão (atual ocupante) 1º Sucessor: Aurélio Moreno de Albuquerque (1912-1981) Ocupação: Professor e desembargador Eleito: 08/05/1971 Posse: 16/08/1973 Saudação: Juarez da Gama Batista BIOGRAFIA AURÉLIO MORENO DE ALBUQUERQUE: Nasceu na cidade de Areia, Estado da Paraíba, em 27 de novembro de 1912, e faleceu em João Pessoa, no dia 09 de julho de 1981. Era filho de Aureliano Camelo de Albuquerque e de D. Santina Moreno de Albuquerque. Foi casado com a senhora Lícia de Almeida Albuquerque, união da qual não deixou descendentes. Realizou seus estudos primários em sua terra natal com o renomado professor Leônidas Santiago, transferindo-se depois para a capital do Estado, onde frequentou o Colégio Pio X e o tradicional Lyceu Paraibano. Dotado de uma vasta inclinação para os estudos humanísticos, diplomou-se inicialmente como professor primário pela Escola Normal Oficial do Estado. Chegou a iniciar o curso de Odontologia, mas optou pelas Ciências Jurídicas, bacharelando-se em Direito pela tradicional Faculdade de Direito do Recife em 1937. Décadas mais tarde, ampliou sua sólida formação acadêmica graduando-se também nos cursos de Filosofia, História e Geografia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). No magistério, construiu uma carreira polivalente e dedicada: atuou no curso elementar na antiga localidade de Alagoa do Monteiro e foi professor e diretor do Colégio Abel da Silva, no município de Ingá. Na capital, lecionou no Colégio Estadual da Paraíba (Liceu), na Escola Industrial, na Faculdade de Ciências Econômicas e no corpo docente da UFPB. Paralelamente, seguiu uma brilhante trajetória nas carreiras jurídicas do Estado, servindo com distinção como Promotor Público nas comarcas de São José do Cariri, Bananeiras, Itabaiana, Santa Rita, Campina Grande e João Pessoa. O ápice de sua carreira jurídica deu-se em 1962, quando foi nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), corte na qual também exerceu, por duas ocasiões, a Presidência da Câmara Criminal. Como jornalista e intelectual, iniciou suas colaborações na imprensa ainda na juventude, nas páginas do periódico editado pelo Grêmio Literário 24 de Março, no Lyceu. Posteriormente, escreveu para o jornal A Imprensa e para o oficial A União, veículo onde manteve a consagrada coluna diária “Flagrantes” — espaço de crônicas e notas que, mais tarde, transferiu para as páginas dos jornais Correio da Paraíba e O Norte. Eventualmente, colaborava também com o Diário de Pernambuco, do Recife. No âmbito institucional, foi membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP) e integrou os quadros do Conselho Estadual de Cultura. Ingressou solenemente na Academia Paraibana de Letras (APL) no dia 15 de setembro de 1973, ocasião em que foi recepcionado com o discurso de saudação do acadêmico Juarez Batista. Na APL, ascendeu ao cargo de Presidente da instituição, período no qual promoveu uma profícua e dinâmica gestão administrativa, sendo sucedido no comando da casa pelo acadêmico Afonso Pereira, no ano de 1978. PUBLICAÇÕES Sobretudo um homem de bem Areia, seu passado, seu presente Justiça e vida O areiense Joaquim da Silva
Nº 17 – (1º SUCESSOR) JOACIL DE BRITO PEREIRA
CADEIRA Nº 17 1º SUCESSOR: JOACIL DE BRITO PEREIRA Patrono: Antônio Alfredo da Gama e Mello Fundador: Antônio de Aguiar Bôtto Menezes 1º Sucessor: Joacil de Brito Pereira 2º Sucessor: Marcos Cavalcanti de Albuquerque (atual ocupante) 1º Sucessor: Joacil de Britto Pereira (1932-2012) Ocupação: Advogado, professor, escritor e político (Deputado Estadual) Eleito: 08/05/1971 Posse: 15/12/1972 Saudação: Juarez da Gama Batista BIOGRAFIA JOACIL DE BRITO PEREIRA: Nasceu no dia 13 de fevereiro de 1923, na cidade de Caicó, Estado do Rio Grande do Norte, e faleceu em João Pessoa, no dia 27 de agosto de 2012. Era filho de Francisco Clementino Pereira e de D. Isabel de Brito Pereira. Foi casado com D. Neli Santiago Pereira, união da qual nasceram oito filhos: Isabel Cristina, Eitel, Joacil, Augusto Sérgio, Amneres, Francisco José, Nely e Rodrigo. No início da década de 1930, sua família deixou o Rio Grande do Norte para estabelecer-se na capital da Paraíba. Em João Pessoa, realizou o curso primário no Colégio José Bonifácio e iniciou o ginasial no Lyceu Paraibano, prosseguindo os estudos em Garanhuns (PE). De volta à capital paraibana, concluiu o ensino secundário no Lyceu, onde demonstrou forte inclinação cultural ao fundar, com alguns colegas, o Teatro do Estudante, destacando-se como diretor e ator na peça Se o Anacleto falasse, entre outras produções. Bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito do Recife em 1950, integrando a célebre “Turma do Meio Século”, da qual foi o orador oficial. Por seus méritos acadêmicos, foi contemplado com uma viagem de estudos por cinco países da Europa. Especializou-se em diversos ramos jurídicos, tais como Direito Público, Constitucional, Eleitoral, Administrativo, Fiscal e Penal, além de Finanças Públicas e Direito Judiciário Civil. Na administração pública e no cenário jurídico estadual, exerceu relevantes funções, entre as quais: Secretário do Conselho Penitenciário, Redator de Anais e Debates da Assembleia Legislativa, Juiz do Tribunal de Justiça Desportiva da Paraíba, além de Secretário de Governo e Chefe da Casa Civil durante a gestão do governador Flávio Ribeiro Coutinho. No magistério superior, destacou-se como professor-fundador da Escola de Engenharia da Paraíba, lecionando a disciplina de Ciência das Finanças. Foi também docente na Faculdade de Ciências Econômicas e na Faculdade de Direito da UFPB. Iniciando-se na política partidária, elegeu-se Deputado Estadual por duas legislaturas pela União Democrática Nacional (UDN). Posteriormente, em 1978, elegeu-se Deputado Federal pela ARENA, sendo reeleito para um segundo mandato (1983–1987) na bancada do PDS. Na Câmara Federal, integrou a Comissão Interpartidária da Nova Constituinte, exercendo a vice-presidência do colegiado no biênio de 1985 a 1986. Após afastar-se da vida pública, retornou integralmente ao magistério, função na qual veio a se aposentar. No âmbito das instituições culturais, foi membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP), agremiação que presidiu por dois mandatos consecutivos, e integrou o Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica (IPGH). Ingressou solenemente na Academia Paraibana de Letras (APL) no dia 15 de dezembro de 1972, sendo recepcionado com o discurso de saudação do acadêmico Juarez Batista. Na APL, exerceu marcante atuação administrativa: elegeu-se presidente da instituição pela primeira vez para um mandato de três anos e, anos mais tarde, retornou ao cargo por via eletiva. Em suas gestões, viabilizou recursos fundamentais para a conclusão da restauração histórica da sede da Academia, a climatização de seu auditório e a completa recuperação do acervo bibliográfico da Biblioteca Álvaro de Carvalho. Ao longo de sua trajetória, participou de congressos internacionais de Direito no México e na Inglaterra, sendo agraciado com inúmeras medalhas, diplomas e distinções honoríficas, destacando-se a Legião do Mérito Presidente Antônio Carlos (no grau de Grande Oficial), conferida pelo Ministério da Educação, e o grau de Grande Oficial da Ordem do Ipiranga, outorgado pelo Governo do Estado de São Paulo em dezembro de 1981. Foi também detentor dos títulos de Cidadão Honorário dos municípios de João Pessoa, Bayeux, Alagoinha, Teixeira e Guarabira. PUBLICAÇÕES O Estado membro pode fiscalizar a administração financeira do município O Estado membro tem a competência para instituir o impeachment Da conveniência da doação do sistema parlamentar de governo O sufrágio universal O homem público Afonso Campos Idealismo e realismo na obra de Maquiavel Novais Junior – apóstolo da justiça e da caridade O gentil homem do Sabugy Um estadista do império e da república A sedição dos cruéis Uma vocação política De mestre Escola a presidente Um título de cidadão O voto distrital Primeiro ano no parlamento A pena de morte Segundo ano no parlamento Minha luta no parlamento Argemiro de Figueiredo – a oratória do seu tempo José Américo de Almeida: a saga de uma vida O Lume da palavra A vida e o tempo Volume I A vida e o tempo Volume II A vida e o tempo Volume III Odon Bezerra Cavalcanti: homem de lutas e de letras Civismo e ação pública Olga Benário Mulheres Símbolos Vitalidade de Paixão Um homem e seu destino
Nº 12 – (2º SUCESSOR) WELLINGTON AGUIAR
CADEIRA Nº 12 2º SUCESSOR: WELLINGTON AGUIAR Patrono: João Coelho Gonçalves Lisbôa (1859-1918) Fundador: Luiz Teixeira de Menezes Pinto (1904-1977) 1º Sucessor: Wilson Lustosa Cabral (1916-1979) 2º Sucessor: Wellington Hermes Vasconcelos de Aguiar (1935-2014) 3º Sucessor: Abelardo Jurema Filho (atual ocupante) 2º Sucessor: Wellington Hermes Vasconcelos de Aguiar (1935-2014) Ocupação: Advogado, professor, jornalista e historiador Eleito: 13/10/1979 Posse: 03/04/1981 Saudação: José Octávio de Arruda Mello BIOGRAFIA WELLINGTON HERMES VASCONCELOS DE AGUIAR: Nasceu na cidade de João Pessoa, no dia 04 de maio de 1935, e faleceu nesta mesma capital, no dia 06 de dezembro de 2014. Era filho de Hermes Ferreira de Aguiar e de D. Rosa Dalva Cabral Vasconcelos de Aguiar. Foi casado com a senhora Maria Rita Cabral de Aguiar, união da qual nasceram duas filhas: Rosa Dalva e Jacqueline. Iniciou seus estudos em Natal (RN), no Colégio Santo Antônio, dando-lhes continuidade em João Pessoa, no Colégio Pio X, e concluindo-os no Recife, onde frequentou o Colégio Marista. Graduou-se em Direito pela Faculdade Nacional de Direito da antiga Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1960. Posteriormente, em 1969, licenciou-se em Letras pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e realizou curso de aperfeiçoamento em nível de pós-graduação em Direito. Na administração pública e no cenário jurídico estadual, exerceu o cargo de diretor-presidente da Loteria do Estado da Paraíba (LOTEP) no período de 1966 a 1971, além de ter atuado como Procurador do Estado. Paralelamente às suas funções jurídicas, consolidou uma sólida trajetória como jornalista, professor e historiador, dedicando-se primordialmente à pesquisa e à preservação da História da Paraíba, área sobre a qual produziu diversos trabalhos de reconhecido valor documental. Como intelectual e homem de letras, atuou como conferencista e manteve uma coluna regular nas páginas do jornal Correio da Paraíba, tendo sido o responsável pela apresentação crítica do livro Sem me rir, sem chorar, de autoria do escritor e ex-governador José Américo de Almeida. No âmbito institucional, ingressou na Academia Paraibana de Letras (APL) em abril de 1981, agremiação que presidiu no biênio de 1996 a 1998. Foi também membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP), do qual foi eleito vice-presidente em 1995, além de ter integrado os quadros do Conselho Estadual de Cultura, da Associação Paraibana de Imprensa (API) e do Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica (IPGH). PUBLICAÇÕES O passageiro do dia Um radical republicano contra as oligarquias Uma cidade de quatro séculos Cidade de João Pessoa, a memória do tempo Deputado Miranda Freire: um oposicionista na trincheira A Velha Paraíba nas páginas de jornais João Pessoa perante a história A Paraíba das origens à urbanização Antologia literária da Paraíba Coletânea de autores paraibanos Paraíba, conquista, patrimônio e povo Poder e política na Paraíba